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Criciúma

Funcionários, professores e estudantes do Instituto Federal de Educação realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira em Criciúma. Concentrados na Praça Nereu Ramos , eles se manifestaram contra o contingenciamento de verbas anunciado pelo Ministério da Educação. Com faixas, cartazes e gritos de guerra eles pediram a manutenção dos recursos para todos os campus.

Com o corte,  lembra a reitora do Instituto Federal de Santa Catarina Maria Clara Kaschny Schneider, o futuro do instituto em Santa Catarina está comprometido. 

“O Corte de 23 milhões vai inviabilizar os serviços.Com o que está posto várias atividades vão ser comprometidas. Será um impacto para os estudantes e para a sociedade porque vamos precarizar a formação destes profissionais. Educação não pode ter corte de verbas”, explica.

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Tempo muda nesta quinta, mas fim de semana será de calor

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Criciúma

Depois de um início de semana de sol e calor intenso, a quinta-feira será de refresco no Sul do Estado. A umidade vinda do mar aumenta a nebulosidade sobre a região e traz chance de chuva isolada ao longo do dia. Por conta da nebulosidade a temperatura também não sobe muito. “Vai ser um dia com no máximo 22 graus. A quinta-feira será com nuvens e chuva em toda a região. Mas a chuva não será forte”, adianta Piter Scheuer.

Segundo o meteorologista o tempo volta a firmar já na sexta-feira com mais sol e calor. Piter reforça ainda que o fim de semana será marcado mais uma fez por calor em todo o Sul do Estado. “O abafamento volta já na sexta-feira. Sábado e domingo serão de sol, nuvens e máximas beirando e até passando os 30 graus. No sábado tem chance de algum temporal isolado na região”, adianta.

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IBGE: obesidade mais do que dobra na população com mais de 20 anos

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Criciúma

Entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade do país mais que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. No período, a obesidade feminina passou de 14,5% para 30,2% e se manteve acima da masculina, que subiu de 9,6% para 22,8%.

Já a proporção de pessoas com excesso de peso na população com 20 anos ou mais de idade subiu de 43,3% para 61,7% nos mesmos 17 anos. Entre os homens, foi de 43,3% para 60% e, entre as mulheres, de 43,2% para 63,3%.

Os dados constam do segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde 2019, e foram divulgados hoje (21), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2019, uma em cada quatro pessoas de 18 anos ou mais de idade no Brasil estava obesa, o equivalente a 41 milhões de pessoas. Eram 29,5% das mulheres e 21,8% dos homens.

Já o excesso de peso atingia 60,3% da população de 18 anos ou mais de idade, o que corresponde a 96 milhões de pessoas, sendo 62,6% das mulheres e 57,5% dos homens.

O excesso de peso também ocorria em 19,4% dos adolescentes de 15 a 17 anos de idade, o que corresponde a um total estimado em 1,8 milhão de pessoas, sendo 22,9% de moças e 16% dos rapazes. A obesidade atingia 6,7% dos adolescentes: 8% no sexo feminino e 5,4 % no sexo masculino.

Para a responsável pela pesquisa, a analista Flávia Vinhaes, as causas para o excesso de peso e a obesidade são a baixa qualidade da alimentação do brasileiro e a escassez de atividades físicas. “Faltam políticas públicas estruturadas de combate à obesidade e ao excesso de peso, como o incentivo à ingestão de alimentos saudáveis e à prática esportiva”, indica.

É considerado como excesso de peso o índice de massa corporal (IMC) maior do que 25. A pessoa obesa tem IMC maior do que 30. O IMC é calculado pelo peso em quilograma dividido pelo quadrado da altura em metro.

Segundo o IBGE, a prevalência de déficit de peso em adultos com 18 ou mais anos de idade foi de 1,6%, (1,7% para homens e 1,5% para mulheres), ficando, portanto, bem abaixo do limite de 5% fixado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como indicativo de exposição da população adulta à desnutrição.

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Bolsonaro contradiz ministro e afirma que não comprará vacina da China

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Brasília

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”, escreveu Bolsonaro em publicação nas redes sociais.

Ontem (21), após reunião virtual com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, com o objetivo de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Segundo o ministério, o processo de aquisição ocorreria somente após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Anvisa. Para auxiliar na produção da vacina, a pasta já havia anunciado o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan.

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos e, segundo Instituto Butantan, ela é uma vacina segura, ou seja, não apresenta efeitos colaterais graves. Ao todo, os testes serão realizados em 13 mil voluntários e a expectativa é que sejam finalizados até dezembro.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.

O Ministério da Saúde informou que ainda não tem um posicionamento sobre a decisão anunciada pelo presidente Bolsonaro.

Com informações da Agência Brasil

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