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Economia

Siderópolis amplia atrativos turísticos com Ciclorrota do Gemellaggio

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Iniciante no ciclismo ou praticante experiente, não importa, pois a Rota do Gemellaggio será para todos. Aproximadamente 30km de trajeto compõem a atração com passagem por alguns locais que fazem parte da história de Siderópolis e ainda permitem estar em contato com as mais belas paisagens do município. No caminho está o antigo prédio da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), igrejas, cachoeiras e também o monumento que celebra os laços da cidade com Forno Di Zoldo, na Itália.

“Com o aumento da prática do ciclismo, essas rotas permitirão que as pessoas sintam ainda mais desejo de pedalar aqui”, indica um dos idealizadores, Aurélio Pazzetto Neto. Além dele, o desafio de estruturar a Rota do Gemellaggio envolve a experiência da Soultrip Ecoturismo e também o Departamento de Turismo de Siderópolis. O próximo passo será preparar a sinalização e lançar a agenda de visitas guiadas. As datas poderão ser acompanhadas em www.soultrip.com.br.

“Os empreendedores locais também poderão contribuir ao abrir as portas, receber bem cada visitante, além de investir também em atrativos para que essa vivência seja cada vez mais positiva”, enaltece a diretora da Soultrip, Luciana Tertuliano. “Todos sabem o quanto os ciclistas giram a economia no local, principalmente na gastronomia. E, quando um ciclista vem até nossa cidade e sente-se confortável, ele volta, traz a família e indica amigos”, acrescenta Aurélio.

“O Departamento de Turismo está trabalhando para mapear e desenvolver produtos nessa área de cicloturismo. O apoio é integral e incondicional”, afirma o diretor de Turismo de Siderópolis, Tiago Henrique Vieira de Freitas. Além da Ciclorrota do Gemellaggio, outras duas opções para os ciclistas também já estão em desenvolvimento. “Teremos graus de dificuldade maiores para quem pretende buscar ainda mais aventura”, pontua Luciana.

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Economia

Região Carbonífera tem o melhor semestre dos últimos três anos

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A Região Carbonífera começou 2021 comemorando um índice positivo na economia: o melhor semestre dos últimos três anos nas exportações. Na soma dos 12 municípios, o volume negociado ao exterior entre janeiro e junho foi superior a US$ 158 milhões, representando um aumento do 41,15% em relação ao mesmo período de 2020, quando ficou em US$ 112 milhões. Em 2019, as exportações alcançaram US$ 126 milhões.

Foi também o sétimo melhor desempenho para o semestre entre 1997 e 2021, período em que as informações são disponibilizadas pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços no sistema Comex Stat. O recorde continua sendo o de 2011, quando o volume exportado no primeiro semestre passou de US$ 200 milhões.

“Esse é mais um dado positivo para a região, que já vinha demonstrando recuperação econômica através de outros indicadores, como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). O aumento das exportações é um fator importante para as empresas, que alcançam novos mercados, mas também reflete na geração de mais empregos e renda”, aponta o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin.

Projeções

Segundo o professor Julio Cesar Zilli, coordenador do Núcleo Operacional Criciúma do Programa de Qualificação para Exportação (Peiex/Unesc), as principais projeções para 2021 já sinalizavam para um ambiente de recuperação e de crescimento.

“Projetava-se um aumento significativo das exportações, impactado principalmente pela taxa de câmbio. Como a região possui entre os seus carros chefe na exportação os cortes congelados de frango e produtos cerâmicos, verificava-se essa tendência de crescimento, em decorrência principalmente pela competitividade apresentada por esses setores”, expõe Zilli.

A venda de revestimentos cerâmicos ao mercado externo movimentou US$ 47.252.317 no primeiro semestre, representando 29,88% de toda a exportação da Região Carbonífera no período. Carnes e miudezas de aves responderam por 21,23% do total, movimentando US$ 33.574.460 entre janeiro e junho.

A seguir, vêm os insumos para as indústrias da cerâmica, do esmalte e do vidro, com US$ 13.302.955 (8,41%); máquinas e aparelhos para a agropecuária, com US$ 8.359.766 (5,29%); e o mel natural, com US$ 8.070.273 (5,10%).

Desempenho por município

O desempenho da região no semestre foi puxado por Criciúma, que contabilizou mais de US$ 52 milhões em exportações. Forquilhinha aparece como o segundo maior exportador, com US$ 36,8 milhões comercializados. Içara vem logo a seguir, com US$ 29,8 milhões, enquanto Cocal do Sul exportou US$ 18 milhões no período.

Na sequência, estão Orleans (US$ 7,5 milhões), Morro da Fumaça (US$ 4,2 milhões), Urussanga (US$ 4,1 milhões), Nova Veneza (US$ 2 milhões), Lauro Müller (US$ 1,8 milhão), Siderópolis (US$ 936,8 mil), e Balneário Rincão (US$ 357,3 mil).

Volume de importações supera US$ 301 milhões

Em relação às importações, o volume na região supera o de exportações desde 2019. Foram US$ 184,1 milhões no primeiro semestre de 2019, US$ 145,7 milhões nos seis primeiros meses do ano passado e US$ 301,3 milhões neste ano, fazendo com que a balança comercial do primeiro semestre apresentasse déficit de US$ 58 milhões, US$ 33,7 milhões e US$ 143,2 milhões nos últimos três anos, respectivamente.

