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Economia

Mercado financeiro eleva expectativa da inflação de 2023 para 5,48%

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A previsão do mercado financeiro para a inflação no Brasil em 2023, representada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 5,39% para 5,48%.

A estimativa do Boletim Focus foi divulgada nesta segunda-feira (23). A pesquisa do Banco Central (BC) é feita toda semana, e traz a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3,25% para este ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em carta ao Ministério da Fazenda, o Banco Central afirmou que a inflação só ficará dentro da meta a partir de 2024.

Em 2022, a inflação fechou com alta de 5,79%. A meta estava em 3,5%.

Já a projeção do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2023 variou de 0,77% para 0,79%. O índice representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

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Economia

Inovação – como tornar o seu negócio exponencial e escalar?

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Uma das grandes questões para quem empreende é dar o próximo passo para crescer. O desafio das organizações que está ligado a essa máxima é o de gerar resultados, se adaptando ao mood exponencial. Mais do que moda ou tendência, em organizações públicas e privadas, inovar é preciso, frente a uma realidade cada vez mais competitiva e provocadora. Mas, como fazer para atingir a mudança de cultura necessária para alcançar ritmo e escalabilidade?  É possível se apropriar do estilo startup em empresas com perfil mais conservador e avançar? Como colocar na prática esse movimento? Ações realizadas na região, como a própria Cidade do Conhecimento e missões frequentes para outros Estados e países em busca de informações, sinalizam a necessidade e o desejo da quebra de paradigmas para fortalecer a cena de inovação e o consequente crescimento das organizações regionais.

O ecossistema de inovação, que vem se materializando na região com iniciativas diversas, reúne três grandes pilares: academia, poder público e iniciativa privada; todos em busca de alternativas e soluções que têm como propósito colocar a região em outro patamar de crescimento. Para movimentar os segmentos envolvidos, surgiu a ideia de tirar os profissionais do seu habitat a fim de que possam vivenciar experiências que farão a diferença, possibilitando fomentar novos modelos de negócios.  A intenção é proporcionar conexão entre players diversos, criando novas oportunidades para ampliar o pensamento, numa imersão no Learning Village, em SP, hub criado pela HSM e Singularity Brasil. O espaço é destinado a apoiar empresas na jornada de inovação a partir de programas, projetos, ferramentas e metodologias para desenvolver pessoas e gerar valor.

O hub foi palco para mais de 400 eventos voltados para a formação de líderes no ano passado e em abril irá receber um grupo de profissionais do Sul catarinense. O projeto está sendo desenvolvido pela Bossa Experiências Criativas, que objetiva estimular o movimento de inovação. “A imersão oferecerá muito conhecimento, principalmente para quem está buscando saber mais sobre a inovação aberta” alerta Lúcia Búrigo, sócia da Bossa e professora.    “A intenção é voltar de lá com outro olhar para as soluções de negócios locais. Esse é um chamado a pessoas que estejam repensando suas práticas para crescer, sejam elas do varejo, da indústria, lideranças das mais diversas áreas, profissionais liberais, consultores, professores, pesquisadores… todos sairão de lá com novas possibilidades”, enfatiza.

O programa inicia com recepção, às 8h30min do dia 17 de abril, e segue até as 19 horas. Durante a programação, haverá pitchs, painéis, apresentações de cases e palestras, discussões de oportunidades e outras atividades. Para mais informações, assim como inscrições para o evento, basta entrar em contato com o (48) 99167-0755.

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Economia

Taxa de desemprego no país cai para 8,1%, aponta PNAD

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A taxa de desemprego caiu pelo segundo trimestre seguido e ficou em 8,1% no período encerrado em novembro, frente aos três meses anteriores, quando havia sido de 8,9%. A taxa apurada em setembro, outubro e novembro deste ano é a menor desde até abril de 2015. Os dados são da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, o número de desempregados ficou em 8,7 milhões, o menor contingente desde o trimestre terminado em junho de 2015. São 953 mil pessoas a menos em busca de emprego no país, na comparação com junho, julho e agosto.

A coordenadora da Pnad, Adriana Beringuy, explicou que a retração da taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro deve-se ao aumento de 0,7% na ocupação no período, que novamente atingiu o maior nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Esse percentual equivale a um acréscimo de 680 mil pessoas no mercado de trabalho.

E acrescentou que a expansão da população ocupada começou com os trabalhadores informais e, depois, do emprego com carteira assinada nos mais diversos grupamentos de atividades, entre eles comércio e indústria. Mais recentemente, houve também aumento nos serviços, que exercem um papel importante na recuperação da população empregada.

A pesquisa destaca, ainda, que houve uma redução de 4,8% no número de desalentados, ou seja, no trimestre encerrado em novembro, 203 mil pessoas resolveram voltar a procurar emprego, em relação ao trimestre anterior.

E outro destaque foi o rendimento médio real, que aumentou 3,0% em relação ao trimestre encerrado em agosto, e que foi estimado em R$ 2.787.

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Economia

Dois em cada dez brasileiros não sabem como vão pagar o IPVA

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Até que ponto o brasileiro se dispõe a gastar mais para ter um carro? Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pela Serasa quis saber mais sobre essa complexa relação que, com certeza, passa pelo bolso.

O estudo inédito sobre as tendências e as relações comportamentais do motorista chama a atenção para o fato de que dois em cada 10 brasileiros que possuem carro ainda não sabem como vão pagar o IPVA deste ano. Além disso, os gastos com automóveis estão entre os três maiores custos anuais para dois terços da população, ficando atrás apenas da alimentação.

De acordo com Felipe Schepers, da Opinion Box, uma empresa de pesquisa que ajuda a entender o comportamento dos consumidores, o levantamento mostra que, apesar dos altos custos, 3 em cada 5 entrevistados utilizam o carro todos os dias.

As funções consideradas mais usuais são os “passeios no fim de semana” e “compras e tarefas no dia a dia”. Entretanto, a principal razão de possuir um carro é a necessidade de deslocamento para trabalho e estudo. Indicado por um quarto dos entrevistados, como explica Felipe Schepers.

O período da pandemia de covid-19 também impactou o uso dos veículos. Um terço dos motoristas disseram que estão usando menos o veículo hoje do que no período pré-pandemia. Esse comportamento é atribuído ao aumento do preço dos combustíveis.

Já entre aqueles que estão usando o carro mais vezes hoje, mais da metade diz que encontraram no veículo uma forma de deslocamento mais eficiente. 

Sobre as tendências para o mercado, Felipe Schepers explica que o brasileiro ainda se prende à ideia de possuir um carro próprio, em vez de olhar oportunidades mais baratas, como o aluguel, por exemplo.

A pesquisa foi realizada em dezembro de 2022 e foram entrevistados mais de dois mil consumidores com idade entre 18 e mais de 50 anos, das classes sociais de A a E.

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