Informações e foto - Assessoria de Imprensa

Termina acampamento na Metalúrgica Milano

Após completar 19 dias acampados na Metalúrgica Millano, os cerca de 140 ex-trabalhadores encerraram hoje (19) pela manhã  a vigília em frente a empresa. “Estamos com os processos na justiça para eles receberem os créditos trabalhistas e, agora temos que aguardar a recuperação judicial” disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Criciúma e Região, Francisco Pedro dos Santos.

Na última terça-feira (16), os ex-trabalhadores atearam fogo em pneus em frente a empresa para protestar contra a decisão pela recuperação judicial. Acampados desde o dia 20 de abril eles aguardavam a liberação do maquinário e a retirada da metalúrgica como garantia para o pagamento dos seus direitos. O aresto e a remoção de todo o patrimônio da empresa estimado em R$ 5 milhões foi deferido pela Justiça do Trabalho dia 24 de abril.

O problema na metalúrgica vem se arrastando desde janeiro até abril deste ano quando a empresa efetuou a demissão de todos os trabalhadores sem que houvesse pagamento das verbas rescisórias. Os salários estão atrasados deste dezembro de 2016 e nos últimos dois anos o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não era depositado.

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