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Economia

Startup criada na Unesc recebe premiação estadual

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Nascida dentro da Unesc, a startup psiU segue se destacando no estado. Desta vez, um dos sócios, Cassiano Farias, foi ao Orion Parque Tecnológico, o Centro de Inovação de Lages, onde recebeu a premiação do Reuni Challenge de 2021 e o case de sucesso que a empresa se tornou.

A proposta da empresa, conforme o egresso, surgiu no Reuni Challenge e vem ganhando destaque desde então. “A partir da proposta criada no evento, trouxemos o título de Universidade não estatal mais empreendedora para a Unesc, o que deu uma boa visibilidade para o Movimento Empresa Júnior. Esse tipo de reconhecimento ajuda muito a fortalecer a inovação na Instituição, por isso a importância de participar de eventos como este”, destaca Farias.

A premiação recebida pela startup criada entre acadêmicos da Universidade, conforme a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, demonstra o potencial dos estudantes estimulados pelas ações de inovação da Instituição. “Ações pautadas no incentivo à inovação e ao empreendedorismo cada vez mais fazem parte do dia a dia dos estudantes da Unesc. Reconhecimentos como este demonstram a qualidade do ensino e grande potencial dos nossos alunos, nossos grandes projetos de futuro”, pontua.

O Reuni Challenge SC, promovido pelo Orion Parque, surgiu com o objetivo de estimular a cultura empreendedora dentro das instituições de ensino superior, conectando o conhecimento universitário com as demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores em apenas um final de semana. “Somos uma Universidade Comunitária referência na formação em Inovação e Empreendedorismo. A Unesc dá oportunidades para preparar novos negócios, mas também fortalecer os já existentes. O protagonismo estudantil é oportunizado quando espaços como esses como o Reuni Challenge SC colocam nossos estudantes na vitrine a partir dos desafios superados no processo. Estamos certos que a startup psiU, assim como outras tantas startups que temos incubadas na nossa Itec.in alçarão voos ainda maiores”, afirma a pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Gisele Silveira Coelho Lopes.

Troca de experiências

O sócio da psiU, que também apresentou um pitch para investidores e participou de uma conversa com os participantes do evento, salienta ainda que participar do evento foi uma boa oportunidade para conhecer outro Centro de Inovação. “Ele é referência para nós com várias empresas já atuando lá, produzindo inovação que contribui com a cidade. Poder trocar experiências e mostrar um pouco do que fazemos em Criciúma faz com que vamos nos ressignificando, além de nos impulsionar a trazer novas ideias para dentro da Unesc, contribuindo com aqueles que fazem a inovação acontecer na nossa cidade”, completa Cassiano.

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Economia

Morro da Fumaça reúne agricultores para a criação de Rota Rural

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A agricultura familiar faz parte da identidade de Morro da Fumaça. Além de garantir o sustento de centenas de lares, a atividade também possui um potencial para alçar novos horizontes. Para difundir a ideia da criação de uma Rota Rural no município, o Governo Municipal, em parceria com o Conselho de Turismo e a participação da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) reuniu, alguns dos agricultores fumacenses em uma palestra sobre o turismo rural.

A rota contempla a produção de queijos e vinhos coloniais, farinha de milho, frutas e flores. O intuito do encontro focou na orientação e no incentivo aos produtores rurais. “Junto com a Epagri, nós explicamos aos agricultores como funciona uma rota turística. Passamos a motivação, porque para tirarmos essa ideia do papel, o trabalho também depende deles. Cada um, dentro do seu perfil, precisa preparar o ambiente. Ver o que de melhor eles têm a oferecer e vender”, explica Rosangela Pagnan Maragno, a Danda, diretora do Departamento de Cultura do Governo de Morro da Fumaça.

A rota será ligada à gastronomia italiana. “Vamos levar o visitante a conhecer como se é produzido o queijo, o salame, colhida a uva, o morango… Também teremos a opção de restaurantes típicos e cafés coloniais”, complementa Danda. Quem mediou o encontro foi Thaise Guzzatti, professora de Educação do Campo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que apresentou cases de sucesso observados em outras cidades catarinenses.

