Candidatos ao governo participam de debate da Acaert

A Associação das Emissoras Catarinenses de Rádio e Televisão reuniu nesta sexta-feira, no hotel Majestic, em Florianópolis cinco dos candidatos que disputam o Governo de Santa Catarina para mais um debate. O Encontro foi de alto nível, mas não chegou a empolgar. Candidatos procuraram, diferente do que ocorreu em outros momentos, apresentar propostas, trocar ideias e mostrar o que pensam para o Futuro de Santa Catarina. Não houve alfinetas, exceção a uma tentativa ou outra de Leonel Camasão, os demais procuraram criticar modelos e defender estratégias para fazer de Santa Catarina ainda mais referência para o Brasil

Candidato do Patriotas, Jessé Pereira não participou do debate. Ele até chegou no evento, mas conforme havia sido definido, se chegasse atrasado não teria o direito a ocupar seu lugar. “Foi o acordo. Fico triste porque queria apresentar também minhas propostas, mas fiquei preso no Trânsito”;

Gelson Merísio Candidato do PSD, fez questão de reafirmar sua posição de trabalhar, em caso de vitória, com um governo mais enxuto. Só de cargos comissionados fala em cortar 1,2 mil cargos. “Não vou adotar a geografia das urnas, vou respeitar o eleitor, enxugar o governo e contratar mais 5 mil policiais para reforçar a nossa segurança pública”

A Pauta das regionais também foi lembrada mais uma vez. Mauro Mariani foi um dos alvos, mas fez questão de afirmar que esse não é o problema do Estado. “As regionais foram criadas em 2003, era um outro momento, o Estado precisava, hoje não dá para ficar fazendo dela o patinho feio. Tudo é culpa das regionais. Não é bem assim. É preciso reavaliar, mas o estado precisa muito mais que isso. Ele está no caminho e estamos preparados para dar continuidade ao trabalho e garantir Santa Catarina mais forte”;

Líder nas pesquisas o candidato do PT Décio Lima foi um dos que mais alfinetou os gastos com as regionais. Ressaltou a importância de se zerar fila de SUS e se melhorar a segurança pública. “Tem mais de 400 mil pessoas aguardando por procedimentos, tem crime organizado se reforçando nos nossos presídios e isso precisa ser combatido. Vamos criar um programa próprio de saúde pública no Estado e outro de Segurança Pública e tirar Santa Catarina do marasmo provocado por estes que estão no comando do Estado há 16 anos”

O Candidato do PSOL fala bem, é articulado e procura apresentar suas ideias. Fez questão de deixar claro que é contrário as privatizações. “Como pode se pensar em privatizar a Celesc por exemplo se a empresa é modelo de Gestão, se dá certo e é elogiada pelos Catarinense. Não vamos adotar o Modelo de Temer que está quebrando o Brasil e entregando o Brasil para o estrangeiro. Queremos é um Estado mais forte”

O Comandante Moisés, candidato do PSL ao Governo do Estado o citou. Fez referência ao seu conhecimento da coisa pública durante o período em que comandou os bombeiros e fez questão de afirmar que junto com o presidenciável tem a tenacidade necessária para transformar o Estado e garantir o que mais a população deseja. “O combate a corrupção, a valorização dos agricultores da força da nossa indústria. Isso está na pauta do meu plano de Governo e também de Bolsonaro. Juntos vamos dar o rumo certo para Estado”.

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