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Crianças de 3 e 4 anos podem realizar a dose de reforço em Morro da Fumaça

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As crianças que possuem entre 3 e 4 anos de idade já podem receber a dose de reforço contra a Covid-19. A aplicação extra foi liberada para o público que fez o esquema primário com a vacina Coronavac. Para fazer a injeção intramuscular é preciso realizar o agendamento junto a Vigilância Epidemiológica de Morro da Fumaça.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Saiane Steinback, a data e o horário podem ser agendados através do contato (48) 3434-5435, via aplicativo de mensagens WhatsApp. “Se a criança realizou o esquema primário com outra vacina, não está liberada, é apenas para quem fez com a Coronavac. Além disso, o intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço são de quatro meses”, explica.

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Fim de semana será de chuva e frio no Sul de Santa Catarina

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Uma frente fria associada a uma área de baixa pressão vai influenciar o tempo no Sul do Estado entre esta sexta-feira e o domingo. A informação é do meteorologista Piter Scheuer. “Hoje teremos esse cenário mais fechado, com momentos de chuva e vento sobrando no quadrante sul. A máxima não vai passar muito dos 15 graus”, adianta.

No fim de semana a sensação de frio será ainda maior. De acordo com Piter, os modelos mostram que os termômetros não vão muito além dos 10 graus. “O fim de semana é fechado, chuvoso e frio. Os ventos vão permanecer e vamos ter máximas que oscilando entre 8 e 10 graus. Mas é bom ir se preparando porque no pŕoximo fim de semana há previsão de um frio polar ainda mais intenso”, ressalta.

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APAE usa aulas de música e canto como meio de estimulação multissensorial 

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Sons diversos, produzidos através de itens simples, como colheres, folhas de papel, chocalhos, mas que trazem grandes benefícios na estimulação multissensorial dos alunos da APAE Cocal do Sul. Esta abordagem criativa e acessível, proporcionada pelas aulas de música oferecidas pela instituição, permite que os alunos experimentem diferentes texturas e vibrações, desenvolvendo a percepção auditiva e tátil.

Ao utilizar objetos do cotidiano, a professora Anetais Candido consegue tornar a música mais inclusiva e acessível para as crianças, facilitando a participação ativa de todos os alunos. “Trabalhar com utensílios comuns não só desperta a curiosidade das crianças, mas também lhes dá uma nova perspectiva sobre os sons que podem criar com coisas simples,” explica a professora. “Isso é extremamente enriquecedor para o desenvolvimento sensorial e cognitivo.”

Em outro ambiente da escola, nas tardes de quinta-feira, o Maestro Jaime De Brida reúne alunos adultos e idosos para as aulas de canto coral. Com entusiasmo e dedicação, ele conduz os alunos e trabalha ritmos e canções, criando um ambiente divertido e acolhedor, onde cada aluno se sente valorizado. Sob sua orientação, os alunos aprendem a harmonizar suas vozes, a seguir ritmos e a expressar emoções através do canto.

“O coral não é apenas sobre cantar; é sobre união, expressão e alegria,” comenta Jaime De Brida. “Ver os alunos se apresentando e se divertindo é a maior recompensa”, afirma o Maestro.

Benefícios diversos

Tanto nas aulas de música como as de canto coral, as atividades são projetadas para estimular múltiplos sentidos simultaneamente. “A música envolve a audição, a visão, o tato, a propriocepção e o movimento, promovendo um desenvolvimento integral. Os alunos desenvolvem a coordenação motora, a percepção auditiva, a capacidade de concentração e a expressão emocional, enquanto desfrutam de uma experiência rica e gratificante”, explica a professora de música da APAE, Anetais Candido.

Muito mais que entretenimento, a música é considerada terapêutica e quando trabalhada da maneira correta, traz inúmeros benefícios como:

  • estimulação visual, através da observação e repetição dos movimentos ou leitura da pasta de músicas;
  • estimulação auditiva, com a identificação de diferentes sons, ritmos e melodias, além da diferenciação de timbres e sons específicos de cada instrumento;
  • estimulação tátil, para o caso do uso de instrumentos e o reconhecimento da textura e a vibração deles;
  • estimulação cinestésica, que desenvolve a coordenação motora, quando o aluno se move ao ritmo da música, dança ou realiza movimentos específicos para tocar instrumentos, além da melhora a comunicação não verbal ao utilizar gestos e movimentos faciais para expressar emoções durante o canto;
  • estimulação proprioceptiva, que desenvolve a consciência corporal, através do ajuste de posturas e movimentos ao tocar instrumentos ou cantar;
  • desenvolvimento cognitivo e emocional, que ajuda na melhoria da memória, concentração e habilidades de resolução de problemas, além de permitir que os alunos expressem sentimentos, reduzam a ansiedade e aumentem a autoestima;
  • desenvolvimento social e físico, já que melhora as habilidades de comunicação, cooperação e interação social. A prática regular de música e canto também desenvolve a coordenação motora, controle respiratório e postura, beneficiando a saúde física dos alunos.

