Amrec começa a estudar novas barragens

Criciúma

A estiagem dos últimos meses traz à tona outra vez tema já estudado: a construção de novos barramentos. O armazenamento de água será necessário, já que a barragem do Rio São Bento tem tempo de vida útil, tanto para abastecimento da população, quanto para a produção de arroz e industrial.

O tema da construção de novas barragens foi levantando em Brasília pela Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) e agora deve ganhar uma nova etapa. Hoje (11/10) o diretor executivo da AMREC, Vanderlei Alexandre, o Lei, esteve no IPAT Unesc verificando os estudos para encaminhar ao Ministério do Desenvolvimento Regional para solicitação de recursos para construção destas barragens.

“Essas barragens serão importantes para reserva de água para produção de arroz e para o abastecimento da população. Principalmente em períodos de estiagem, onde poderá complicar a distribuição da água e do abastecimento”, afirma Lei.

O estudo do IPAT já tem cinco anos. Onde de 12 áreas apontadas pela Epagri, se chegou quatro mais vantajosas, localizadas em Nova Veneza e em Morro Grande. A maior delas, está localizada na comunidade de Rio Centro Alto, em Nova Veneza, e teria área de 134 hectares, um pouco menos de um quatro da Barragem do Rio São Bento, que tem 450 hectares aproximadamente.

Segundo os colaboradores da UNESC, o analista de cartográfico e geoprocessamento, Jori Ramos Pereira, e o professor Sergio Galato, as próximas etapas seriam o projeto de concepção, onde se faria o estudo geológico e geotécnico da área e em seguida entraria com o pedido de licenciamento ambiental.

Nas próximas semanas um oficio com o projeto e o orçamento necessário para o andamento das próximas etapas será encaminha ao Ministério do Desenvolvimento Regional, pela AMREC e pela IPAT UNESC. Outra possibilidade levantada é que essas barragens possam também ser uma fonte geradora de energia, aproveitando o recurso natural água.

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