Chapa “A Unesc que a gente quer” recebe solicitações dos acadêmicos

Melhorias na infraestrutura, segurança e acessibilidade dentro do campus, mais atenção e resolutividade no atendimento aos acadêmicos, aperfeiçoamento do Ensino à Distância (EaD). Essas foram algumas das solicitações levantadas pelos alunos no terceiro fórum realizado pela chapa “A Unesc que a gente quer”, encabeçada pelos professores Luciane Ceretta e Daniel Preve no processo de eleição para a nova reitoria da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). O encontro aconteceu na noite dessa segunda-feira, 15, no Bloco P da Universidade, e teve como tema “A Unesc que a gente quer para os estudantes”.

O fórum começou com o professor Daniel, candidato a vice-reitor, falando sobre a importância da participação dos acadêmicos, professores e demais funcionários nos encontros que estão sendo organizados pela Chapa 1. Ele lembrou que uma das principais propostas de campanha e da futura gestão é manter o diálogo aberto com as comunidades acadêmica e externa para fazer, de fato, uma administração compartilhada, seja dividindo os problemas ou as conquistas.

Inclusive, este foi um dos pedidos feitos durante o fórum. O aluno e ex-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Unesc), Andriw Loch, solicitou mais abertura e debates entre os acadêmicos e a reitoria. “O diálogo com membros do DCE e dos Centros Acadêmicos (CAs) até que é facilitado, mas somente isso não basta. Fóruns como esse deveriam acontecer com frequência, isso geraria uma participação maior dos alunos”, afirmou Andriw.

A solicitação teve o apoio da professora Lu, como é conhecida a candidata a reitora. “É com o coração aberto que afirmo que o professor Daniel e eu assumimos essa campanha com a ideia da gestão compartilhada. É uma nova postura. Além do DCE e dos CAs, é importante melhorar a comunicação com as atléticas, as empresas júnior e com os estudantes como um todo, não somente aqueles que estão ligados a alguma organização de representatividade dentro da Universidade. Nossa intenção é realizar fóruns bimestrais e deixar claro que os acadêmicos têm abertura para tratar conosco”, assegurou Luciane.

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