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Com gestão da CDL, Içara retoma cobrança do rotativo

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O Estacionamento Rotativo Social Pago de Içara está em operação a partir desta segunda-feira, dia 18. Isto significa que as vagas são condicionadas agora ao pagamento de R$ 1,50 por hora com limitação de 2h de uso ininterrupto ou então aos casos de isenção, como idosos e portadores de necessidades especiais com identificação emitida pelo departamento de trânsito. Motos, veículos oficiais, a serviço público, táxis ou carga/descarga também estão isentos com limitação ao tempo de atividade ou de até 2h. O serviço administrado pela Câmara de Dirigentes Lojistas compreende das 8h às 12h e das 13h às 18h de segunda a sexta-feira e aos sábados das 8h às 12h.
 
“Iniciamos a cobrança hoje, por isso, sabemos que muitas pessoas ainda terão dúvidas quanto ao funcionamento. Além de controlar as vagas, nossos monitores estarão disponíveis para todos os esclarecimentos necessários sobre o rotativo e também para auxiliar os clientes. É uma comodidade importante aos consumidores e agora está com o preço ainda mais acessível”, ressalta o presidente da CDL, Paulo Roberto Brígido. Além dos monitores, lojas identificadas com a marca do Rotativo Social Pago também vão comercializar os cartões.
 
Agora, cada usuário tem 15min de tolerância por período (matutino e vespertino). Esse direito faz parte do comunicado inserido nos veículos em que não há cartões do estacionamento visíveis no painel. Após o período, os monitores farão ainda uma advertência para a regularização com a aquisição dos créditos. O Rotativo Social Pago não prevê multa prévia. Por isso, os condutores que não efetuarem o pagamento estarão sujeitos diretamente às penalidades do Código de Trânsito Brasileiro, que inclui multa, a remoção do veículo e também perda de pontos na carteira de habilitação. Todas as sanções caberão às autoridades de trânsito e de segurança.
 
Ruas que terão estacionamento rotativo:
Rua Coronel Marcos Rovaris, trecho entre a Rua Sete de Setembro e a Rua Procópio Lima;
Rua Henrique Lage, trecho entre a Rua Anita Garibaldi e a Rua Procópio Lima;
Rua Anita Garibaldi, trecho entre a Rua Henrique Lage e a Rua Altamiro Guimarães;
Rua João Lodetti, trecho entre a Rua Amaro Mauricio Cardoso e a Rua Coronel Marcos Rovaris;
Rua Duque de Caxias, trecho entre a Rua Coronel Marcos Rovaris e a Rua Altamiro Guimarães;
Rua Ipiranga, trecho entre a Rua Henrique Lage e a Rua Vitória;
Rua Altamiro Guimarães, trecho entre a Rua Ipiranga e a Rua Sete de Setembro;

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Crianças pobres aprenderam metade do esperado durante pandemia

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Crianças pobres aprenderam quase a metade do que seria esperado durante o ensino remoto na pandemia de covid-19. É o que aponta um estudo coordenado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Já as crianças com perfil socioeconômico mais alto aprenderam em média 75% do esperado.

A pesquisa observou 671 crianças de 5 a 6 anos de idade, matriculadas em 21 escolas privadas e também conveniadas com a rede pública na cidade do Rio de Janeiro. Foi medido o aprendizado delas em uma comparação com os anos letivos de 2019 e 2020. Os pais também responderam a questionários.

Um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, Tiago Bartholo, destacou que a desigualdade revelada na pesquisa é importante e demanda urgência de ações por parte dos gestores públicos.

De acordo com a pesquisa, crianças que fizeram o segundo ano da pré-escola de forma remota em 2020 aprenderam 66% do que era esperado em linguagem e 64% em matemática na comparação com o aprendizado infantil em 2019.

Ainda há outro problema: a evasão escolar. Segundo Tiago Bartholo, dados do Censo Escolar mostram que as crianças pequenas foram as que tiveram a maior queda na taxa de matrícula.

O pesquisador apontou como fundamental garantir que os pequenos retornem para a escola por meio da busca ativa, e que é preciso implementar bons programas de recomposição do aprendizado.

A pandemia de covid-19 começou em março de 2020 no Brasil, e a maioria das escolas públicas permaneceu fechada durante quase todo o ano letivo, reabrindo lentamente em 2021.

O estudo, que contou também com a participação de pesquisadores da Durham University, do Reino Unido, foi publicado nesta sexta-feira, na revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação.

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Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde da Unesc recebe nota máxima em avaliação

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Estar entre os melhores Programas de Pós-Graduação do país com destaque internacional não é missão simples. Como resultado de intensa dedicação de estudantes, professores e colaboradores e incentivo institucional há quase vinte anos, o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Unesc celebra com orgulho mais um marco na história: foi classificado com conceito máximo em avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão vinculado ao Ministério da Educação.

Para chegar ao resultado, que coloca a Universidade como única não estatal do país com conceito máximo na área de Ciências da Saúde, o Programa passou por intenso processo avaliativo, finalizado com o resultado apontando a excelência do trabalho realizado na pesquisa científica dividida entre as linhas de Fisiopatologia e Neurociências.

O conceito que reconhece a excelência da pesquisa realizada na Unesc, para a reitora Luciane Bisognin Ceretta, é motivo de muito orgulho e honra. “Ficamos extremamente felizes com o resultado. É algo muito almejado, mas não surpreendente, pois sempre trabalhamos com esse foco e acreditamos na força dos nossos Programas de Pós-Graduação e no destaque do PPGCS em nível mundial. Temos pesquisadores brilhantes, ativos e comprometidos com o conhecimento e com a sociedade. Essa é uma das nossas fortalezas”, aponta.

