São Marcos beneficiado com mutirão de procedimentos eletivos

O Hospital São Marcos de Nova Veneza irá atender cerca de 970 pacientes que aguardam uma cirurgia eletiva através de mutirão da Secretaria de Estado da Saúde. Serão contempladas as especialidades médicas como, por exemplo, de 450 cataratas, de 150 cirurgias gerais, 30 de ortopedia, 180 de ginecologia e 60 de varizes. O mutirão deverá ser realizado até o dia 31 de julho.

De acordo com o diretor administrativo do Hospital São Marcos, Paulo Conti, a parceria do Governo do Estado será essencial para unidade hospital. “O hospital esta engajado nesse mutirão e estamos preparando o nosso corpo clínico, materiais e equipamentos, além de toda a infraestrutura para dar qualidade e segurança no atendimento aos pacientes. E quem sabe esse mutirão nos ajudará financeiramente a trazer um equilíbrio  ao Instituto Corpore. Quero agradecer também o empenho do prefeito Rogério Frigo e vice Zé Spilere que estiveram reforçando com o secretário Acélio Casagrande”, pontuou.

O prefeito de Nova Veneza, Rogério Frigo, comenta que o hospital São Marcos voltará a ser referência regional. “Todos os esforços possíveis estão sendo feitos para a viabilização desse mutirão e que o hospital volte a ser referência em atendimento e cirurgias na região da AMREC”, afirmou.

“Nós estamos nesse trabalho de macro regionalização de saúde e isso é fundamental para que as pessoas fiquem na região e essas filas que existem diminuam através do trabalho do gerente regional Fernando di Faveri que mapeou na região aqueles hospitais prestadores de serviços. Por exemplo, o hospital de Urussanga fará cirurgias de ortopedia e agora Içara e Nova Veneza estão cadastrados para as cirurgias gerais e no projeto Ver, de cataratas. Hoje lançamos um  grande pacote com mais de 5 mil procedimentos que irá diminuir o sofrimento de muitos pacientes. O governador do estado Eduardo Moreira nos proporciona com esses recursos e também com uma parte do Ministério da Saúde viabilizar esses atendimentos para o Sul do estado”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Acélio Casagrande.