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Covid-19– Região estuda a abertura de novo leitos de UTI

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A possibilidade da abertura de novos leitos de UTI nos hospitais da região foi o tema do encontro realizado hoje pela manhã (22/02) no gabinete do prefeito de Criciúma. Na reunião foi realizada uma avaliação da atual situação com relação a pandemia. O Estado vem sofrendo um novo aumento dos números de casos, e a região da AMREC, que está em situação grave (amarelo) na divulgação da última matriz de risco divulgado no último sábado (20/02), deve passar a gravíssima (vermelho) já no próximo boletim.

Durante o encontro foi levantado a possibilidade de novos leitos de UTI’s, que podem ser instalados no Hospital de retaguarda do Rio Maina e no hospital São Marcos de Nova Veneza, neste primeiro momento. Mas já se estuda outros hospitais, como é o caso do Hospital Santa Otília, de Orleans, o Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Urussanga, o Hospital São Roque, de Morro da Fumaça, e o Hospital São Donato, de Içara.

O diretor técnico do Hospital São José, Rafael Elias Farias, esteve na reunião de hoje de manhã e informou que a região recebeu nove pacientes de outras regiões. Segundo o diretor, a região deve alcançar a lotação de leitos de UTI, ainda hoje. As dificuldades enfrentadas na região oeste também foram levantadas, como a falta de equipamentos e de profissionais, além de profissionais exaustos com a atual situação.

Amanhã pela manhã, às 9h, a CIR-Carbonífera realizará uma reunião de emergência, onde participam os prefeitos, junto ao Superintendente de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde, Ramon Tártari, para debater o avanço da pandemia de COVID e a taxa de ocupação de leitos de UTI na região. Ramon fará uma vistoria técnica nos hospitais da região para verificar a possibilidade de implantação de novos leitos de UTI Covid.

Participaram do encontro hoje pela manhã o presidente da AMREC e prefeito de Orleans, Jorge Koch; o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro; Coordenadora da Coordenadoria Macrorregional Sul de Saúde, Izabel Scarabelot Medeiros; o presidente da Comissão Intergestores Regional (CIR-Carbonífera) e secretário de saúde do município de Orleans, Murilo Debiasi Ferrareis; do secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande; o Coordenador da Vigilância em Saúde de Criciúma, Samuel Bucco; e a responsável da Central de regulação de leitos hospitalares da Macrorregional Sul, Priscila Claumann; além da secretaria da CIR-Carbonifera, Margarete Passeto.

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A história de fé e luta da técnica de enfermagem de Forquilhinha para vencer o coronavírus

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No Dia Internacional da Mulher, comemorado neste dia 8 de março, a personagem de superação de Forquilhinha é a técnica de enfermagem da Vigilância Epidemiológica, Sandra Regina Colonetti, de 55 anos. Com uma fé imensa e esperança de cura, chegou ao hospital há cinco meses atrás, com febre, alteração nos batimentos cardíacos, um cansaço extremo e oxigenação baixa. Acompanhada pelo filho, Diego Nicoski, 29 anos, Sandra precisou ser internada, às pressas, após uma alteração na tomografia.

Os sintomas tiraram de atuação a profissional de linha de frente pela pandemia provocada por um vírus desconhecido, que hoje faz parte da história do mundo inteiro. Após ser hospitalizada começou um mal-estar e falta de ar, depois de alguns dias foi intubada e ali permaneceu por 32 dias. A paciente teve complicações renais, fez hemodiálise e traqueostomia. “Em momento algum eu pensei que iria morrer, eu rezava muito e cantava os hinos da igreja. Eu sentia que eu iria ficar curada. Tinha plena certeza e esperança que iria volta para casa. Pedia ao meu filho quando falava com ele ao telefone que rezasse por mim”.

