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Criciúma busca Coronavac para imunizar crianças de 3 a 5 anos

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O Município de Criciúma fez nesta segunda-feira um pedido de doses de Coronavac. A intenção é iniciar a vacinação de crianças de 3 a 5 anos contra o Coronavírus. O uso da vacina para esta faixa etária foi autorizado pela Anvisa e está sendo recomendado pelo Ministério da Saúde.

Segundo o Secretário Arleu da Silveira a intenção é garantir as doses já para ação do Criciúma Vacina no fim de semana. “Estamos trabalhando para que isso seja possível. Sábado e domingo vamos repetir a ação de vacinação nos parques para conseguirmos elevar o nosso percentual de imunização. A primeira ação garantiu mais de 4 mil vacinados, mas mesmo assim tá muito baixo o nosso índice. Estamos na casa dos 50% e precisamos chegar aos 90%”, avisa o Secretário.

Para ele, a baixa imunização das crianças é um dos motivos para o agravamento de casos e o aumento das internações. “Coincidência ou não a maioria das crianças que estão internadas, 9 a cada dez, estão com a vacinação atrasada. Por isso, no sábado e no domingo, das 9 às 16 horas vamos estar nos três parques e contamos com a participação das famílias para mudar este quadro”.

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ODS na Prática 2022 promove uma semana de ações sustentáveis em SC

Movimento Nacional ODS SC promove a Semana ODS na Prática, um chamado para os diferentes setores da sociedade mostrarem o que estão fazendo de fato para contribuir para o alcance da Agenda 2030

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Movimento Nacional ODS SC promove a Semana ODS na Prática, um chamado para os diferentes setores da sociedade mostrarem o que estão fazendo de fato para contribuir para o alcance da Agenda 2030

Santa Catarina, 22 de setembro de 2022 – Entre 26 e 30 de setembro, a Coordenação Estadual do Movimento Nacional ODS SC promove atividades – simultaneamente com os seus 14 Comitês Locais e quase 1300 signatários – relacionadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

Semana ODS é lei em SC

A Semana Estadual dos ODS tem força de lei em Santa Catarina. O PL 339/2019, de autoria do deputado Rodrigo Minotto, foi sancionado em 2019 pelo governo do Estado de SC. Assim, anualmente, a semana do dia 25 de setembro, data que marca a adesão do Brasil aos ODS, conta com uma série de apresentações de exemplos de boas práticas de sustentabilidade entre pessoas físicas e jurídicas.

Durante toda a semana, a Coordenação Estadual do Movimento Nacional ODS SC irá realizar no canal YouTube.com/MovimentoODSSC, eventos on-line e totalmente gratuitos, sempre às 10h, com apresentação de cases de signatários e projetos de empresas e organizações apoiadoras oficiais do Movimento. Interessados em participar e receber o certificado podem realizar a inscrição via Sympla.

Ações dos Comitês Locais

Além da programação realizada pela coordenação estadual do Movimento, os ODS também estarão em destaque nos municípios onde há a presença de Comitês Locais do Movimento ODS SC, os quais contam com lideranças que se dedicam de forma totalmente voluntária para o alcance da Agenda 2030 em Santa Catarina.

Atualmente, são 14 Comitês regionais, localizados nos municípios de Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Grande Florianópolis, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages, São Bento do Sul, Tubarão e Vale Europeu, mobilizando quase 1300 signatários de 99 municípios.

Eventos como palestras; campanhas de arrecadação de materiais recicláveis como esponjas, tampinhas, lacres e meias; caminhadas ecológicas e distribuição de mudas de árvores nativas; estarão entre as principais atividades promovidas pelos Comitês.

Quem quiser conferir as ações realizadas pelos Comitês Locais, pode acompanhar a agenda de eventos no site do Movimento e seguir o @movimentoodssc na redes principais redes sociais, como Instagram, Twitter, Linkedin e Facebook.

Para o Coordenador Geral do Movimento Nacional ODS SC Gilson Zimmermann, a ação pelos ODS é urgente e estudos apontam que ainda há muito trabalho para que os ODS sejam alcançados até 2030.

“Segundo dados apresentados pelo Instituto Cidades Sustentáveis, Santa Catarina precisa de grande esforço e mobilização para o alcance dos ODS. Estamos na década da ação, e mais do que nunca precisamos do envolvimento do poder público, empresas, academia e toda sociedade para lidarmos com desafios urgentes como a emergência climática, pobreza, feminicídio, entre tantos outros que são pautados pela Agenda 2030, e impactam diretamente na qualidade de vida dos catarinenses”, avalia Zimmermann.

