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Casa Guido fecha parceria com a Casan

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Por meio da conta de água comunidade poderá fazer doação mensal à instituição que ajuda crianças com câncer e suas famílias 

Em mais uma ação em prol da arrecadação de recursos para a compra de sua sede, a Casa Guido está iniciando nesta semana seu serviço de telemarketing. Essa será a primeira vez que a instituição irá trabalhar com o contato individual com possíveis doadores através de telefonemas. Para isso, a Casa Guido tem uma grande parceira: a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). Colaboradoras da instituição entrarão em contato com residências das cidades atendidas pela companhia em toda a região fazendo o pedido de que, por meio de suas faturas de água, cada um acrescente um valor a ser repassado para a Casa.

Conforme a responsável pelo marketing da entidade e coordenadora do novo setor, Maíra Sartor, esse será um meio seguro, fácil e prático de as pessoas contribuírem com a causa. “Elas farão a explicação do projeto e cada um poderá aceitar acrescentar valores a sua escolha nas suas faturas estipulando também o período em que fará as doações, sendo que esse montante será mensalmente repassado para nossa conta especial da compra da casa”, explica.

A forma de concretizar a doação, de acordo com Maíra, é muito simples. “Basta que a pessoa tenha em mãos o número da sua fatura da Casan e o seu CPF. Com esses dados podemos cadastrar o doador e efetivar o início dos repasses”, detalha.

Para ela, essa parceria tem tudo para ser um grande sucesso, sendo uma aposta importante da instituição. “Estamos acreditando muito que as pessoas irão se solidarizar com a causa e aceitarão fazer esse acréscimo em suas contas. Todo o valor fará uma grande diferença em nosso objetivo final e pode não pesar no bolso, já que é de forma fracionada. Pedimos a quantia em dinheiro que a pessoa se sentir confortável para doar também pelo tempo que quiser colaborar. Montamos um pequeno setor de telemarketing especialmente para essa finalidade, pois temos a convicção de que conseguiremos grandes resultados”, completa.

Os interessados em conhecer melhor o projeto e iniciar também as doações mensais por meio das faturas podem entrar em contato pelo telefone (48) 3433-3270, contato direto do setor de telemarketing, em horário comercial. 

Cuidado necessário

Por já ter sofrido com a atuação de pessoas oportunistas que utilizaram o nome da Casa Guido para angariar recursos de maneira falsa, a instituição considera necessário o alerta para que tais casos não voltem a acontecer. “Nós não trabalhamos com o tipo de telemarketing em que fazemos o contato e um motoboy vai até a casa das pessoas buscar o dinheiro. Nosso pedido será exclusivamente de doações por meio das faturas da Casan, não havendo qualquer recolhimento de valores nas residências. É sempre importante alertarmos para que as pessoas bem intencionadas não acabem sendo enganadas ao tentar colaborar conosco”, alerta Maíra.

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Comitiva da Prefeitura de Criciúma conhece instalações educacionais e econômicas de Medellín na Colômbia

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A comitiva da Prefeitura de Criciúma iniciou agenda em Medellín, na Colômbia, nesta segunda-feira (27). No primeiro dia, a equipe foi recepcionada pela Agencia de Cooperación e Inversión de Medellín (ACI), instituição responsável pelas relações internacionais. Na oportunidade, foram apresentadas algumas ações voltadas ao avanço econômico e sociocultural. A comitiva também visitou a Secretaria de Educação.

No local, a equipe realizou uma reunião com o diretor de relações internacionais de Medellín, Jonatan Ballesteros, e os responsáveis pela educação e cultura e pelo desenvolvimento econômico do município colombiano. “Após a reunião, fizemos uma visita institucional a Plaza Mayor, um complexo internacional de convenções e exposições de Medellín e é um dos mais modernos da Colômbia”, comentou a coordenadora pedagógica, Lívia da Silva.

A comitiva também apresentou o município criciumenses aos responsáveis. “Comparar o modelo de desenvolvimento de Medellín com o de Criciúma está sendo muito bom, pois nos possibilita vermos onde estamos acertando e onde podemos avançar”, ressaltou o secretário de Educação, Miri Dagostim.

