Trabalhadores da Saúde de Araranguá podem parar

Araranguá

Em Assembleia realizada os mais de 200 trabalhadores das unidades básicas de saúde e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Araranguá deliberaram entrar em estado de greve a partir de hoje (24). Eles aprovaram ainda a greve das atividades dia 11 de fevereiro caso o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Amesc (Cisamesc), não retome as negociações com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde).

As reuniões estão paradas há dois anos, desde 1º de novembro de 2016, data-base da categoria.  Os trabalhadores reivindicam o a acumulo de perda da inflação estimada em 6% mais o retroativo, vale-alimentação de R$ 150,00, aumento real e manutenção de todos os direitos.

“São mais de dois anos sem negociar o reajuste salarial e os demais benefícios. Todas as necessidades dos trabalhadores e suas famílias tiveram aumento menos eles. Sentamos somente uma vez e depois, tentamos diversas formas retomar a negociação sem retorno”, explica o diretor do Sindisáude Cleber Ricardo da Silva Cândido.

“O CISAMESC, avalia o sindicalista, abandonou os seus trabalhadores que não aguentam mais e estão bastante revoltados: “Mantendo esta postura de intransigência faremos a paralisação”, alfineta Cleber. São cerca de 20 unidades no município. O atendimento a população é de aproximadamente mil pessoas mês.

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