Índice de Desenvolvimento Sustentável da Cidades (IDSC-BR)

Traduzir os compromissos definidos na Agenda 2030 em metas e indicadores monitoráveis, capazes de serem medidos e comparados ao longo do tempo, de modo que se possa acompanhar e avaliar a sua evolução é um dos desafios para a implementação dos 17 ODS e suas 169 metas.

Com o propósito de superar este desafio, foi lançado no primeiro semestre deste ano o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), uma iniciativa do Instituto Cidades Sustentáveis (ICS), no âmbito do Programa Cidades Sustentáveis (PCS).

O IDSC-BR apresenta uma avaliação abrangente da distância para se atingir as metas dos ODS nos 5.570 municípios brasileiros, usando os dados mais atualizados disponíveis em fontes públicas e oficiais do Brasil. Ao todo, o índice é composto por 100 indicadores, referentes às várias áreas de atuação da administração pública.

A pontuação do IDSC é atribuída no intervalo entre 0 e 100 e pode ser interpretada como a porcentagem do desempenho ótimo.

Desempenho das cidades de Santa Catarina

O município de Luzerna, localizado no Meio Oeste de Santa Catarina, com população estimada de 5.700 habitantes, aparece na primeira posição do Estado (39 na classificação geral entre os 5570 municípios). Sua pontuação geral é de 61,80.

Os ODS com melhor desempenho em Luzerna são o ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes, com a pontuação 89,12, e o ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura, 86.33. Acompanhe aqui o índice.

Já Campo Belo do Sul, município com 7.486 habitantes, localizado na região da Serra Catarinense, está na última posição (4790) do ranking de cidades catarinenses, com a pontuação geral de 40,11.

O município tem como principais desafios o ODS 15 – proteger a vida terrestre, alcançando uma pontuação de 11,59, e parcerias e meios de implementação, com a pontuação de 5,82.

Acesse aqui para saber mais.

Confira a seguir os indicadores de Campo Belo do Sul relacionados aos ODS:

ODS 15 · INDICADORES

Taxa de áreas florestadas e naturais

HA (Hectares)/HAB (Habitantes)

Valor: 14,75. Há desafios significativos

Taxa de formações florestais naturais por habitante.

O valor para considerar que o objetivo foi atingido é 25.25.

Fonte. MapBiomas

Unidades de conservação de proteção integral e uso sustentável %

Há grandes desafios

Valor: 4,81

Proporção do território ocupado por Unidades de Conservação de proteção integral e uso sustentável (municipais, estaduais e federais).

O valor para considerar que o objetivo foi atingido é 28.69.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

Grau de maturidade dos instrumentos de financiamento da proteção ambiental %

Há desafios significativos

Valor: 20

Ano: 2020

Proporção de instrumentos de gestão e financiamento da proteção ambiental.

O valor para considerar que o objetivo foi atingido é 80.

Fonte: IBGE (Munic)

Indicadores ODS 17:

Investimento público – R$ per capita.

Há grandes desafios.

Valor: 117, 27.

Ano 2020.

Investimento público por município. O valor para considerar que o objetivo foi atingido é 563.26.

Fonte: Siconfi – Secretaria do Tesouro Nacional

Total de receitas arrecadadas % – Valor de receitas arrecadadas sobre o total de receitas no município.

Há desafios significativos:

Valor: 5,74. Ano: 2020. O valor para considerar que o objetivo foi atingido é 19,73.

Fonte: Siconfi – Secretaria do Tesouro Nacional

Confira o desempenho de Campo Belo do Sul.

Sobre os ODS

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, por meio de ampla participação da sociedade, e compõem uma agenda mundial para a construção e implementação de políticas públicas que visam guiar a humanidade até 2030.

A agenda contempla um plano de ação internacional para o alcance dos 17 ODS, desdobrados em 169 metas, que abordam diversos temas fundamentais para o desenvolvimento humano, em cinco perspectivas: pessoas, planeta, prosperidade, parceria e paz. 

Os 17 ODS envolvem temáticas diversificadas como erradicação da pobreza, segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e industrialização, governança, e meios de implementação.

