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Economia

Crescimento econômico mantém ritmo acentuado em Içara

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Todos os índices mostram que o município de Içara vem crescendo em larga escala. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a cidade obteve o maior saldo positivo dos últimos onze anos na geração de postos de trabalho em 2021. Isso é resultado do aumento significativo do número de novas empresas, incluindo as de grande porte, microempresas, MEI´s, entre outras. No mesmo ano, o saldo fechou em 926 novos negócios na cidade sendo o maior número de toda a história.

Além disso, as empresas exportadoras sediadas na cidade têm batido recordes significativos na balança comercial. Em 2021, o saldo positivo cresceu 45% em comparação com o ano anterior. Foram mais de R$ 45,5 milhões contra R$ 29,2 milhões de 2020 e R$ 20,3 milhões de 2019. Nos primeiros cinco meses de 2022, a média mensal também já é superior a anos anteriores. Em maio deste ano, por exemplo, o volume exportado passou de US$ 7 milhões, considerada a maior marca da história.

“Esses números mostram que a cidade vai se consolidando como um excelente local para investir, trabalhar e morar. Mas, o grande desafio que temos no governo, agora, é transformar isso em qualidade de vida para as pessoas”, destacou a prefeita Dalvania Cardoso. “Não adianta batermos todos os recordes ano a ano se as pessoas não tiverem boa educação, saúde, infraestrutura e, principalmente, oportunidades para trabalhar e crescer”, completou.

Políticas públicas para acolher este crescimento

Para isso, foi criada a Escola Profissional Municipal que realiza cursos profissionalizantes ao longo de todo o ano. Por meio de empresas e instituições parceiras, o Governo investe na compra de cursos para que a cidade possa suprir a demanda de oferta de vagas no mercado de trabalho. “Estamos trabalhando para aumentar a qualidade e a oferta de mão de obra para os mais variados setores para atender este crescimento”, citou a prefeita.

Além disso, no ano passado, foram investidos mais de R$ 120 milhões de reais em setores como educação, saúde e infraestrutura. Na saúde, por exemplo, o número de atendimentos diversos cresceu 38% em comparação com 2020, fazendo aumentar a nota no Previne Brasil, índice do Ministério da Saúde, de 2,7 em janeiro do ano passado para 7,6 no final do ano. Na educação, a construção de novas creches e CEI´s, que já estão em curso, irão chegar perto de zerar o déficit histórico de vagas.

“Na infraestrutura, também estamos aprimorando a logística da cidade criando novos corredores e melhorando os atuais, na expectativa, por exemplo, que o governo anuncie a licitação da duplicação da SC 445, cujo projeto para a execução da primeira etapa já concluímos com recursos da prefeitura”, lembrou a prefeita. “Estamos criando a Rota do Turismo Rural, além de continuar buscando recursos ou dando encaminhamento para outras obras como Rodovia dos Trilhos, Rota Açoriana, entre outras”, pontuou Dalvania Cardoso.

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Economia

Guedes diz que PIB pode chegar a crescimento de 3% até fim do ano

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, que o país pode chegar ao final deste ano com um crescimento de 3% do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Segundo ele, a taxa de crescimento do PIB hoje já está em 2,6%.

Em palestra de pouco mais de uma hora para cerca de 150 empresários, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, Guedes criticou os analistas de mercado que menosprezaram a capacidade de recuperação da economia e segundo o ministro, fizeram projeções com números aquém dos que estão sendo registrados. O resultado, segundo ele, são as sequentes revisões.

Guedes afirmou que tecnicamente o governo está promovendo uma mudança de estrutura na economia e que os modelos tradicionais não conseguem capturar a velocidade desta mudança. O ministro listou ainda o colapso na economia argentina, a queda da barragem da Vale, em Brumadinho, Minas Gerais, e a pandemia de covid-19 como os três fatores que impediram a decolagem da economia brasileira no governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda na palestra, o ministro fez um balanço das medidas econômicas para aliviar a pressão inflacionária e defendeu a política fiscal do governo.

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Economia

Petrobras reduz preço de venda do gás de cozinha para distribuidoras

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (12)uma redução de vinte centavos no preço médio de venda do GLP, o gás de cozinha, para as distribuidoras. A redução passa a valer a partir de hoje.

O quilo vai passar de R$ 4,23 para R$ 4,03, uma redução média de R$ 2,60 no valor no botijão de 13 quilos, que cai para R$ 52,34.

A última redução do GLP ocorreu em abril deste ano, quando o preço médio do quilo caiu 25 centavos, com o botijão passando a custar R$ 54,94.

De acordo com a companhia, a queda nos valores acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado.

A estatal destacou ainda que publica no site preços.petrobras.com.br todas informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

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Economia

Criciúma – FIESC inicia estudo para mensurar o custo logístico da indústria

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A Federação das Indústrias (FIESC) deu início à nova edição do estudo para mensurar o custo logístico da indústria catarinense e Criciúma irá receber neste dia 15 de setembro, a partir das 18h30, a reunião que tem o principal objetivo de sensibilizar o setor a participar da pesquisa.

“O custo logístico interfere drasticamente na competitividade catarinense e o transporte é um componente importante e que tem colocado nossos custos logísticos em índices mais elevados em relação aos nossos concorrentes”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, lembrando que a pesquisa é realizada a cada dois anos para monitorar a competitividade de Santa Catarina na área. A última pesquisa, realizada em 2017, mostra que o custo logístico das empresas catarinenses (R$ 0,14 por real faturado) está acima da média nacional (R$ 0,11) e acima do observado em outros países, como Estados Unidos (R$ 0,08).

Cada indústria que participar do estudo receberá um diagnóstico individual dos seus custos logísticos e indicativos de melhorias.

Em Criciúma, o encontro que será realizado no Auditório FIESC – SESI de Aprendizagem, na Rua Lauro Sodré, contará com a participação do vice-presidente Litoral Sul da FIESC, Alexsandro da Cruz Barbosa, e do vice-presidente regional Sul da FIESC, José Carlos Spricígo. O Encontro seguirá com a apresentação do estudo de cursos logísticos industriais 2022 feito pelo professor Carlos Taboada, representante do Laboratório de Desempenho Logístico da UFSC.

Os interessados em participar do encontro poderão se inscrever de forma gratuita diretamente no link: https://forms.gle/rK5bA7hCTeZY6Ym96

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