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Alunos do curso de Medicina da Unesc realizam ação com alunos do Bairro da Juventude

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Oportunizar experiências por meio de oficinas de arte, cultura e esportes com alunos do Bairro da Juventude. Estes são alguns dos objetivos do Projeto Força de Tigre, iniciativa do curso de Medicina da Unesc realizada mais uma vez nesta semana.

A ação envolve as turmas da primeira fase do Curso de Medicina da Universidade, totalizando mais de 100 alunos. “Foi uma experiência única. Muito legal trabalhar com as crianças e entender melhor a realidade da nossa comunidade, assim podemos nos formar médicos que saibam como atuar de acordo com as necessidades apresentadas”, comenta a acadêmica da 1ª fase do Curso de Medicina, Larissa Diel Carvalho.

Entre as diversas ações realizadas, ainda está o Trote Solidário que acontece há quatro anos, em parceria com a disciplina de Interação Comunitária 1 e o Bairro da Juventude.

Para o professor da disciplina de Interação Comunitária, Jacks Soratto, os alunos têm a oportunidade de vivenciar um período de socialização de conhecimento, escuta e integração. “Este momento de troca colabora para a construção de uma compreensão de saúde mais ampliada, e também para o desenvolvimento de algumas competências socioemocionais fundamentais para a prática médica”, salienta o professor.

A Orientadora Pedagógica do Bairro da Juventude, Schirlei Gomes Broch Heleodoro, ressalta que, ao longo da história, a entidade busca oportunizar o desenvolvimento integral das crianças e jovens atendidos. “As parcerias, como a Universidade, fortalecem o propósito da instituição. Os encontros, os diálogos entre acadêmicos, crianças e professores, são sempre ricas oportunidades de trocas, novas experiências e aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido”, pontua.

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Presidente do Senado reúne líderes para viabilizar piso da enfermagem

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Em reunião com líderes do Senado na manhã desta segunda-feira (19), o presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) apresentou quatro projetos selecionados para tentar viabilizar o piso da enfermagem. A medida – que garantiria o pagamento de ao menos R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras – foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento que os congressistas não apontaram a fonte de recursos para custear os gastos.

Os senadores estimam que o impacto financeiro do aumento salarial será de, no máximo, de R$ 16 bilhões para os cofres públicos. Entre os projetos em análise, o PLP 44/22, de autoria do senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS), é apontado como alternativa mais imediata para tirar a lei do papel. O projeto autoriza estados e municípios a remanejarem recursos parados em fundos de saúde. Se aprovado, o projeto liberaria cerca de R$ 7 bilhões aos cofres públicos.

Vistos como solução no longo prazo, estão sendo estudados o PL 798/21, que reedita o programa de repatriamento de recursos; o PL 458/21, que trata da atualização patrimonial, além do PL 1417/21, que prevê auxílio financeiro emergencial para as santas casas e hospitais filantrópicos.

Para não atrasar muito a solução, propostas mais polêmicas e sem consenso, como a legalização dos jogos de azar e minirreformas tributárias não entrarão no debate. Outra preocupação é com os profissionais que atuam na iniciativa privada. Neste caso, a ideia é desonerar a folha de pagamento da categoria. A expectativa é de que Pacheco se encontre ainda hoje com o ministro da Economia, Paulo Guedes, com o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) e com Célio Faria (Secretaria de Governo) para discutir as propostas apresentadas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também deve sentar com o presidente do Senado na tentativa de destravar o piso. Amanhã, Pacheco também deve se reunir com a presidente do STF, ministra Rosa Weber, para tratar do assunto.

Ainda durante a reunião, o líder da minoria na Casa, Jean Paul Prates (PT-RN) apresentou uma proposta para que as emendas de relator, as RP 9, sejam utilizadas para custear o piso para os servidores municipais e estaduais da categoria. Na avaliação de Prates, a medida é a solução mais rápida para o impasse.

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Educação municipal de Içara conquista a primeira colocação do IDEB na região carbonífera 

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As escolas municipais de Içara conquistaram a primeira colocação da região carbonífera no resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB 2021.  A divulgação foi feita pelo Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais (INEP), nesta sexta-feira (16). 

Os números apontam Içara com o primeiro melhor índice tanto nas séries iniciais (1ª a 4ª), com nota 6,9; quanto nas séries finais (5ª a 8ª), nota 6,0 . Na média geral, o município obteve a nota 6,45 subindo o índice da última edição do IDEB, realizado em 2019, quando a nota foi de 6,35.

“O resultado da avaliação do IDEB é uma conquista de todas as escolas que – na união de pais, professores e alunos – conseguiu melhorar significativamente a qualidade da educação no nosso município”, destacou orgulhosa a prefeita Dalvania Cardoso.

Já a secretária de Educação, Ciências e Tecnologia, Rose Reynaud, salienta que os números são bastante expressivos principalmente por ser conquistado em pleno período pandêmico. “Ao assumirmos o governo, em 2021, nosso primeiro passo foi fazer um diagnóstico dos alunos da rede devido à pandemia. Já no segundo semestre do mesmo ano iniciamos as aulas de reforço não apenas para a recuperação de notas, mas, principalmente, da aprendizagem. O resultado do IDEB, de fato, retrata o esforço que foi feito nesse sentido”, comemora Rose assinalando a emoção de toda a equipe ao conhecer o resultado. As provas do IDEB foram realizadas no final de 2021.

Para chegar aos resultados apontados pelo IDEB, o Ministério da Educação analisa aprovações, reprovações, evasões escolares e as notas da Prova Brasil, com as disciplinas de português e matemática. A avaliação é feita a cada dois anos.

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Hortaliças de projeto experimental são doadas em Araranguá

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Moradores carentes do bairro Jardim das Avenidas e internos do Lar São Vicente, de Araranguá, receberam neste sábado doação de hortaliças da horta comunitária experimental de pesquisa de mestrado. 

O projeto”Agricultura urbana como estratégia de combate à insegurança alimentar: estudo de caso em cidade do extremo sul catarinense” está sendo desenvolvido pelo engenheiro ambiental e sanitarista Eduardo Fernandes Martinello junto ao Programa de Pós-graduação em Ciências e Sustentabilidade, da Universidade Federal do Sul da Bahia.

Trata-se da segunda colheita da produção orgânica, composta por salsinha, cebolinha, rúcula e alface. A primeira ocorreu no último dia 10. A horta conta ainda com outras culturas como manjericão (verde e roxo), cana-de-açúcar, alface, repolho (roxo e coração de boi), brócolis, couve, tomate, beterraba, cenoura, pimentão e alho-poró, além de plantas medicinais como bucha vegetal, mercúrio e ora-pró-nobis.

Orientado pelos professores Wanderley de Jesus Souza e José Carlos Virtuoso (coorientador), o estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade de criação de hortas urbanas comunitárias em espaços ociosos, no município, como estratégia de combate à insegurança alimentar. Alternativa que poderá ser replicada em outras comunidades.

O excedente das hortaliças é vendido a preço social (pague o quanto puderes) pela Associação de Moradores do Bairro Jardim das Avenidas, parceira fundamental para a execução do projeto.

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