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Economia

Em 2017 Brasil fechou quase 21 mil empregos formais

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O Brasil fechou 20.832 vagas de trabalho formal em 2017, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (26) pelo Ministério do Trabalho. O número representa redução de 0,05% em relação ao estoque de 2016, quando foram fechadas 1.326.558 vagas. Esse foi o terceiro ano consecutivo de saldo negativo. Em 2015, houve queda de 1.534.989 vagas.

Para o Ministério do Trabalho, o resultado de 2017 significa estabilidade do emprego no país. “É um resultado que veio dentro das expectativas. Todas as estimativas de mercado apontavam para algo próximo da estabilidade no emprego”, avaliou o coordenador-geral de Estatística do ministério, Mário Magalhães.

De acordo com os dados, as contratações, no ano passado, totalizaram 14.635.899, e as demissões, 14.656.731. Apenas em dezembro, 328.539 postos de trabalho formal foram fechados – queda de 0,85% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os números do Caged 2017 já incluem contratos firmados sob novas modalidades previstas na reforma trabalhista, como a jornada parcial e a jornada intermitente. Foram, ao todo, 2.851 admissões para trabalho intermitente no mês de dezembro e 227 desligamentos. Em relação ao trabalho parcial, foram 2.328 admissões e 3.332 desligamentos, no mesmo período. O saldo foi de queda de 1.004 empregos.

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Economia

Acic retoma atividades e reforça pautas estratégicas para o desenvolvimento regional

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A diretoria da Associação Empresarial de Criciúma (Acic) realizou, na noite de segunda-feira (9), a primeira reunião de 2026. O encontro contou com a participação do CEO do Consórcio Regional Sul Airport, Eglon Buraseska, responsável pela administração do Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna.

Durante a reunião, a entidade reafirmou as principais bandeiras da gestão 2025–2027. Conforme o presidente da Acic, Franke Hobold, a associação tem ampliado a atuação em pautas consideradas essenciais para o crescimento regional. “A Acic vem se fortalecendo como referência na representação da comunidade empresarial, com participação ativa em ações estratégicas”, destacou.

Entre as prioridades está a busca por uma solução definitiva para o Morro dos Cavalos, na BR-101, em Palhoça. No ano passado, a entidade lançou a campanha Morro dos Cavalos – Solução Já! e, em janeiro, o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou a construção de dois túneis no local, com previsão de início das obras ainda em 2026 e conclusão até 2028.

A Acic também defende melhorias em rotas alternativas, como o asfaltamento da SC-108, entre Anitápolis e Santa Rosa de Lima, e da SC-435, entre São Martinho e São Bonifácio, além da manutenção do trecho atual do Morro dos Cavalos.

Infraestrutura e investimentos

Na pauta regional, a entidade acompanha a conclusão do Anel de Contorno Viário de Criciúma e o avanço das obras da SC-108 nos trechos entre Urussanga, Cocal do Sul e Criciúma. O incentivo à criação de novas áreas industriais também segue como estratégia para expansão econômica.

Na área educacional, a Acic manterá ações voltadas à qualificação profissional e à atração de novos investimentos, além do suporte às empresas diante da Reforma Tributária e da ampliação da internacionalização dos negócios. A entidade também prevê participação em duas missões internacionais ao longo de 2026.

Aeroporto Regional

Uma das principais pautas defendidas pela Acic, o Aeroporto Regional Sul deve receber investimentos superiores a R$ 70 milhões durante os 30 anos de concessão do Consórcio Regional Sul Airport. Segundo Buraseska, os investimentos ambientais iniciam ainda este ano, enquanto as obras estruturais no terminal de passageiros estão previstas para 2027.

O projeto inclui a implantação de um condomínio aeronáutico, com hangares para aviação executiva, e ampliação da estrutura para transporte de cargas. “A proposta é integrar o aeroporto ao Porto de Imbituba e à BR-101, fortalecendo o desenvolvimento regional”, afirmou.

Hobold reforçou que a entidade acompanha de perto o processo. “O fortalecimento do aeroporto é uma pauta histórica da Acic e um equipamento fundamental para o crescimento da região”, concluiu.

Além disso, a reunião marcou o início das discussões para definição dos pleitos da classe empresarial que serão apresentados aos candidatos nas eleições deste ano.