Além do secretário de educação e da coordenadora, a comitiva é composta pelo diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Aldinei Potelecki, o diretor de Tecnologia da Informação (TI), Tiago Pavan, coordenadora-geral da Secretaria de Educação, Cristiane Uliana, o presidente da Câmara de Vereadores, Arleu Da Silveira e a vereadora Roseli De Lucca.

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Doação de órgãos: Um gesto de amor ao próximo

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Instituída pela Lei nº 11.584/2.007, o dia nacional de doação de órgãos foi criado para conscientizar a sociedade sobre a importância da doação e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto. Foi por meio deste gesto de conscientização da sociedade, que a vida do Antenor de Jesus, 47 anos mudou e hoje ele sorri e celebra um novo começo.

O supervisor de qualidade de confecções, descobriu em 2013 que era portador de um problema chamado nefropatia por IGA (problema que atinge os rins); por oito anos realizou inúmeros tratamentos entre eles hemodiálise e uso de medicações para controlar o problema. Durante todo este tempo, Jesus precisava vir todos os dias ao Hospital realizar seu tratamento.

Mas no dia oito de agosto de 2021, a vida do supervisor mudou, quando recebeu uma ligação do serviço de transplante renal do HSJosé dizendo que havia chego um “presente” para ele. “Recebi a ligação da doutora Cassiana Mazon Fraga, perguntando como eu estava e que tinha chego um presente para mim (05/08/21 às 16h30), foi muita felicidade. Fiz o transplante no mesmo dia; iniciamos às 22h30 e acabou 1h30 do dia 06/08/21, que considero meu novo aniversário. A equipe do HSJosé, minha família e amigos foram muito importantes para minha recuperação e são até hoje”, relatou emocionado.

Apesar da dor dos familiares por ter perdido um ente querido, a doação de órgãos é um ato de amor e de generosidade.

O que é o transplante de órgãos:

Transplante é o ato de transferir um órgão, tecido ou célula de uma pessoa/doadora para outra/receptor.

A doação de órgãos pode acontecer de duas maneiras; por meio de doadores vivos ou falecidos. Em vida, as pessoas podem doar rins, parte do fígado ou do pulmão e medula óssea. Por lei, familiares podem ser doadores até o quarto grau de parentesco, quem estiver fora deste parâmetro, poderá ser doador somente com autorização judicial.

A doação de órgãos para pessoas falecidas já é diferente. Para ser um doador, a pessoa precisa ter deixado claro em vida, sua intenção de ser um doador; após a morte, a família precisa concordar com a doação.

O doador falecido é a pessoa com dano cerebral irreversível, a morte encefálica (ME), que é causada por traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral. Quando acontece a morte encefálica, uma série de exames para constatar o dano cerebral precisa ser realizado. Somente após o resultado destes exames, o médico neurologista pode dar o diagnóstico de que a pessoa é um possível doador.

Muito já se sabe sobre a doação de órgãos, nos últimos anos, houve no mundo todo uma ampla discussão a respeito do tema, mas de acordo com as comissões que realizam a entrevista com os familiares, ainda há um difícil entendimento, o que resulta em um alto índice de recusa familiar.

“Dentro do Hospital São José, temos uma Comissão Hospitalar de Transplante muito ativa. Sempre que somos comunicados sobre a Morte Encefálica (ME) de algum paciente, após todos os exames necessários realizados, entramos em contato com os familiares. Explicamos todo processo da ME, e falamos sobre a importância da doação de órgãos e para que outras famílias não passem por este sofrimento e que mesmo na dor eles podem ajudar outras pessoas autorizando a doação de órgãos. Explicamos que mesmo na dor é um dever do profissional da saúde estar explicando sobre isso. É doloroso sim, mas precisamos tentar ajudar as pessoas e nos colocamos a disposição da família que está sofrendo naquele momento”, explica Renata Mendes Machado, enfermeira do HSJosé e participante da CHT do HSJosé.

Quem pode ser um doador e o que pode ser doador de órgãos:

Todas as pessoas podem ser doadores de órgãos. O importante é sempre deixar a família avisada sobre a intenção de se tornar um doado. A compatibilidade de cada pessoa será avaliada por médicos e exames complementares.

O ser humano pode doar rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado, intestino, córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias. A avaliação sobre a doação dos órgãos será sempre antes de realizar a captação de órgãos.