Sobre o Movimento Nacional ODS SC

A Associação Movimento Nacional ODS Santa Catarina é um movimento social constituído por voluntários, de caráter apartidário, plural e ecumênico, com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da sociedade catarinense. Visa cumprir com os compromissos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, aprovada pelos países membros da ONU durante sua 70ª Assembleia Geral realizada em setembro de 2015, em Nova York. Busca a construção de uma sociedade melhor, socialmente inclusiva, ambientalmente sustentável e economicamente equilibrada. Tem como missão facilitar a incorporação dos ODS no dia a dia das pessoas e na prática das organizações catarinenses. Formado por quase 1.300 signatários; em 99 Municípios; articulados em 14 comitês; e Representados por Pessoas Físicas, Organizações de Classe, Organizações da Sociedade Civil, Instituições de Ensino, Empresas e Poder Público.

Interessados em fazer parte do Movimento, tornando-se signatários, podem fazer a sua adesão acesse aqui: https://sc.movimentoods.org.br/por-que-aderir/

São patrocinadores, Apoiadores Oficiais do Movimento:

APM Terminals, Engie, CASAN, FECAM, Portonave, VIACREDI, Statkraft, Sicoob, FIESC, Grupo Nexxes, Irani, Coopera, Grupo Fortaleza, Portobello, Unisul, Baesa, Enercan Campos Novos Energia, Credifoz, Instituto Rogério Rosa e Teltec Solutions.

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Criciúma celebra destaque na saúde em ranking nacional

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Criciúma comemorou, nesta quinta-feira (22), a liderança nacional em qualidade na saúde. O reconhecimento foi feito pelo Ranking de Competitividade e Sustentabilidade dos Municípios, divulgado na última semana pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Para celebrar o resultado, as equipes de Saúde e entidades da cidade receberam homenagens por sua parceria junto à administração municipal. O evento ocorreu no Paço Municipal Marcos Rovaris.

Na avaliação, Criciúma subiu 16 posições em comparação com a avaliação anterior – divulgada ano passado –, consolidando-se número um do Brasil no indicador “Qualidade em Saúde”, com nota 90,76 de 100. O indicador é subdividido em cinco itens: obesidade na infância; desnutrição na infância; mortalidade na infância; mortalidade por causas evitáveis e mortalidade materna. A cidade se destacou principalmente nos últimos três, com colocações nacionais de, respectivamente, 15°, sétimo e primeiro lugar.

O secretário municipal de Saúde, Arleu da Silveira, acredita que o resultado vem de um esforço coletivo.  “Esses índices são reflexo de um trabalho realizado por uma equipe multissetorial e por diversas instituições que, juntas, contribuíram para melhorias na qualidade de vida da população criciumense nos últimos anos”, ressaltou. “Celebrar essa conquista é valorizar todos os responsáveis por ela. É incentivar e motivar os profissionais para oferecermos atendimentos cada vez mais eficientes para as famílias”, complementou o prefeito Clésio Salvaro.

Sobre os indicadores

O indicador “mortalidade materna” é definido como a razão entre a quantidade de óbitos maternos e o número de nascidos vivos (por grupo de 100 mil). São consideradas mortes maternas os óbitos de mulheres nos períodos de gestação ou puerpério (até 42 dias após o parto). Com base nestes dados, o ranking define uma nota para cada município. Quanto maior a nota, menor a mortalidade materna. Criciúma foi o primeiro colocado, com nota 100.

Neste indicador, foram considerados dados de 2020, disponíveis no banco de dados do SUS. Conforme o sistema, neste período Criciúma não registrou nenhuma morte materna, assim como nos anos de 2019 e 2018.

Já no item “mortalidade por causas evitáveis”, a nota é calculada com base na razão entre a quantidade de óbitos, por causas evitáveis, de pessoas com idade entre 5 e 49 anos e a população estimada na mesma faixa etária (por grupo de 100 mil). Como no indicador anterior, quanto maior a nota, menor é a mortalidade por causas evitáveis. No país, o município é o sétimo colocado, com nota 96.01.

A nota do indicador “mortalidade na infância” leva em consideração a quantidade de óbitos de menores de cinco anos dividida pelo número de nascidos vivos (por grupo de 1.000). Da mesma forma dos itens anteriores, quanto maior a nota, menor a mortalidade. Criciúma é o 15º colocado do Brasil neste item, com nota 82.17.

O Setor de Mortalidade da Vigilância Epidemiológica do município realiza o monitoramento em tempo real destes números. “O acompanhamento desses indicadores é essencial pois mostra a qualidade de serviços prestados na saúde, assim como em outras áreas”, esclareceu a enfermeira e coordenadora do setor, Diandra Limas.