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Economia

Abba Work conecta empresas e candidatos com mais de 200 vagas em Criciúma

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A primeira edição do Abba Work de 2026 será realizada na próxima sexta-feira (13), em Criciúma, com a participação de empresas e candidatos em busca de oportunidades no mercado de trabalho. O evento ocorre das 8h30 às 11h30, no Espaço Alternativo da Igreja Abba Pai Church, na Rodovia Otávio Dassoler, no bairro Argentina.

A iniciativa é gratuita e aberta ao público, voltada a quem procura emprego ou recolocação profissional. Os interessados podem levar Carteira de Trabalho e currículo atualizado, embora a participação não dependa dos documentos.

Nesta edição, 14 empresas já confirmaram presença e irão ofertar mais de 200 vagas em diferentes áreas. As oportunidades abrangem funções operacionais, administrativas, comerciais e técnicas, atendendo candidatos com variados níveis de qualificação.

O pastor da Abba Pai Church, Telmo Martinello, destaca que o projeto busca aproximar empresas e trabalhadores. “O Abba Work se tornou uma ponte real entre quem precisa de uma oportunidade e quem necessita contratar. É um movimento de dignidade e de reconstrução de trajetórias”, afirma.

Segundo ele, o evento é estruturado para facilitar o contato direto entre candidatos e recrutadores. “Nosso propósito é criar um ambiente organizado, acessível e produtivo, onde a pessoa consegue apresentar o currículo e já dialogar com quem decide”, completa.

A psicóloga e coordenadora do Abba Work, Graciela de Oliveira Silva, ressalta que a ação também contribui para fortalecer a confiança dos candidatos. “Muitos chegam após um período de baixa autoestima profissional. O contato direto com recrutadores, em um ambiente de respeito, ajuda a reconstruir a confiança e a clareza de objetivos”, pontua.

Ela ainda reforça a importância da preparação para o processo seletivo. “É fundamental revisar o currículo, organizar as experiências e identificar quais vagas se encaixam melhor no perfil. Mesmo quando a contratação não ocorre de imediato, a participação gera aprendizado e preparo para novas oportunidades”, conclui.

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Economia

Comércio fecha 2025 com quase 12 mil novas vagas formais em Santa Catarina

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O setor do Comércio encerrou 2025 com saldo positivo de 11.989 novas vagas de trabalho formal em Santa Catarina. Mais da metade das contratações ocorreu no comércio varejista, responsável pela criação de 6.228 postos. Os dados constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado com base nas movimentações até dezembro do ano passado.

De acordo com o secretário de Estado do Planejamento, Fabrício Oliveira, o desempenho do setor reflete o aquecimento da economia e o aumento do consumo das famílias. Segundo ele, o comércio costuma funcionar como porta de entrada para o primeiro emprego e também como um dos principais indicadores da atividade econômica. O secretário destacou ainda que o crescimento de cerca de 5% da economia catarinense em 2025, conforme o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), contribuiu para o aumento da renda média e impulsionou a geração de empregos.

Varejo lidera geração de empregos

Levantamento da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), divulgado no Informativo Mensal de Emprego, aponta que o saldo de vagas no comércio varejista cresceu 16,6% nos últimos dois anos em Santa Catarina, considerando a comparação entre novembro de 2023 e novembro de 2025. Somente no mês de novembro de 2025, o setor registrou 4.450 novas contratações formais.

O estudo também mostra que o comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios — como hipermercados e supermercados — respondeu por quase metade das novas vagas registradas naquele mês.

Setor concentra maior número de trabalhadores formais

Além do saldo positivo nas contratações, o comércio varejista também lidera o número de trabalhadores com carteira assinada no estado. Conforme dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2024, o setor concentra cerca de 12,2% dos empregos formais em Santa Catarina, representando a maior participação entre todos os segmentos econômicos.

Entre os subsetores, o destaque novamente fica com o comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, responsável por 26,6% dos trabalhadores do segmento. Na sequência aparecem o comércio de ferragens, madeira e materiais de construção, com 9,9%, e o comércio de vestuário e acessórios, com 8,7%.

Micro e pequenas empresas impulsionam contratações

Os dados da RAIS indicam ainda que as microempresas foram responsáveis por aproximadamente 40% dos trabalhadores formais do comércio varejista em 2024. As empresas de pequeno porte concentraram 33% dos empregos, enquanto as grandes representaram 18% e as médias 9%.

No recorte mais recente do Novo Caged, referente a novembro de 2025, micro e pequenas empresas foram responsáveis por 60,2% das novas vagas abertas no setor, reforçando a importância desses empreendimentos para a geração de emprego e renda no estado.

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