Patronal diz que impasse é por contribuição sindical

Trabalhadores do Setor químico estão em estado de greve e podem paralisar as atividades na próxima semana. Reclamam do percentual de reajuste e da tentativa de apresentar regras da nova lei trabalhista para a categoria.

“Os empresários não tem participado da mesa de negociação. Parece que querem ganhar tempo. A negociação não evolui e querem empurrar itens da nova Legislação trabalhista que não aceitamos”, argumenta Joel Bitencourt, vice presidente do Sindicato dos trabalhadores nas industrias plásticas químicas e farmacêuticas.

O impasse, no entanto, seria outro. Pelo menos na avaliação do Presidente do Sindicato Patronal.

“Primeiro não participamos porque optamos em indicar advogados, mas é preciso frisar que respeitados todos eles. No entato, decretar estado de greve foi precipitado porque estamos conversando. Além disso, o grande impasse é a contribuição sindical. Sindicato quer manter, mas a lei mudou. O que eles estão lutando é pela sobrevida do sindicato”.