O PPGCS, reconhecido em 2004 em nível de Mestrado, e em 2006 em nível de Doutorado, conta atualmente com 17 professores e 133 alunos mestrandos e doutorandos.

Trabalho intenso e coletivo

Uma conquista de tamanha magnitude, conforme o coordenador do Programa, Emílio Streck, só é possível com o envolvimento de cada um dos personagens desta história. “Toda a comunidade acadêmica, professores, alunos, egressos, funcionários e gestão fazem parte disso. Essa é uma vitória muito maior do que conseguimos conceber, o que nos enche de muita alegria e orgulho, e que é fruto de um trabalho intenso, duradouro e conjunto”, pontua.

A conquista, rememora professor do PPG, Felipe Dal Pizzol, é almejada desde a criação do grupo e os primeiros passos dados. “É algo de significado enorme. Desde que iniciamos sempre tivemos como norte esse nível de desempenho. Já éramos nota seis, o que dava um grande destaque na área da Medicina I da Capes. Agora, com conceito máximo, nos deixa entre os poucos cursos dessa área com essa nota no país. Com destaque ainda maior por ser fora de um grande centro, Universidade não publica”, acrescenta o pesquisador.

A nota do Programa se refere ao trabalho realizado nos laboratórios de Fisiopatologia Experimental, Neurologia Experimental, Psiquiatria Translacional e Biomedicina Translacional.

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Acadêmicos fazem diagnóstico de acessibilidade em escola de Criciúma

Atividade faz parte do projeto de extensão Vivências e Experiências na Comunidade (Vivercom) da Unesc

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“Esse projeto mexe com o coração das pessoas. A Escola de Educação Básica Silva Alvarenga cumpre a maioria dos requisitos, mas sempre tem algo que pode melhorar o dia a dia dos funcionários e alunos e, consequentemente, oferecer uma educação de qualidade”. A reflexão é da acadêmica do curso de Direito da Unesc, Keyla Karolyne Rodrigues, que participou da avaliação das condições de acessibilidade espacial da instituição que está localizada no bairro Metropol, em Criciúma. 

A atividade, realizada na tarde desta quarta-feira (14/09), faz parte do projeto de extensão Vivências e Experiências na Comunidade (Vivercom) da Unesc, realizado com acadêmicos bolsistas do programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina (Uniedu), vinculados ao Programa de Educação Superior para o Desenvolvimento Regional (Proesde).

Com olhares atentos e munidos de trenas e planilhas, os participantes passaram pelos banheiros, salas de aula, biblioteca, pátio, hall, entre outros espaços da escola com a intenção de verificar e fazer um diagnóstico do espaço físico, apontando se o cenário atende as necessidades dos alunos e funcionários com deficiência. A instituição atende em média 180 alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Eles receberam uma planilha para avaliarem os espaços da escola e responderam se os mesmos estavam adequados. Desta planilha de campo vai sair um relatório que será entregue à escola. É um documento que vai apontar o que tem de certo no quesito de acessibilidade e o que pode ser corrigido. Será um importante material para a promoção de ações de adequação”, comentou a professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unesc, Aline Savi, que acompanhou o grupo ao lado da coordenadora do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (EaD), Ana Claudia Garcia Barbosa. 

A visita, para o diretor da escola, João Batista Figueiredo Filho, foi de fundamental importância e com certeza vai contribuir para ações futuras. “Temos muitos alunos e funcionários com dificuldades de acessibilidade e é um projeto que vai ao encontro para suprir com algumas necessidades que enfrentamos no dia a dia da escola”, reforçou.

O próximo passo agora é elaborar um relatório técnico, que permita observar os requisitos que careçam de maior atenção e assim, discutir junto aos gestores públicos possíveis adequações. 

Aprendizado

A acadêmica do curso de Arquitetura e Urbanismo Isabel da Silva Machado, também comentou o aprendizado diário que adquire na Unesc e a oportunidade de participar do projeto. “Quando estamos nas comunidades começamos a entender mais como é o dia a dia das pessoas que necessitam de acessibilidade. Temos que trazer conforto e um ambiente adaptado e seguro”, sublinhou ela, enquanto analisava um dos espaços da escola.

“Estar aqui hoje é entender um pouco mais de como funciona na prática. Se é difícil para os adultos lidarem com a acessibilidade, imaginem para as crianças e a escola é um ambiente que ela gosta de estar”, completa Keyla.

Vivercom

O projeto Vivercom edição Proesde Criciúma 2022 pretende contribuir com o desenvolvimento regional, buscando a garantia da interdisciplinaridade, da interação entre a Universidade e a sociedade, da qualidade e do impacto das ações de extensão, reforçando a missão da Universidade diante da realidade social.

A ação tem por finalidade desenvolver atividades de extensão universitária, estimulando o desenvolvimento regional, nos seus diferentes aspectos, com inclusão social, por meio de ações que contribuam para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Por meio de intervenções de extensão, os acadêmicos bolsistas do Proesde ampliam suas competências já desenvolvidas em atividades de ensino e pesquisa, aproximando-se da realidade social e cultural de nosso estado e, consequentemente, do país.

As atividades de intervenção do projeto estão conectadas às três dimensões dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) quais sejam: social, ambiental e econômica e atingirão três espécies de público: infantil, juvenil e adulto.

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