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AMA: De casa nova e com as mesmas dificuldades

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Desde o fim de novembro de 2017, a AMA (Associação de Amigos do Autista) de Criciúma está em um novo local. Apesar das novas, maiores e melhores estruturas, a instituição continua passando por um momento difícil. Com uma grande despesa de aluguéis, contas de água, luz, alimentos, quadro de funcionários e outros gastos, a receita orçamentária precisa suspirar no fim do mês.

Atualmente, a AMA atende 96 alunos, de três a 38 anos, divididos em oito municípios da região da AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera) e AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense). Com um quadro de 11 funcionários da entidade, mais os profissionais ACTs e efetivos, o aluguel mensal da nova sede passa dos cinco mil reais.

“Nós gastávamos aproximadamente R$ 4 mil de aluguel de duas sedes, durante o primeiro semestre de 2017. De lá pra cá nós ficamos apenas com uma sede e o valor diminuiu para R$ 300. Agora na nova sede, o aluguel é de R$ 5.500, fora os gastos com água, energia, material escolar e outras despesas”, afirma a psicóloga da AMA, Ledijane Sachet Ghisi.

Apesar da entidade atender o total de oito municípios, somente a prefeitura de Criciúma por convênio faz um repasse financeiro (mensal) e cede o transporte gratuito para as famílias do município. “Além desse repasse de Criciúma, também recebemos um convênio do SUS (Sistema Único de Saúde), do Carvão Amigo (Satc e Siecesc), do Troco Solidário de alguns supermercados da cidade de Criciúma e doações das comunidades”, explica a diretora pedagógica e assistente social, Izolete Fátima Folchini Felippe.

O que a AMA oferece

Com profissionais preparados e qualificados, a AMA oferece aos seus alunos atendimento pedagógico, ocupacional e de integração. “Na parte pedagógica temos nossos professores da FCEE (Fundação Catarinense de Educação Especial) atendimento psicológico, fonoaudiólogo e terapia ocupacional. Também temos fisioterapia, assistência social, médicos voluntários (neurologista e psiquiatra infantil) ” explica Izolete.

Além desses serviços, também é realizado projetos como a cinoterapia e equoterapia, em parceria com o 9º BPM (Batalhão da Polícia Militar) e de natação, em parceria com a Via Corpo Academia.

Necessidades do mês

A AMA oferece três refeições diárias aos seus estudantes. Lanche da manhã, almoço e lanche da tarde. Atualmente, a instituição está precisando dos seguintes produtos: feijão, açúcar, farinha de trigo, café, achocolatado, leite, bolachas, azeite, fermento, extrato de tomate, álcool em gel, detergente de louça, saco de lixo, sabão em barra, sabão em pó, papel Higiênico, papel toalha, água sanitária, escova de dente, creme dental.

Informações para contato com a AMA:

Fones: (48) 3462-9804 – (48)3433-6623 /

 email: [email protected].

Conta para doações: 60.302-3      Agencia: 3542-6

 

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Gapac chega aos 30 anos mudando vidas em Criciúma

Grupo criado em 1994 é atuante na defesa dos direitos humanos

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O Grupo de Apoio e prevenção a Aids de Criciúma (Gapac) chega nesta sexta-feira, 12, aos 30 anos. Voluntários se reuniram em abril de 1994 em prol da Aids e hoje é atuante em diferentes ramos dos direitos humanos. A data celebra o trabalho desenvolvido com milhares de pessoas no município.

Em 1994, a AIDS assolava o mundo e era uma sentença de morte. Foi nesse contexto, que um grupo de pessoas corajosas, movidas pelo amor e pela valorização da vida, decidiu fazer a diferença. “O Gapac nasceu como um raio de esperança em meio à escuridão. Naquela época, a AIDS era uma doença recém-descoberta, cercada de medo e desinformação. As pessoas com HIV eram marginalizadas e sofriam com a falta de tratamento e apoio. Não havia medicamentos, nem políticas públicas, apenas o estigma e a discriminação”, explicou a presidente do Gapac, Alba de Souza Schmitz.