A Comissão Hospitalar de Transplantes no HSJosé

O HSJosé possui uma Comissão Hospitalar de Transplantes-CHT desde 2005. A equipe é composta por médicos e enfermeiros dedicados e experientes na área. Os profissionais divididos em equipes e plantões, auxiliam em conjunto no reconhecimento da morte encefálica e abordagem da família do paciente explicando sobre a ME e também fornecendo todas as informações e atendimento necessários para os familiares, bem como, auxiliando no processo de captação.

“Todos os casos de ME são acompanhados por esta equipe que dá suporte a família, dá suporte ao diagnóstico da morte, sempre supervisionado pela Central Estadual de Transplantes. Quando um paciente é identificado com ME a equipe auxilia no diagnóstico efetivo da ME, dá suporte à família neste processo juntamente com a equipe assistente. A medida em que se confirma a morte, a equipe aborda a família do paciente para determinar a vontade ou não da família em doar os órgãos”, explica o médico dr. Felipe Dal Pizzol (CRM- 10643/RQE-8822), médico intensivista, e coordenador da Comissão Hospitalar de Transplantes do HSJosé.

O serviço que funciona 24h no HSJosé, já realizou este ano, 37 notificações de morte encefálica, destas, 24 entrevistas com familiares, 18 captações de órgãos foram autorizadas e seis pessoas recusaram a doação de órgãos de seus familiares. “Em qualquer lugar do Brasil, existe uma lista de espera de pessoas que necessitam de transplante de alguma natureza, rim, fígado, pulmão, coração, córneas; mas a demanda é sempre maior que a oferta, então é uma lista que dificilmente é zerada. A doação de órgãos permite que se possa ajudar essas pessoas, melhorar a qualidade de vida delas, como um gesto de doação, um gesto de amor ao próximo”, finalista Dal Pizzol.

Em Santa Catarina existe atualmente 1224 pessoas na fila de espera por um órgão. Em 2021 em todo Estado foram realizadas 71 notificações de possíveis doadores, destas, 49 doações foram efetivadas, e somente no Sul 26.

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Pela primeira vez, comunidades terapêuticas terão apoio do Governo de Içara

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O Governo Municipal de Içara assinou um termo de cooperação com as comunidades terapêuticas da região. Pela primeira vez, o município vai colaborar com oito vagas mensais em clínicas cadastradas na prefeitura para acolhimento voluntário de dependentes de álcool e drogas. Inicialmente foram assinados os convênios com a Associação de Famílias para Assistência ao Indivíduo Carente (AFASSIC), Centro de Reabilitação Humana Fazenda São Jorge Feminina, Centro de Reabilitação Humana Fazenda São Jorge ll, Associação Anti-Álcool e Dependência Química de Apoio às Famílias do Extremo Sul Catarinense, além do Centro de Reabilitação e Tratamento de Adicção (CETRAD).

“Eu sempre digo, nossa cidade cresce muito em números, mas se não melhorar a qualidade de vida de quem vive aqui, não adianta nada. Queremos dar um suporte para essas casas, que elas possam acolher bem os nossos içarenses que precisam da reabilitação do álcool e das drogas e também as famílias que precisam deste apoio na hora de internar o seu ente querido. É o início de uma parceria que estamos apostando muito”, disse a prefeita de Içara, Dalvania Cardoso.

Os convênios serão administrados pela Subsecretaria de Políticas Sobre Drogas de Içara. “Esse momento está sendo muito especial para o município. É uma alegria saber que agora vamos poder apoiar quem mais precisa. Eu sempre pedia uma vaga, muitas vezes não tinha como, não tinha espaço, mas eles davam um jeito, agora estamos retribuindo o apoio de longos anos”, disse emocionada Mara Rubia Scremin, coordenadora da Subsecretaria.

Outras comunidades que tiverem interesse podem procurar a secretaria. “A dependência química é um problema de saúde que precisa ser tratado de forma adequada. Com isso as comunidades terapeutas oferecem um atendimento especializado para que os cidadãos consigam retornar ao convívio social, depois do tratamento. Cada comunidade terapeuta é voltada para um público e faixa etária de idade, por isso estamos abertos para apoiar todas”, completou o secretário de saúde do município, Sandro Ressler.

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