Saúde, meio ambiente e conhecimento no Ipat

Criciúma

Mesclar teorias vistas em sala de aula à aplicação prática de um dos ramos da Biomedicina: a análise ambiental. Este foi o objetivo da visita, nesta sexta-feira (24), da quinta fase do curso de Biomedicina da Unesc aos laboratórios do Instituto de Pesquisas Ambientais Tecnológicas (Ipat) do Parque Científico e Tecnológico (Iparque).

Durante a visita, as acadêmicas Maria Júlia Souza e Maria Eduarda Ricardo, aproveitaram para tirar todas as dúvidas sobre os procedimentos dos laboratórios. “É uma experiência fora da sala de aula, o que facilita o entendimento da realidade da análise ambiental”, ressaltou a primeira. “Na sala, a professora fala das análises do ar, alimentos, água. Aqui, a gente pode relacionar o que aprendemos com o cotidiano deste ramo da profissão, além de conhecer a estrutura do Iparque”, complementou a segunda.

A visita percorreu os laboratórios de Águas e Efluentes, Solos e Sedimentos, Resíduos, Espectrofotometria Atômica, Cromatografia, Ecotoxicologia e Poluição Atmosférica e Qualidade do Ar.

Conectar a saúde ao meio ambiente

A professora de Análises Ambientais do curso de Biomedicina, Cláudia Peluso Martins, ressaltou a importância da visita aos laboratórios e estrutura do Ipat. “É uma disciplina relacionada ao meio ambiente, porém dentro de um curso da área da saúde. Precisamos de uma amostragem visual para que os alunos liguem a teoria com a prática”, explicou. “A proposta é conectar o estudo da saúde com o ambiente onde estamos inseridos”, continuou a docente.

O analista de Laboratório e coordenador dos laboratórios do Ipat, Lucas Feliciano Rezende, lembrou que a visita pode servir como base para ligar o Iparque aos futuros profissionais da Biomedicina. “A visita é uma forma de complementar o currículo acadêmico, pois aqui os alunos podem ver, na prática, o que estudam”, disse.

Alguns dos visitantes acabam encontrando, durante o passeio, a fagulha que os guia até a área ambiental. “Muitos voltam para procurar estágios”, revelou. Além de apresentar novos caminhos para os acadêmicos, as visitas também apresentam a estrutura do Iparque para futuros clientes. “Se não voltam para estagiar, com certeza serão clientes, pois realizamos os serviços que o biomédico necessita no seu cotidiano”, finalizou Rezende.

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