Brasil perde quase 5 milhões de postos de trabalho

Criciúma

O país perdeu 4,9 milhões de postos de trabalho no trimestre terminado em abril, informa a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, divulgada nesta quinta-feira (28) pelo IBGE. Isso correspondeu a uma queda recorde de população ocupada, reflexo da pandemia de Covid-19. 

Em todos os 15 municípios da Amrec foram 3.520 empregos com carteira assinada fechados. Proporcionalmente Morro da Fumaça foi a cidade com o pior desempenho. Foram 69 contratações contra 307 demissões. Saldo negativo de 238 postos de trabalho

Como resultado, a taxa de desocupação no trimestre de fevereiro a abril foi de 12,6%, após ter registrado 11,2% no trimestre de novembro de 2019 a janeiro de 2020.

Dos 4,9 milhões a menos de pessoas ocupadas, 3,7 milhões foram de trabalhadores informais. Entre os informais estão os profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) ou sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família).

O comércio perdeu 1,2 milhão de pessoas ocupadas; a construção, 885 mil; os serviços domésticos, 727 mil, a maior queda desde o início da pesquisa, em 2012.

O total de empregados com carteira assinada também teve queda recorde, caindo para 32,2 milhões, o menor número da série histórica.
De dez atividades econômicas pesquisadas, sete tiveram quedas acentuadas.

A PNAD Contínua registrou, ainda, a maior retração da massa de rendimento real desde o início da série histórica, 3,3%, uma queda de R$ 7,3 bilhões.

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