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Economia

Com lojas fechadas por 26 dias em meio à pandemia, varejo de Criciúma precisou de reinventar

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Criciúma

Desaprender para reaprender. A máxima de muitos setores durante a pandemia não foi diferente para o varejo. Pensar em novas soluções e maneiras de atender às necessidades do consumidor foram alguns dos aprendizados obtidos pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma e compartilhados na manhã desta terça-feira (20) pela presidente da entidade, Andréa Salvalággio na nona edição do Alfa Talk.

Após o dia 18 de março o comércio da cidade permaneceu fechado por 26 dias. Lidar com a mudança constante de informação vinda do Governo Estadual foi um dos principais desafios encontrados pela CDL. “Precisávamos ser rápidos e cautelosos com a informação, pois os associados nos veem como um agente de informação e um lugar em serão ajudados, seja com o esclarecimento de uma dúvida ou com insights para os negócios”, conta a presidente.

O verbo compartilhar rege esse novo momento, frisa Andréa. Ideias, soluções, incertezas e aprendizados precisam ser compartilhados para que todo o varejo possa crescer junto. “Desde o início da pandemia nós já fizemos muitas movimentações virtuais para incentivar o compartilhamento de experiências e desafios. O varejo precisa estar onde o povo está e ouvindo a perspectiva do outro nós nos tornamos mais aptos para atender às demandas”, reforça.

A próxima edição do Alfa Talk marcada para terça-feira (27) terá a participação da orientadora de negócios Cristiane Barata Búrigo, com início às 8h30. O conteúdo das edições anteriores pode ser acessado no Youtube (https://youtu.be/MuC5QdnMu7Q) e no Portal Engeplus, parceiro do Alfa Talk, e em áudio nos principais aplicativos de podcasts (Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e Castbox). E o link direto para a sala do Zoom está aqui. (bit.ly/AlfaTalkAprendizados).

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Economia

Iniciativa da CDL, Café de Ideias aborda relações trabalhistas no varejo

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A Convenção coletiva do varejo criciumense foi assinada no mês de maio, mas muitas dúvidas ainda permeiam o tema. Para saná-las, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma realiza, na próxima semana, mais uma edição do Café de Ideias, desta vez abordando “Relações trabalhistas, o que é fundamental você saber?”. O convidado será o assessor jurídico do Sindilojas, o advogado Tito Lívio de Assis Góes. No evento, que ocorre gratuitamente e de forma online, ele fará alguns esclarecimentos importantes a respeito do assunto.

De acordo com o especialista, além da convenção e das relações trabalhistas em si, os lojistas também receberão mais informações sobre como obter o certificado de adesão junto ao sindicato patronal. “Com a celebração da convenção, ficou estabelecido que é preciso ter o certificado para poder se utilizar de cláusulas convencionadas, como segurança jurídica no desenvolvimento da atividade empresarial. É um tema bastante relevante e atual, que ainda gera muitos questionamentos por parte dos comerciantes”, alega o advogado.

Para o presidente da CDL, Tiago Marangoni, esta é uma excelente oportunidade para os varejistas entenderem o impacto que as novas diretrizes da convenção pode gerar nos negócios. “O Tito Lívio é altamente capacitado para falar sobre gestão de pessoas, o que ela representa e a importância de fazê-la da melhor forma. Convido todos os lojistas para participarem do evento que, mais uma vez, entregará conhecimento gratuito e de qualidade, para capacitar cada vez mais o varejo do município”, enfatiza.

O Café de Ideias é uma iniciativa da CDL e, neste mês, ocorre e na quarta-feira, dia 23, a partir das 9 horas, pela ferramenta online Zoom.

Sobre o convidado

Tito Livio é graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Ex-conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Santa Catarina, vice-presidente regional sul da Fecomércio SC, é um dos sócios da Góes e Góes Advogados. Assessor jurídico do Sindilojas há 42 anos, é especialista em direito do trabalho.

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Agronegócio

Auditora do Ministério de Agricultura visita agroindústrias da região

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As agroindústrias da região do Consórcio Intermunicipal Multifinálitario da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (CIM-AMREC) estão recebendo esta semana a Consultora do Ministério da Agricultura. Esse é o terceiro encontrou com os empresários da região (dois presenciais e um virtual) para orientação aos serviços de inspeção para que o Consórcio possa pedir o selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI).

Conforme a consultora, Loiane Mayra de Souza, muitas mudanças solicitadas já foram executadas. “Boa parte do que foi colocado no plano de ação, pôde-se perceber que os empresários já procuraram a melhor forma de resolver. Cerca de 70%, faltando o que as exigências que demandam de mais investimento e as que não tem grande influência na segurança do produto”, observou a Consultora.

