Foto-Michelle Veiga/Difusora

Comunidade reclama de infestação de caramujos

Moradores do Bairro Vila Rica, na região da Grande Próspera, estão preocupados com uma infestação de Caramujo Africano. Segundo o presidente da Associação de Moradores, o molusco tem se proliferado com agilidade. Apenas um morador teria capturado mais de 3 mil.

“As pessoas estão preocupadas porque eles tem aparecido com muita frequência e a gente sabe que eles representam um risco para a saúde da comunidade. Precisamos de apoio para resolver essa situação de forma mais ágil”, afirma Almiro de Campos Vieira.

Segundo a secretária de saúde de Criciúma, Franciele Gava, o problema já foi relatado ao governo e repassado ao Centro de Controle de Zoonozes. “Estamos cientes do problema e o CCZ trabalhando e orientando a comunidade. É de difícil solução porque requer a catação manual”, comenta

Os cuidados

O caramujo africano pode ser hospedeiro de doenças e transmiti-la aos humanos. A orientação é que o caramujo seja coletado. Quem for fazer a coleta deve estar com as mãos protegidas com luvas ou sacolas plásticas. Depois, o caramujo deve ser colocado em uma lata e queimado. As conchas devem ser quebradas para não acumular água, evitando assim que elas se tornem depósito de larvas do mosquito da dengue.

O animal chegou ao Brasil na década de 80. Ele foi trazido, de forma ilegal, por produtores rurais, como uma alternativa mais rentável para substituir o escargot. Contudo, a iniciativa não foi bem sucedida.

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