Em ascensão

O turismo rural é uma vertente em ascensão na região, fomentando o empreendedorismo local. “Eu tenho bastante esperança de que vamos ter sucesso. Com mais visitantes conhecendo a cidade, ganham os produtores, o comércio, os restaurantes. Movimenta a economia e gera renda”, destaca o prefeito Noi Coral.

Neste ano, Morro da Fumaça ingressou pela primeira vez no Mapa do Turismo Brasileiro, colocando-se como um destino consolidado para receber repasses e emendas do Ministério do Turismo e desenvolver políticas públicas para potencializar ainda mais a atividade na cidade.

“Para termos uma economia forte, precisamos ser pujantes em diferentes setores. O turismo é um campo onde temos muito espaço para avançar, por isso traçamos a meta de ampliarmos o nosso leque de atrações e recebermos cada vez mais visitantes”, finaliza o vice-prefeito Eduardo Sartor Guollo.

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Confiança do industrial catarinense atinge maior patamar do ano

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A confiança do empresário industrial catarinense registrou em setembro o maior patamar em 2022. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), apurado em Santa Catarina pelo Observatório FIESC, aumentou 2,2 pontos no mês, alcançando 61 pontos. O resultado mantém o ICEI catarinense próximo à média nacional, que possui 62,8 pontos. O índice varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança no cenário econômico. Abaixo, indicam falta de confiança.

O presidente em exercício da FIESC, Gilberto Seleme, afirma que “a melhoria na confiança reflete o desempenho dos indicadores econômicos em níveis superiores aos que estavam sendo projetados pelo mercado para 2022, além do arrefecimento dos custos de produção, o que estimula o sentimento de otimismo na indústria”.

A análise do Observatório destaca um crescimento do PIB de 1,2% no segundo trimestre do ano, em comparação com o trimestre anterior. A ampliação dos estímulos fiscais de manutenção da renda, em agosto, fortaleceu as expectativas de alta no consumo das famílias e no setor de serviços. Assim, no primeiro semestre deste ano, essas variáveis guiaram o crescimento da atividade econômica.

As medidas de redução dos impostos sobre os combustíveis, em meados de junho e com perspectivas de continuidade para 2023, estão entre os fatores que aumentaram a confiança do empresário industrial catarinense. Além disso, as condições de oferta foram favorecidas pela redução nas alíquotas de importação de matérias-primas da indústria plástica.

“Os bens intermediários, que abrangem insumos industriais básicos e combustíveis, foi a categoria que registrou o maior crescimento nos preços em 2022. Com as medidas de arrefecimento da inflação, sua variação acumulada em 12 meses reduziu de 41% para 27% de janeiro a julho, se aproximando agora da média da indústria geral”, explicou a economista do Observatório FIESC, Mariana Guedes.

Um dos componentes do ICEI, o Índice de Condições Atuais, segue em alta e acima dos 50 pontos pelo quarto mês consecutivo, atingindo 57,1 pontos. Isso indica que o empresário industrial catarinense sente melhora no cenário econômico do país, com o otimismo em ascensão. Já o Índice de Expectativas, que mensura o sentimento do industrial para os próximos seis meses, também registrou aumento de 1,3 pontos no estado e de 2,4 pontos na média nacional

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Economia

Guedes diz que PIB pode chegar a crescimento de 3% até fim do ano

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, que o país pode chegar ao final deste ano com um crescimento de 3% do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Segundo ele, a taxa de crescimento do PIB hoje já está em 2,6%.

Em palestra de pouco mais de uma hora para cerca de 150 empresários, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, Guedes criticou os analistas de mercado que menosprezaram a capacidade de recuperação da economia e segundo o ministro, fizeram projeções com números aquém dos que estão sendo registrados. O resultado, segundo ele, são as sequentes revisões.

Guedes afirmou que tecnicamente o governo está promovendo uma mudança de estrutura na economia e que os modelos tradicionais não conseguem capturar a velocidade desta mudança. O ministro listou ainda o colapso na economia argentina, a queda da barragem da Vale, em Brumadinho, Minas Gerais, e a pandemia de covid-19 como os três fatores que impediram a decolagem da economia brasileira no governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda na palestra, o ministro fez um balanço das medidas econômicas para aliviar a pressão inflacionária e defendeu a política fiscal do governo.

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