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Economia

Após ano de transformações, perspectiva para 2021 é de aceleração

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Parar uma empresa para repensar processos seria algo quase inimaginável até 2020, quando essa pausa foi obrigatória em muitas atividades. O período que poderia ser ocioso, por vez, foi convertido em uma oportunidade para transformações. E a agilidade alcançada em diferentes segmentos abriu margem para projetar com positividade 2021. “Tivemos um ano cheio de desafios, mas também de avanços”, lembra a presidente da Associação Empresarial de Içara, Adriana Mara de Oliveira. A avaliação da união de esforços dos últimos meses e as novas projeções foram pauta principal na reabertura do calendário de reuniões da diretoria nesta terça-feira, dia 19.
 
As projeções otimistas para 2021 são compartilhadas por unanimidade pela diretoria da Acii, formada por setores diferentes, que incluem comércio, indústrias e serviços. “Esperamos ainda mais agilidade com a digitalização que tivemos nos últimos meses”, indica a vice-presidente Jurídica da associação, Pâmela de Sá. “As pequenas empresas criaram alternativas e as grandes estão investindo”, acrescenta ainda o vice-presidente administrativo, Reginaldo Borges Fernandes. Já o vice-presidente de indústria, comércio e serviços, Joel Valentin Seldenreich, aponta as melhores taxas disponíveis no mercado para o crescimento empresarial.
 
As empresas e profissionais que conseguiram se adaptar, reduzir custos, elevar a eficiência e consequentemente aumentar o valor agregado já saíram na frente em 2021. Mas não podem estagnar. E para avançar ainda mais, a Associação Empresarial de Içara já atua na formação de uma nova agenda de ações que possam dar suporte para as empresas de Içara acelerarem ainda mais a transformação em busca de sustentabilidade, de inovações e para que também possam conquistar a ampliação do mercado.

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Agronegócio

Morro da Fumaça amplia convênio com cooperativa de agricultores familiares

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O Governo de Morro da Fumaça renovou o convênio com a Cooperativa da Agricultura Familiar Fumacense para 2021. O documento foi assinado pelo prefeito Noi Coral e pelo presidente da entidade, Antonio Nascimento de Oliveira, em ato realizado na manhã desta quarta-feira, dia 3, e  que também contou com a presença da diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral.

Além de renovar o convênio, o Município ampliou o valor repassado. “Os produtores rurais de Morro da Fumaça merecem todo o apoio do Poder Público Municipal e esta é mais uma ação entre tantas outras que realizamos em reconhecimento ao trabalho desempenhado por eles e que tanto contribui com a nossa cidade”, fala o prefeito.

Conforme a diretora de Serviços Rurais, Patrícia Coral, a iniciativa possibilita o auxílio aos agricultores. “É um estímulo que ajuda a deixar as coisas mais organizadas, pois contribui nos pagamentos administrativos, contador, médico veterinário que vai atuar como responsável técnico para as agroindústrias que busca a regularização no Serviço de Inspeção Municipal, entre outras coisas”, diz.

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Economia

PIB cai 4,1% em 2020 e fecha o ano em R$ 7,4 trilhões

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Em 2020, tendo em vista os efeitos adversos da pandemia de Covid-19, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 4,1% frente a 2019, a menor taxa da série histórica, iniciada em 1996.

Houve alta somente na Agropecuária (2,0%) e quedas na Indústria (-3,5%) e nos Serviços (-4,5%). O PIB totalizou R$ 7,4 trilhões em 2020.

O PIB per capita alcançou R$ 35.172 em 2020, com queda de 4,8% em termos reais. Esta também foi a menor taxa da série histórica.

A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%). Já a taxa de poupança foi de 15,0% (ante 12,5% em 2019).

Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 3,2% no 4º trimestre de 2020. A Indústria e os Serviços cresceram 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,5%).

Em relação ao 4º trimestre de 2019, o PIB caiu 1,1% no último trimestre de 2020. Foram registrados resultados negativos na Agropecuária (-0,4%) e nos Serviços (-2,2%), enquanto a Indústria (1,2%) cresceu.

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Economia

Preços de produtos industrializados sobem 3,36% em janeiro

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, registrou inflação de 3,36% em janeiro. A taxa é superior aos índices de dezembro (0,39%) e janeiro de 2020 (0,35%).

Segundo dados divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula inflação de 22,96% em 12 meses.

Em janeiro, 24 atividades industriais tiveram alta de preços em seus produtos. Em dezembro, esse número era de 17. Os principais destaques entre os segmentos são indústrias extrativas (10,70%), metalurgia (6,10%) e refino de petróleo e produtos de álcool (5,30%).

As quatro grandes categorias de uso também apresentaram inflação, com destaque para os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (4,91%), e os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (3,63%).

Os bens de consumo duráveis tiveram alta de preços de 2,14%, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis apresentaram inflação de 0,73% no mês.

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