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Economia

Região se aproxima de 6 mil novos empregos formais gerados no ano

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Liderada pelo setor de serviços, a geração de empregos com carteira assinada alcança quase 6 mil novas vagas adicionadas entre janeiro e julho na Região Carbonífera. No período, foram acrescentados 5.944 postos de trabalho formal, considerando os 12 municípios que compõem a região. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta segunda-feira, 29, pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Do total, 3.554 novas vagas foram acrescentadas pelos serviços. Com isso, o estoque de empregos formalizados no setor chegou a 48.218 em julho, bem acima dos 42.137 registrados em fevereiro de 2020, antes da pandemia de coronavírus.

Em julho de 2020, em virtude dos impactos ocasionados pela crise de saúde, o setor de serviços teve o estoque de empregos formais reduzido para 40.972 na região. No mesmo mês do ano passado, o número de postos de trabalho ocupados no setor já havia subido para 44.087. Assim, em julho 2022 o aumento chegou a 4.131 empregos na comparação com o mesmo mês de 2021.

Observa-se ainda que praticamente todos os setores contribuíram de forma positiva para o resultado acumulado no ano. Em todos os meses de 2022, houve mais contratações que demissões na região.

Entre janeiro e julho, a indústria da Região Carbonífera adicionou 1.907 postos de trabalho com registro em carteira. Na construção, foram mais 360 e, no comércio, 176. Já a agropecuária teve saldo negativo de 53.

Por município, o melhor desempenho do ano na região segue com Criciúma, onde foram gerados 3.465 novos empregos até julho. A seguir, vêm Orleans, com 601; Içara, com 436; e Forquilhinha, com 404.

Também contribuíram positivamente Nova Veneza (336), Morro da Fumaça (284), Balneário Rincão (193), Lauro Müller (181), Siderópolis (116) e Cocal do Sul (86). Urussanga e Treviso fecharam 147 e 11 postos de trabalho formais no período, respectivamente

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Economia

Guedes diz que PIB pode chegar a crescimento de 3% até fim do ano

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, que o país pode chegar ao final deste ano com um crescimento de 3% do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Segundo ele, a taxa de crescimento do PIB hoje já está em 2,6%.

Em palestra de pouco mais de uma hora para cerca de 150 empresários, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, Guedes criticou os analistas de mercado que menosprezaram a capacidade de recuperação da economia e segundo o ministro, fizeram projeções com números aquém dos que estão sendo registrados. O resultado, segundo ele, são as sequentes revisões.

Guedes afirmou que tecnicamente o governo está promovendo uma mudança de estrutura na economia e que os modelos tradicionais não conseguem capturar a velocidade desta mudança. O ministro listou ainda o colapso na economia argentina, a queda da barragem da Vale, em Brumadinho, Minas Gerais, e a pandemia de covid-19 como os três fatores que impediram a decolagem da economia brasileira no governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda na palestra, o ministro fez um balanço das medidas econômicas para aliviar a pressão inflacionária e defendeu a política fiscal do governo.

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Economia

Petrobras reduz preço de venda do gás de cozinha para distribuidoras

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (12)uma redução de vinte centavos no preço médio de venda do GLP, o gás de cozinha, para as distribuidoras. A redução passa a valer a partir de hoje.

O quilo vai passar de R$ 4,23 para R$ 4,03, uma redução média de R$ 2,60 no valor no botijão de 13 quilos, que cai para R$ 52,34.

A última redução do GLP ocorreu em abril deste ano, quando o preço médio do quilo caiu 25 centavos, com o botijão passando a custar R$ 54,94.

De acordo com a companhia, a queda nos valores acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado.

A estatal destacou ainda que publica no site preços.petrobras.com.br todas informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

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Economia

Criciúma – FIESC inicia estudo para mensurar o custo logístico da indústria

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A Federação das Indústrias (FIESC) deu início à nova edição do estudo para mensurar o custo logístico da indústria catarinense e Criciúma irá receber neste dia 15 de setembro, a partir das 18h30, a reunião que tem o principal objetivo de sensibilizar o setor a participar da pesquisa.

“O custo logístico interfere drasticamente na competitividade catarinense e o transporte é um componente importante e que tem colocado nossos custos logísticos em índices mais elevados em relação aos nossos concorrentes”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, lembrando que a pesquisa é realizada a cada dois anos para monitorar a competitividade de Santa Catarina na área. A última pesquisa, realizada em 2017, mostra que o custo logístico das empresas catarinenses (R$ 0,14 por real faturado) está acima da média nacional (R$ 0,11) e acima do observado em outros países, como Estados Unidos (R$ 0,08).

Cada indústria que participar do estudo receberá um diagnóstico individual dos seus custos logísticos e indicativos de melhorias.

Em Criciúma, o encontro que será realizado no Auditório FIESC – SESI de Aprendizagem, na Rua Lauro Sodré, contará com a participação do vice-presidente Litoral Sul da FIESC, Alexsandro da Cruz Barbosa, e do vice-presidente regional Sul da FIESC, José Carlos Spricígo. O Encontro seguirá com a apresentação do estudo de cursos logísticos industriais 2022 feito pelo professor Carlos Taboada, representante do Laboratório de Desempenho Logístico da UFSC.

Os interessados em participar do encontro poderão se inscrever de forma gratuita diretamente no link: https://forms.gle/rK5bA7hCTeZY6Ym96

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