Dentre as instituições com importante papel nessa conquista está o Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC). Em 2021, foram realizados 2.753 partos no HMISC, maior marca desde sua inauguração em 2018. De lá para cá, foram 10.359 nascimentos. Os dados são do próprio hospital.

Trabalho desenvolvido no município

O reconhecimento na área é também resultado das ações desenvolvidas pela Secretaria de Saúde, através do Centro de Saúde da Mulher Criança e Adolescente e dos serviços prestados na Atenção Primária em Saúde (UBSs).

“Por iniciativa do Saúde da Mulher, foi criado em 2021 o Grupo Condutor da Rede Cegonha. O grupo multissetorial, com representantes de entidades da sociedade civil e do legislativo municipal, conduz ações de acompanhamento às gestantes, puérperas e crianças com até 24 meses”, explica a enfermeira e coordenadora do grupo, Lucimara Nunes Ferreira.

Para isso, os profissionais da Atenção Primária passam por capacitações regularmente, sendo orientados e atualizados sobre os protocolos Mãe Coruja – que estabelece diretrizes para o pré-natal, parto e puerpério – e Atenção à Criança e Adolescente. A equipe da pasta também faz encaminhamentos de assistência para gestações de médio e alto risco.

Além disso, Criciúma possui um Comitê de Mortalidade Materno-Infantil, que se reúne uma vez ao mês para avaliar óbitos maternos e infantis, com o objetivo de identificar mortes evitáveis. O grupo, de caráter educativo, discute novas recomendações de saúde e prevenção de novos óbitos.

Em conjunto com a Rede Cegonha e o Saúde da Mulher, o Comitê também tem outras iniciativas. Exemplos delas são a capacitação da atenção básica para o Planejamento Familiar; possibilidade de inserção de Dispositivo Intra Uterino (DIU) no pós-parto e em mutirões; e elaboração de cartazes e de uma cartilha direcionada para gestantes imigrantes, com orientações básicas em outros idiomas.

Outras ações na área da saúde

Atualmente, Criciúma possui 48 UBSs e duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) à disposição da população. No ano passado, a rede de atenção básica do município realizou 2.505.152 atendimentos. Desses, 16.518 foram consultas de pré-natal.

Entre esses atendimentos também estão consultas – com médicos, enfermeiros, psicólogos, dentistas, nutricionistas, etc –, visitas domiciliares, curativos, exames preventivos, pequenos procedimentos médicos, procedimentos odontológicos, testes rápidos, administração de medicamentos, etc. Somente na UPA da Próspera, por exemplo, foram 110.815 atendimentos no mesmo período. Dentre eles estão radiografias, eletrocardiogramas, imobilizações ortopédicas, etc.

Para reduzir a fila de consultas, exames ou demais procedimentos agendados, a secretaria realizou mutirões para entrar em contato com pessoas esperando por cirurgias. O objetivo era verificar quais delas ainda estavam de fato aguardando o procedimento. Também para higienizar as filas, a secretaria está implementando um sistema para confirmação de consultas por SMS.

Além disso, com a pandemia de Covid-19 em 2020, a Secretaria de Saúde precisou se reinventar. Para isso foi instalado o Centro de Triagem em frente ao Hospital São José, o Salão Paroquial da Igreja Santa Bárbara foi transformado em uma grande sala de vacinação e o Centro de Reabilitação Cardiopulmonar deu suporte àqueles que venceram a doença.

Outras ações mais recentes da pasta incluem a implantação do Programa Melhor em Casa, Programa de Hepatites Virais e aplicação de injeções intravítreas.

Sobre o Ranking

O ranking analisa 415 municípios brasileiros (7,45% do universo de municípios), representando cidades com mais de 80 mil habitantes, conforme estimativa do IBGE para 2021. A terceira edição do ranking é composta por 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e três dimensões: instituições, sociedade e economia. Na posição geral, que considera todos os indicadores, Criciúma é o 5º colocado em Santa Catarina, 8º na região sul e 23° em todo o país. O ranking pode ser acessado em www.rankingdecompetitividade.org.br.

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Coleta seletiva: qual a importância do descarte correto de materiais para o meio ambiente?

