Parto humanizado: liberdade de escolha e protagonismo da mulher

Criciúma

Hospital Materno Infantil Santa Catarina possui estrutura e equipes preparadas para dar assistência a mulheres que desejam ter parto humanizado

Acolher e respeitar o corpo e as vontades da mulher. Este é o propósito do parto humanizado, um dos procedimentos realizados no Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC) desde a inauguração do local em 2018. O Centro Obstétrico do local conta com banheira, banco obstétrico, chuveiro, bola e cavalinho, além de camas PPP (pré-parto, parto e pós-parto). Toda a estrutura e assistência são oferecidas às pacientes por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O parto humanizado nada mais é que a gente como instituição hospitalar contribuir para que a experiência do parto seja o mais natural possível, que a família esteja sempre presente, que o ambiente seja o mais agradável possível, que a posição do parto seja de escolha da paciente”, explica a enfermeira do HMISC, Mariana Storniolo Sanches, especialista em enfermagem materno infantil.

O protagonismo da mulher é evidenciado com a liberdade de escolha de cada uma na hora do parto. Elas são tratadas de maneira individual pela equipe. “É um momento muito importante na vida das mulheres e nosso papel como profissionais da saúde é fazer desse momento o melhor possível, proporcionando um atendimento de qualidade durante o período do trabalho de parto, parto e puerpério”, salienta Mariana.

Para o secretário municipal de Saúde, Acélio Casagrande, o aumento da procura pelo parto humanizado resulta na diminuição das taxas de mortalidade infantil e materna. Conforme dados preliminares (parciais) da Vigilância Epidemiológica do município, a taxa de mortalidade infantil caiu de 9,5 em 2018 para 6,9 em 2019. Nos últimos dois anos, nenhuma morte materna foi registrada em Criciúma. (http://www.criciuma.sc.gov.br/site/noticiaUnica.php?noticia/14446#conteudo)

“Tem muitas ocorrências de cesáreas no Brasil. O parto humanizado traz a possibilidade de as mães conhecerem a instalação e equipe do hospital, dando mais confiança para essas mulheres. É claro que sabemos que há casos em que não é possível fazer o parto humanizado, mas a equipe estará preparada para isso”, enfatiza Casagrande.

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