Nos primeiros anos, o apoio dos voluntários foi fundamental na luta contra o preconceito e a falta de verbas para os trabalhos. “Foram muitas lutas e dificuldades enfrentadas. Vimos amigos e companheiros partirem lutamos contra o estigma e a discriminação e batalhamos por políticas públicas que garantissem os direitos das pessoas vivendo com HIV/AIDS”, relembra Alba.

Fortalecimento

Ao longo dos anos, o Gapac se expandiu, abraçando cada vez mais pessoas. De um foco inicial em pessoas vivendo com HIV/AIDS, a organização passou a acolher também as populações-chave: profissionais do sexo, LGBTQIAPN+, pessoas em situação de rua e outras vítimas de preconceito e exclusão. “A luta contra o HIV continuou, mas ampliou seu foco para atender às populações mais vulneráveis, promovendo a autonomia, o empoderamento e a construção de vínculos de afeto, confiança, assistência e dignidade menstrual”, destacou a assistente social que atua no Gapac, Anne Schmitz.

O Gapac foi abrindo caminho, lutando para que as pessoas tivessem acesso a direitos constitucionais. Ainda hoje é necessário o enfrentamento ao preconceito. “O Gapac é um coletivo, uma comunidade vibrante de pessoas que acreditam em um futuro melhor. Somos a prova de que, juntos, podemos construir um mundo mais diverso, inclusivo e justo, onde todas as pessoas sejam livres para viver e amar sem medo”, completou Anne.

Três décadas de histórias

No aniversário de 30 anos, o Gapac celebra as incontáveis vitórias conquistadas por cada pessoa que foi impactada pelo trabalho do grupo com a força da união, da empatia, da resiliência e da luta por um mundo mais justo. “O Gapac se tornou uma voz poderosa na luta contra a homofobia, transfobia, racismo, misoginia e todas as formas de discriminação”, reforça a presidente do grupo.

A missão do grupo continua em promover e defender os direitos humanos, trabalhar para o apoio e empoderamento de todos, e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. Através de ações educativas, mobilização social, e defesa de políticas públicas.

O Gapac está localizado na rua Anita Garibaldi, 386, no centro de Criciúma e outras informações sobre o grupo e como se tornar voluntário podem ser obtidas nas redes sociais, pelo instagram no @gapaccriciuma.

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Emprego

Arroio abre vagas para professores

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A Secretaria Municipal de Educação de Balneário Arroio do Silva torna público edital de chamada Pública nº 001/2024 para contratação de professores para atuar no ano letivo de 2024.

As vagas são para professor de anos iniciais e/ou ensino infantil (20h semanais); e professor de educação especial (segundo professor)

Os candidatos interessados deverão comparecer na Secretaria de Educação na rua Antônio Luiz de Freitas, nº 40, bairro Centro, no dia 19 de abril das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h, para a entrega da inscrição.

Os documentos necessários constam no edital que está disponível no site da Prefeitura www.arroiodosilva.sc.gov.br

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Hospital Veterinário oferece cirurgias a preço social

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O Hospital Veterinário do Unibave (HVU), em Orleans, está oferecendo cirurgias terapêuticas para caninos e felinos, com preço social. Conforme a diretora do HVU, Lívia Valente, os procedimentos incluem cirurgias para correções de hérnias, mastectomia, nodulectomia, piometra, enucleação, ortopedia, amputação, entre outros procedimentos. Serão cinco vagas por semana, com datas agendadas.

A diretora, que também é professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Barriga Verde, explica que os serviços oferecidos serão realizados a preço de custo junto à turma da sétima fase do curso, durante a disciplina de Clínica Cirúrgica.

“As cirurgias serão realizadas pelo professor responsável, com o auxílio dos acadêmicos, de modo a garantir o melhor resultado e segurança dos serviços oferecidos”, garante Lívia. Segundo ela, esta é a maneira de contemplar os tutores de pet que procuram atendimento de qualidade e possuem pouca condição financeira para tratar o seu Pet”, comenta.

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