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Economia

Criciúma ultrapassa marca de mil processos solicitados de forma digital

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A Prefeitura de Criciúma ultrapassou, em menos de um ano, a marca de mil processos inscritos pela plataforma digital. A ferramenta virtual foi implementada no Centro de Planejamento Urbano (CPU), permitindo maior agilidade nos serviços prestados pelo setor. No momento, 14 processos diferentes, entre eles alvarás, vistorias e licenças, podem ser solicitados online.

“A possibilidade de inscrição de forma digital proporciona agilidade e aumenta a segurança dos procedimentos, pois torna extravios de documentos mais difíceis. Além disso, tanto o técnico, responsável por analisar o pedido, quanto o solicitante podem acompanhar em que etapa se encontra o processo. Por isso, a ferramenta também contribui para a transparência do setor”, explicou o diretor do Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Aldinei Potelecki.

Desde a aplicação do novo recurso, o tempo para liberação de licenças de construção reduziu mais de 40%. Potelecki também informou que o site deve disponibilizar em breve mais serviços, como o “alvará automático para construções unifamiliares de até 60m²”. Para utilizar a plataforma, basta acessar o link ‘Aprova Digital, que está disponível no site criciuma.sc.gov.br. É necessário realizar um cadastro, e os seguintes serviços estão disponíveis atualmente:

  • – Análise e aprovação de Projeto Arquitetônico;
  • – Análise e aprovação de Projeto Hidrossanitário;
  • – Análise e aprovação de Desmembramento, Desdobro, Unificação, Retificação e Desapropriação;
  • – Análise e pré-aprovação de processo de viabilidade para loteamento/Condomínio Horizontal;
  • – Alteração de Divisas;
  • – Aprovação Final de Condomínio Horizontal;
  • – Aprovação Final de Loteamento;
  • – Autorização de Ligação de Água/ Energia;
  • – Habite-se;
  • – Licença de Construção;
  • – Licença de Demolição;
  • – Terraplanagem;
  • – Vistoria de Demolição;
  • – Vistoria Hidrossanitária.
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Economia

Petrobras aumenta preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras

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A partir de amanhã (12), depois de 77 dias sem aumentos, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito hoje (11) pela companhia, em nota à imprensa.

Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. Desde então, o preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.

Com a decisão de hoje, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.

Abastecimento

De acordo com a Petrobras, esses ajustes “são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”.

A companhia reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações de alta e baixa, “ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio, causadas por eventos conjunturais”.

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Economia

2021 teve a inflação mais salgada dos últimos seis anos

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro subiu 0,73%, 0,22 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 0,95% registrada em novembro. Com isso, o ano de 2021 se encerra com variação de 10,06%, acima dos 4,52% registrados em 2020. Em dezembro de 2020, a variação havia sido de 1,35%.

Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro. A maior variação veio de Vestuário (2,06%), que acelerou em relação a novembro (0,95%). Na sequência, vieram Artigos de Residência (1,37%) e Alimentação e bebidas (0,84%), grupo este que contribuiu com o maior impacto no índice do mês (0,17 p.p.). Além disso, destacam-se as variações de Habitação (0,74%) e Transportes (0,58%), inferiores às observadas no mês anterior (1,03% e 3,35%, respectivamente). O grupo Saúde e cuidados pessoais, por sua vez, teve alta de 0,75%, após a queda de 0,57% em novembro. Os demais ficaram entre o 0,05% de Educação e o 0,56% de Despesas pessoais.

IPCA fecha 2021 com alta de 10,06%

O IPCA encerrou o ano com variação de 10,06%, acima dos 4,52% registrados em 2020. Na tabela abaixo, pode-se observar as variações mensais do índice em 2021.

MêsVariação (%) 
MêsTrimestreAno 
Janeiro0,25 0,25 
Fevereiro0,86 1,11 
Março0,932,052,05 
Abril0,31 2,37 
Maio0,83 3,22 
Junho0,531,683,77 
Julho0,96 4,76 
Agosto0,87 5,67 
Setembro1,163,026,90 
Outubro1,25 8,24 
Novembro0,95 9,26 
Dezembro0,732,9610,06 
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços  

O resultado de 2021 foi influenciado principalmente pelo grupo Transportes, que apresentou a maior variação (21,03%) e o maior impacto (4,19 p.p.) no acumulado do ano. Na sequência vieram Habitação (13,05%), que contribuiu com 2,05 p.p., e Alimentação e bebidas (7,94%), com impacto de 1,68 p.p. Juntos, os três grupos responderam por cerca de 79% do IPCA de 2021. Cabe mencionar ainda as variações acumuladas dos grupos Artigos de residência (12,07%) e Vestuário (10,31%). Este último havia sido o único grupo com deflação no ano anterior.

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Economia

Nova Veneza concede incentivos para empresas

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Com o objetivo de estimular a vinda de novas empresas ao município, o prefeito Rogério Frigo assinou na manhã desta terça-feira (11) dois decretos que concedem benefícios econômicos e fiscais de dois terrenos no Parque Industrial Rio Guarapari, localizado no Distrito de São Bento Baixo, para duas empresas iniciarem os trabalhos no local. As empresas contempladas foram a WGM Refratários Eireli e a Balcci Indústria e Comércio de Confecção, após se cadastrarem no Edital de Chamamento Público.

De acordo com o chefe do executivo, a concessão foi realizada de acordo com as normas estipuladas no Edital de Chamamento Público e teve aprovação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. “Isso é muito importante para o desenvolvimento de Nova Veneza e queremos criar mais alternativas para atrair empresas para a nossa cidade. Isso é uma forma de melhorar a nossa economia, gerando emprego e renda para os cidadãos, fazendo com que Nova Veneza fique cada vez mais forte. Neste mesmo local ainda temos um terreno para instalar mais uma empresa, então nossa ideia é continuar com estas ações”, pontua Frigo.

As empresas assinaram o termo, se comprometendo a cumprir com todos os encargos previstos do Edital. “Agora com a concessão em mãos vamos começar a construção da fábrica e projetamos até o final deste ano já estar operando no Parque Industrial. Poderíamos ter escolhido qualquer cidade para a instalação da nossa empresa, porém escolhemos Nova Veneza por ser uma cidade que se diferencia das demais, em muitos aspectos, e por ser uma cidade que olha pra frente e que faz acontecer”, explica o proprietário da empresa Balcci, Paulo Henrique Maccarini.

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