Acusada de congelar a própria filha, mulher pega 21 anos de prisão

A mulher acusada de congelar a filha recém nascida foi condenada nesta sexta-feira a uma pena de 21 anos e quatro meses de regime fechado. A defesa da ré argumentou que se tratava de um caso de infanticídio, que ocorre quando a mulher está em estado puerperal (pós-parto). Se a tese fosse aceita, a pena máxima seria de seis anos de prisão.

O argumento, no entanto, não foi acatado pelo júri, que ainda considerou que o homicídio foi triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima

Elisangela de Santana Barbosa Martins, 36, era viúva e acabou se envolveu sexualmente com o amigo do filho. A acusada acabou engravidando do adolescente e para evitar ser julgada pela comunidade escondeu a gravidez durante oito meses.

Depois, ela teve sozinha a filha, cortou o cordão umbilical com uma faca de cozinha, colocou a recém nascida na sacola e em seguida colocou no freezer.

Como o sangramento não cessou ela precisou procurar o hospital e ai todo o caso veio à tona.

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