Inclusão e socialização

Todos os anos, os alunos da APAE Cocal do Sul realizam apresentações em eventos fora da instituição, encantando o público com suas performances musicais. “Essas apresentações são momentos de grande orgulho e realização, tanto para os alunos quanto para nossas equipes. Elas não só exibem o talento e a dedicação dos alunos, mas também promovem a inclusão e sensibilizam a comunidade sobre a importância do apoio a pessoas com deficiência”, destaca a diretora da APAE, Rosiclei Prior Viola.

A criatividade e a dedicação da equipe, aliadas à alegria e ao entusiasmo dos alunos, fazem dessas atividades uma parte essencial do trabalho da instituição. Com cada som e canção, a APAE Cocal do Sul continua a construir um futuro mais inclusivo e cheio de oportunidades para todos.

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Chineses conhecem trabalhos de recuperação ambiental do Setor Carbonífero 

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Uma comitiva do Departamento de Prospecção Geológica da Província de Shanxi, no norte da China, conheceu os trabalhos de recuperação ambiental realizados no Sul catarinense. A convite do Serviço Geológico do Brasil (SGB), os chineses visitaram áreas que passaram por obras de recuperação ambiental na região e a Mina de Visitação Octávio Fontana, em Criciúma.  

“Aqui em Criciúma o foco deles foi conhecer alguns aspectos relacionados a recuperação ambiental, que na China eles tem uma grande produção de carvão. Com certeza, também, tem os passivos ambientais e áreas a recuperar. Então eles estão estavam curiosos sobre rejeitos, sobre drenagem, entre outros aspectos do trabalho realizado aqui. Eles visitaram uma área que é atribuída à União Federal, com o pessoal do Serviço Geológico do Brasil”, comenta o pesquisador do Núcleo de Meio Ambiente e Mineração do Centro Tecnológico Satc, William Sant’Ana, que acompanhou os chineses e o SGB, juntamente com a geóloga do CT Satc, Jéssica Rolim.  

 “A visita a região teve o interesse na recuperação ambiental que vem sendo implementada na Bacia Carbonífera de Santa Catarina. Na agenda, além de conhecer as áreas em processo de recuperação ambiental, a equipe foi recebida pelos pesquisadores da SATC para conhecer as instalações da mina de visitação Octávio Fontana. O intercâmbio abre importantes possibilidades de cooperação em projetos de recuperação de passivos ambientais da mineração do carvão e reutilização de rejeitos”, explica o chefe do Núcleo de Apoio de Criciúma do SGB/CPRM, o geólogo Guilherme Casarotto Troian. 

 Além da recuperação ambiental, a comitiva visitou nesta quarta-feira (3) a Mina de Visitação Octávio Fontana, administrada pela SATC. No local, eles conheceram a história da mineração de carvão na região e o funcionamento de uma mina no passado e atualmente.  

 “Ao caminhar dentro da mina de visitação, eles viram a questão da iluminação, como era feita dentro da mina antigamente e foi feito paralelo com as condições atuais e mais tecnológicas que a mineração da região tem atualmente. Foi uma visita bem rápida. Eles fizeram perguntas de caráter técnico, até por serem de uma região produtora de carvão”, explica William. 

A província de Shanxi é a maior produtora de carvão da China, responsável por mais de 1 bilhão de toneladas por ano. A província tem procurado suprir a alta demanda de combustível acelerando a expansão de produção, aumentando a capacidade de transporte e otimizando as mais de 100 minas existentes na região, as quais estão procurando garantir uma produção segura.

“Essa visita é mais uma mostra da importância e do grande trabalho que está sendo realizado na recuperação ambiental em nossa região. O trabalho desenvolvido aqui é referência internacional”, finaliza o diretor técnico do Siecesc-Carvão+, Márcio Zanuz.

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