A visita desta terça-feira (15/06) foi em uma agroindústria de ovos do município de Içara, que hoje produz cerca de 3.300 ovos por dia de média. Conforme os empresários Fabiano José Bortolatto e Simone Guollo Bortolatto, a intenção é expandir a produção com o selo, que já poderão atender outras regiões. “Hoje atendemos Criciúma, Içara e Morro da Fumaça, com o serviço municipal de inspeção, mas planejamos atender municípios até Florianópolis”, revela Fabiano.

Agroindústrias de Criciúma, Lauro Muller e Nova Veneza também devem receber as visitas. Conforme a presidente do Colegiado de Agricultura e secretaria de agricultura de Morro da Fumaça, Patrícia Coral, a visita deixa a região confiante e na expectativa do sonhado selo. “A consultoria nos deixa mais tranquilos para pedirmos o selo, já que muitas das exigências estão sendo atendidas”, avalia.

O secretário de agricultura de Içara, que também acompanhou a visita, Silvio João Viana, lembra que a luta pelo sole já um processo e um sonho antigo, devido ao grau de exigência. “Estamos na reta final para receber o selo, o que vai permitir o crescimento e a expansão dos negócios para os produtores de Içara e da AMREC. Assim que recebermos o selo, esperamos que outras agroindústrias possam se adequar para terrem permissão de comercializarem seus produtos em todo território nacional”, avalia o secretário. Para ele, em breve poderemos ver os produtores da região expandindo os negócios e agregando ainda mais valor nos produtos produzidos aqui.

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Economia

Empresas Juniores da Unesc integram MEJ

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Considerada a principal ferramenta de educação empreendedora no ambiente acadêmico, o Movimento Empresa Júnior (MEJ) já é uma realidade próxima dentro da Unesc. Representado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), por meio do seu Departamento de Amparo às Empresas Juniores (EJ), as EJ’s da universidade passarão a compor um núcleo institucionalizado e autônomo, com foco na aproximação com a Federação de Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina (Fejesc) e Brasil Jr, potencializando o diálogo entre a instituição e demais instâncias de representação em nível estadual e nacional.

O MEJ é um movimento nacional que surgiu com a missão de formar, por meio da vivência empresarial, empreendedores comprometidos e capazes de transformar o Brasil. Desde 2010, o movimento já impactou mais de R$ 100 milhões na economia brasileira, que são integralmente reinvestidos na educação empreendedora dos estudantes. São mais de 1200 empresas juniores confederadas à Brasil Jr em mais de 226 instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas em todos os estados brasileiros.

As Empresas Juniores não são uma novidade na Unesc. A Universidade tem uma equipe dedicada na sua Agência de Inovação (Aditt), por meio do Núcleo de Empreendedorismo, para apoiar o processo de criação e desenvolvimento da sustentabilidade das empresas juniores na instituição, atualmente cinco em funcionamento e duas em processo de fundação. 

A pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Gisele Coelho Lopes, acredita no movimento que possibilitará o desenvolvimento de competências profissionais importantes, muito requeridas pelo mercado de trabalho. “Além do comportamento empreendedor, resiliência e proatividade, visão estratégica e capacidade de solucionar problemas complexos, são essenciais para os profissionais neste novo tempo. A Unesc é forte apoiadora do movimento, tendo resolução própria e também de condições para minimizar a rotatividade dos sócios, um desafio muito presente aos projetos de empresas juniores em instituições comunitárias não públicas”, reforça.

Para o coordenador do Departamento de Amparo às Empresas Júniores do DCE, Cassiano Farias, a aproximação com o Movimento irá proporcionar aos acadêmicos uma maior vivência no ambiente empreendedor e agregar conhecimento nas áreas em que atuam. “Queremos dar mais visibilidade às EJ’s que já estão aqui dentro da Unesc e potencializar a formação de novas empresas, alinhadas com um programa institucional que garanta a sua manutenção e permanência, para isso temos que ter a instituição como principal investidora e fiadora desse projeto. Isto porque, percebemos que atualmente boa parte dos estudantes, colaboradores e até professores não sabem o que é uma EJ. Este movimento possui um potencial muito grande de formação e capacitação de lideranças e a Unesc, bem como os movimentos estudantis, não podem ficar alheios ao que vem ocorrendo nas EJ’s”, enaltece.

Alinhado à gestão institucional e acadêmica, o movimento pretende crescer e ganhar novos espaços dentro da comunidade. “Quem sabe, num futuro, poderemos conquistar que uma parcela dos serviços contratados na Unesc, sejam realizados por empresas autogeridas por estudantes. Empresas sólidas, que tenham uma perenidade”, prospecta Farias.

Liderando o movimento no Sul do estado, o grupo de empresários busca, ainda, assumir a vanguarda de um polo MEJ no extremo Sul de Santa Catarina. “Queremos adquirir autonomia, auxiliar na fundação das empresas e ser referência em nossa região”, assegura.

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