Com 21 anos de atuação na área da saúde, a técnica de enfermagem nunca imaginou que enfrentaria um ser invisível e teria que lutar pela sua vida. O caminho foi longo e árduo. Foram 52 dias de internação até Sandra conseguir voltar para casa e encontrar a razão de toda a batalha: o seu filho.

A luta

A história de luta da paciente com Covid-19 de Forquilhinha começou em 3 de outubro, quando ela começou com os sintomas da doença. Uma tosse seca fez Sandra procurar o Centro de Triagem. Dias depois os sintomas foram se agravando e começou a febre, alteração dos batimentos cardíacos, enjoo e fraqueza, além da oxigenação baixa. Precisou ser internada, às pressas, no Hospital da Unimed, de Criciúma, após dias do diagnóstico positivo a doença.

No hospital, Sandra foi sedada e intubada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após 11 dias internada. “Fui acolhida por todos os profissionais de saúde, extremamente capacitados em todos os níveis e setores, fez toda a diferença na minha vida”, declara, agradecida.

A recuperação

Nos 52 dias em que permaneceu no hospital, a paciente ficou em coma induzido. “Após os 52 dias de internação eu perdi toda a musculatura. Eu tive que aprender a andar, escovar os dentes, pentear os cabelos e a tomar banho sozinha. Mas Deus me deu uma nova vida e reforço que a fé e esperança foram imprescindíveis na minha recuperação”.

No início de dezembro voltei para casa curada da Covid-19. A partir daí, todos os dias era necessário fazer fisioterapia para recuperar os movimentos e fortalecer os músculos. Sandra também passou pela clínica de reabilitação pós-covid.

A mensagem

A funcionária pública que retornou ao trabalho no dia 22 de fevereiro, redobrou os cuidados e pede a todos que façam o mesmo. “Hoje eu agradecer por ter essa nova chance, mas quero chamar atenção das pessoas que se cuidem com uso de máscaras, higienização, distanciamento social. Ainda vamos ter muito tempo para fazer festas, e que tenhamos todos os cuidados necessários. Que neste Dia Internacional da Mulher seja de esperança de dias melhores. Nós vamos vencer, mas todos precisam se ajudar para não perder as pessoas da nossa família devido a doença. Sinto muita falta do abraço, do beijo, daquele calor humano, mas vai passar e iremos continuar a nossa vida. Se pudermos ajudar aos mais necessitados. Quem tem mais condições ajuda quem tem menos”.

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Cermoful apresenta equipamento para manutenção de “linha viva”

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Os associados e consumidores da Cermoful estão recebendo mais um grande investimento da cooperativa para dar suporte e manter os excelentes índices de confiabilidade e agilidade no atendimento. Trata-se de um caminhão de Linha Viva equipado com o que há de mais moderno no seguimento para realizar serviços de manutenção e prevenção.


A realização de atividades nos sistemas energizados através da equipe de Linha Viva, garante mais agilidade e segurança na prestação dos serviços, em especial para as indústrias, comércios e prestadores de serviços essenciais como hospitais, postos de saúde, escolas, supermercados, entre outros, sem ter a necessidade de interromper o fornecimento de energia.

Segundo o Gerente Operacional da Cermoful Samuel Sartor, a equipe que vai operar o equipamento já recebeu todo o treinamento necessário para realizar os serviços que devem iniciar no decorrer da semana.

Para o presidente da Cermoful Rudy Recco, o trabalho está sendo realizado com transparência e seriedade, possibilitando realizar este grande investimento para oferecer atenção integral ao que há de mais importante na cooperativa, a satisfação e o bem estar dos associados e consumidores.

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Mais duas mortes por Coronavírus em Criciúma

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Vigilância Epidemiológica de Criciúma confirmou neste sábado mais duas mortes em decorrência do Novo Coronavírus. As vítimas foram dois homens com 76 e 82 anos.

De acordo com os dados divulgados à imprensa, as duas vítimas eram portadores de comorbidades e estavam internados para o tratamento da Covid-19. Agora Criciúma soma 282 mortes desde o início da Pandemia.

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