Devido à paralisação, Morro da Fumaça deve deixar de arrecadar mais de R$ 1,8 milhão

Após o término da paralisação dos caminhoneiros na semana passada, as cidades passam a sofrer os reflexos. Levantamento da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), através do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz/SC), faz previsão das perdas para os meses de junho e julho, baseado no mês de maio. Morro da Fumaça terá uma diminuição de mais de R$ 1,8 milhão se somados os recursos do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). “Estamos preocupados com esta situação. Precisaremos conter alguns gastos para contorná-la”, salienta o vice-prefeito e secretário do Sistema Econômico, Eduardo Guollo.

Com relação ao ICMS, a projeção é que Morro da Fumaça deixe de receber R$ 552.429,60. Já os valores de FPM serão R$ 748.349,82 menores que maio. Do Fundeb, os estudos apontam que o município deixará de receber R$ 500 mil. “A paralisação dos caminhoneiros foi justa e agora vêm os reflexos. Precisamos trabalhar para reverter este quadro que se desenha para os dois próximos meses”, destaca o prefeito Noi Coral.

Guollo enfatiza que historicamente a arrecadação de julho é menor porque é o início do pagamento das restituições do Imposto de Renda, porém neste ano, devido à mobilização dos caminhoneiros, ela será ainda menor.

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