Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do país

Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do Brasil. De acordo com o estudo divulgado nesta sexta-feira, 17, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE, o índice de desemprego no Estado é de 6,7%. A pesquisa refere-se ao 3º trimestre de 2017.

Para o governador Raimundo Colombo, o número significa mais uma importante etapa na retomada da economia brasileira. “Os dados do desenvolvimento econômico do nosso país e sobretudo a taxa de emprego são animadores para os catarinenses. No primeiro trimestre tínhamos uma taxa de desemprego de 7,9%, no segundo trimestre 7,5% e agora 6,7%. Isto quer dizer que os catarinenses estão trabalhando e com isso estamos cuidando da qualidade de vida das pessoas. Parabéns para todos aqueles que trabalham, que empreendem e nos ajudam a enfrentar a crise e sairmos vencedores”, disse Colombo.

Em termos nacionais a taxa de desemprego ficou em 12,4% indicando uma ligeira melhora na economia com a queda de 0,6 ponto percentual, se comparamos com o 2º trimestre de 2017 (13,0%), e elevação de 0,6 ponto percentual frente ao 3º trimestre de 2016 (11,8%).

Outro item da pesquisa é rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas estimado no Brasil (R$ 2.115) apresentou estabilidade frente tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.108) e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.065). Na comparação entre as Grandes Regiões, do 2º trimestre de 2017 para o 3º trimestre de 2017, foi observada estabilidade estatística do rendimento médio em todas as regiões. Em relação ao 3º trimestre de 2016, as Regiões Norte (R$ 1.640) e Nordeste (R$ 1.439) tiveram expansão do rendimento, enquanto as demais permaneceram estáveis.

Em termos regionais, analisando-se os resultados de volume, as atividades turísticas com variações positivas foram as seguintes: Rio de Janeiro (6,3%), Pernambuco (6,2%), Santa Catarina (2,7%), Paraná (2,1%), Bahia (1,0%), Distrito Federal (0,9%), São Paulo (0,8%), Rio Grande do Sul (0,3%) e Minas Gerais (0,2%).