AgroPonte 2018: Atrações, curiosidades e novidades em 25 mil metros quadrados

Nos corredores do Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma, na 8ª edição da Feira do Agronegócio e da Agricultura Familiar, a AgroPonte, a Sofia vem “roubando” a atenção. A boneca que enfeita o estande da Massas Nathália, da Cooperativa de Produção Agroindustrial de Nova Veneza, a Coofanove, é feita de … massa. São 16 quilos dos mais variados tipos, na forma crua, que chamam a atenção de todos que passam no local. O nome Sofia foi dado pela sócio-fundadora, Angela Donilda Polli.

“Uma colega minha mora na Itália, viu algo parecido lá e me deu o desafio. Que tal fazer algo do tipo para a AgroPonte? Desafio aceito e que vem dando muito certo. Ela agrega valor ao nosso estande e, consequentemente nas vendas”, afirma. Foram três dias para a Sofia tomar forma e contou ainda com a ajuda das amigas, Mari e Nete, da Colônia de Pescadores Z-33, de Balneário Rincão. A Massas Nathália está com a AgroPonte desde a primeira edição.

Muita fofura

Da Sofia de massa aos coelhos que, literalmente param a área de animais da AgroPonte. Eles vêm fazendo a alegria da criançada e arrancam suspiros ainda até dos adultos. Aliás, esta é a primeira vez que a JM Coelho, de Chapecó, marca presença na AgroPonte e já começou com o pé direito. São 250 espécies dos chamados mini-coelhos, de diversas cores e pelagens em nove raças.

O que chama atenção do público mais urbano, é que o bichinho pode tranquilamente ser criado dentro do apartamento, por exemplo. Segundo o proprietário da JM Coelhos, Mateus Camatti, se, com cuidados especiais, incluindo uma ração balanceada e específica para a espécie, ele pode durar até 15 anos. “É uma novidade. Chapecó já conhecia os mini-coelhos, mas o público de Criciúma e região ainda não. É uma atração. Todo mundo quer pegar, tirar fotos. As crianças ficam encantadas”, complementa a esposa, Jaqueline Camatti.

De encher o paladar

Outro espaço que vem atraindo os amantes da boa mesa é o do empresário do ramo alimentício, Jorge Martinello, empresário da Camponello Alimentos Coloniais, da Cooperativa Nosso Fruto. Além dos tradicionais torresmos, salames, entre eles defumados e coloniais, e lingüiças, tudo artesanal, Martinello “goumertizou” os embutidos. Que tal um salame colonial recheado com queijo? Na Camponello tem e vem sendo o sucesso nesta edição. Sem contar as lingüiças recheadas com queijo ou bacon.

“Tudo sem conservantes. O único conservante é o sal, que é natural. Pensamos em trazer algo diferente. Toda família trabalha neste ramo e estamos sempre testando novas receitas. Nossos produtos são certificados há pouco mais de um ano, realizamos o lançamento aqui na AgroPonte, no ano passado, e vem dando muito certo”, garantiu.

 “Possante” para o campo

E tem ainda novidade de Turvo para toda Santa Catarina. É o Trator Autopropelido JP 75 Reverse, da Januário Fabricante de Máquinas e Implementos Agrícolas, lançamento na AgroPonte e pioneiro no Estado. Aliás, a fabricação dele foi na própria empresa do Vale do Araranguá, que soma duas décadas e atua ainda com a fabricação de peças. Aliás, são mais de 600.

O veículo agrícola promete facilidade ao trabalhador do campo, de acordo com o vendedor Rui Pavei. “Do manuseio da marcha, à visibilidade e conforto. É uma máquina com ar-condicionado, desembaçador e cabine que permite 100% de a visão por todos os ângulos. O conversor de marcha é outro diferencial que descansa o piloto por facilitar as manobras operacionais. Vem ainda com giro dobrável. O agricultor pode fazer a manutenção em casa, sem precisar contar com a empresa”, especifica.

Um cliente em potencial saiu de Turvo, sede da empresa, para negociar na AgroPonte. “A compra está praticamente fechada. A AgroPonte é uma alavanca”, caracteriza.

Novidades, curiosidades, atrações, e muito mais, podem ser conferidas até domingo no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, que traz ainda a 6ª Feira Exposição Estadual de Animais e 3ª Feira Bovinos Comerciais Venda Direta. A entrada é R$ 5.