“Os 12 municípios têm boa atuação no mercado exterior, quando têm seus números somados para serem levados em conta como associação. Ao analisarmos o saldo comercial nos últimos dez anos (2010 a 2020), verifica-se um montante de US$ 27,54 milhões superavitários”, salienta Zilli.

“Uma região que consegue expandir seus negócios para fronteiras internacionais desenvolve a sua capacidade de inovação e aprimoramento industrial, de processos e de serviços. Em contrapartida, uma região que importa tem acesso a matéria-prima, produtos e serviços diferenciados, que podem alavancar a sua competitividade”, acrescenta.

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Economia

Negócios, prospecções e lazer marcam a volta da Feira CasaPronta Criciúma

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Inúmeros fatores envolvem a construção de uma casa. Desde a escolha do local, até os acabamentos finais, cada detalhe é importante e faz a diferença para quem sempre sonhou em ter um lar para chamar de seu. É pensando nisso, que há 19 anos a Feira CasaPronta Criciúma reúne em um só lugar, o que há de melhor e mais moderno no mercado nos setores da construção, decoração e mobiliário. O evento, que já virou tradição, é considerado o maior de Santa Catarina no segmento, e em 2021 chegou à 18ª edição, recebendo 20 mil visitantes durante os cinco dias de feira.

“Esta edição tem um gosto especial de superação e união. Depois de um ano sem poder realizar a feira, vimos nos expositores e no próprio público, a importância da CasaPronta em diferentes níveis. Desta forma, junto com o Governo Municipal e os órgãos de saúde, criamos um Plano de Contingência e adaptamos alguns pontos do evento para melhor receber a todos. Deu certo! O que vimos nesta edição foi muito gratificante”, afirma a diretora da NossaCasa Feiras & Eventos, organizadora da CasaPronta, Jaqueline Backes.

A satisfação de Jaqueline se repete entre os expositores. “Esta é a primeira vez que expomos com um espaço próprio. A experiência foi muito satisfatória, principalmente porque vimos aqui, uma importante vitrine para posicionamento e fixação da nossa marca”, comenta o gerente comercial da ConstruFase Construtora, Marcelo Serafim Farias. Ainda de acordo com ele, aproximadamente 40 corretores parceiros da marca trabalharam no evento. “Fizemos em formato de rodízio, separando as equipes por dias e horários. Tivemos retornos positivos de todos, especialmente quanto à captação de contatos, para negociações pós-feira”, acrescenta.

Casa: Teto de afeto

Um dos espaços que mais chamaram a atenção nesta edição, foi a “Casa: Teto de afeto”. “Quando decidimos que participaríamos da Feira CasaPronta, já tínhamos em mente que gostaríamos de fazer algo único, surpreendente”, comenta um dos realizadores do projeto, Fernando Cadorin, proprietário da Cadorin Móveis. 

A ideia deu certo. O projeto foi criado pelas arquitetas Aline Beneton e Monique Castanhetti e contou com o apoio da Addri Ambientes e demais parceiros. O ambiente criado trouxe elementos personalizados e, mais do que isso, trouxe a sensação de aconchego de um lar. “Nosso objetivo era de que as pessoas sentissem como se estivessem visitando a casa dos amigos, que se sentissem acolhidas”, acrescenta.

Além do sucesso do espaço, o reconhecimento das marcas também foi um ponto importante destacado por Felipe de Souza Gonçalves, proprietário da Marmoraria Rocha Forte e que, junto com Cadorin, tirou o sonho do papel e realizou esse projeto grandioso dentro do evento. “A Feira CasaPronta é um espaço excelente para visibilidade de marca. Trouxemos para a feira o nosso conceito de qualidade e foi muito bem aceito pelo público que, assim como a gente, agora está na expectativa para as novidades surpreendentes que traremos na próxima edição”, pontua.

Próxima edição já tem data marcada

E para quem visitou a feira, as expectativas também foram superadas. “Eu nem lembro direito quando foi a última vez que sai para prestigiar um evento assim. Devido a tudo o que passamos por conta da pandemia, evitei os eventos sociais por muito tempo. Quando soube da realização da CasaPronta, fiz questão de prestigiar. É muito bom ver uma feira tão bonita acontecendo. Ainda mais em tempos assim. Foi como acender a esperança no coração. Esperança de que dias melhores e mais seguros podem ser, de novo, uma realidade”, ressalta a professora Salete Gomes.

A 19ª Feira CasaPronta Criciúma acontecerá de 19 a 23 de outubro de 2022, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti.

Informações e foto – Ápice 360

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Economia

Petrobras reajusta hoje preços do gás de cozinha e da gasolina

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A partir de hoje (9), entram em vigor nas distribuidoras o reajuste nos preços do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, e da gasolina. A Petrobras manteve por 95 dias os preços estáveis no gás de cozinha, “nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a companhia realizará ajuste no preço do GLP para as distribuidoras”, informou a companhia, em nota.

Para a gasolina, o período de estabilidade foi de 58 dias. Na nota, a empresa esclarece que “esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”. E refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global.

Desta forma, a partir deste sábado, o preço médio e venda do gás de cozinha, passa de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.

Para a gasolina, o preço médio de venda para as distribuidoras, passa de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, com reajuste médio de R$ 0,20 por litro.

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