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O descarte incorreto de resíduos poluentes na natureza é um dos principais problemas que geram danos frequentes ao meio ambiente. Porém, para mostrar a importância da coleta seletiva e do descarte correto de materiais, a Diretoria de Meio Ambiente de Criciúma (DMACRI) realiza ações e projetos de educação ambiental no município. A finalidade é para tornar, ainda mais, a população consciente e reduzir os impactos desses problemas ambientais que estão sendo provocados na atualidade.

Mas qual a forma correta de realizar o descarte desses materiais? De acordo com o coordenador de Educação Ambiental, Eduardo Luzzi Damassini, em um saco de lixo as pessoas devem colocar somente papel, papelão, isopor, metal, vidro, plásticos limpos e colocá-los na lixeira de material reciclável. “Já os restos de comida, papel higiênico usado, fraldas usadas, absorvente e outros materiais que não são possíveis reutilizar, eles devem ser colocados em um outro saco de lixo para serem depositados na lixeira de rejeito ou orgânico que, posteriormente, serão destinados ao aterro sanitário”, explicou.

Conforme o coordenador, em ambos os casos todos os materiais colocados devem ser bem ensacados para beneficiarem o meio ambiente, porque não serão jogados em qualquer lugar ocorrendo a poluição ambiental no município. Não entupindo bueiros ou se decompondo em rios e oceanos prejudicando a fauna aquática.

“Com essas ações o município não precisará pagar o aterro sanitário para depositar os materiais recicláveis, gerando renda para a família de catadores e reduzindo a ocupação de espaço no aterro sanitário. Ainda, tem a questão da saúde pública, onde todos os cidadãos estão envolvidos para tornar nossa cidade um lugar limpo e melhor para se viver”, destaca.

Combatendo a poluição ambiental

Em contrapartida, o descarte incorreto podem ocasionar diversos problemas ao próprio meio ambiente. Além da poluição ambiental prejudicando a fauna e flora terrestre e aquática, eles podem causar também problemas econômicos. “Principalmente, porque esses recursos que são empregados para a deposição dos materiais no aterro sanitário podem ser empregados para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, infraestrutura e dentre outras ações no município”, alerta Damassini.

Segundo a diretora de Meio Ambiente, Anequésselen Bitencourt Fortunato, a educação ambiental é a peça fundamental para tornar os cidadãos conscientes desses problemas ambientais, preparando as pessoas para adquirirem hábitos sustentáveis e reduzir inúmeros malefícios que são ocasionados pela degradação do meio ambiente.

“São pequenos hábitos, mesmo que parecendo insignificantes, com certeza já farão a diferença no futuro. Como por exemplo, não desperdiçar água, reaproveitar a água da chuva, reciclar, desligar a luz ao sair de um ambiente, aproveitar ao máximo a luz natural, ser um consumidor consciente e não modista, dentre outras ações”, pondera.

Ações que promovem a diferença

Essas ações de conscientização estão ligadas em vários projetos da Diretoria de Meio Ambiente e do Governo do Município, como a ‘Coleta Seletiva Solidária’ que o caminhão passa uma vez por semana nos bairros fazendo a coleta dos materiais recicláveis. O ‘Projeto Jogue Limpo com a Cidade’, onde o cidadão consegue até 50% de desconto da sua taxa de lixo anual e o ‘Projeto Eco Conscientização’ que é a implantação da coleta seletiva nas escolas do município.

“As atividades realizadas são palestras de cunho ambiental nas escolas do município, nas associações de moradores, nas empresas, nos eventos e nas ações que a diretoria promove ao longo do ano. Todas as ações são para conscientizar, ensinar e incentivar as pessoas a adquirirem novos hábitos no seu dia a dia, e mostrar que podemos ter uma vida boa e saudável com hábitos que não prejudiquem o meio ambiente”, enfatiza Anequésselen.

Além disso, recentemente, durante o mês de agosto foi iniciado nas escolas do município o projeto ‘Minha Escola Consciente’. A atividade é uma gincana promovida nas escolas pela Secretaria Municipal de Educação, pela Diretoria de Meio Ambiente e pelo Fundo de Saneamento Básico (FUNSAB) para também conscientizar sobre o descarte correto de resíduos sólidos e o processo da reciclagem aos alunos da rede municipal.

“Esta conscientização é necessária, pois está ocorrendo o descarte incorreto de vários materiais que chegam até a Associação e Cooperativa de Catadores que dependem destes materiais para o sustento de suas famílias, gerando economia ao município e mantendo nossa cidade limpa”, frisa o presidente do Funsab, Luiz Juventino Selva.

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