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Educação de Siderópolis realiza primeira reunião de planejamento para volta às aulas

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A previsão para a volta às aulas no ensino infantil, fundamental e médio, em Siderópolis, a partir dos dias 17 ou 18 de fevereiro, de forma presencial ou virtual, foi mantida e deve ser definida de acordo com a classificação da região da Amrec no mapa estadual que aponta o risco potencial para contágio da Covid-19. Já o retorno das aulas nas creches municipais, para as idades entre 0 e 3 anos, ainda segue indefinido.


O retorno presencial, se possível, deverá ocorrer de forma parcial, com o revezamento dos estudantes, 50% dos alunos em uma semana e os demais em outra semana.


A decisão foi tomada em reunião realizada na tarde e início da noite de quarta-feira, 13, entre os novos diretores e secretários da rede de ensino municipal de Siderópolis. O encontro aconteceu no Centro Social Urbano com o objetivo de promover a integração entre o corpo técnico da pasta e para dar  início ao planejamento do calendário do ano letivo de 2021.

Neste ano, por conta da pandemia, o município não realizará processo seletivo para ACTs e os candidatos aprovados em 2019 devem ser recrutados na última semana de janeiro. Conforme o secretário de Educação, Méricles Rossa “o número de ACTs e as áreas de atuação desses professores ainda não foram definidos, porque alguns diretores retornam das férias somente na próxima semana e, é eles que devem fazer esse levantamento, de acordo com cada escola”, explica. 

Durante a reunião o Plano de Contingência Estadual para Educação (Plancon) foi apresentado aos participantes e discutido a fim de que todos entendessem as diretrizes estabelecidas para uma possível retorno das aulas presenciais. 

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Clínicas Integradas da Unesc têm vagas para psicoterapia

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A agitação da vida moderna, as incertezas em nível mundial no que diz respeito à pandemia de Covid-19, a busca pela realização profissional, a preocupação com a saúde e com as finanças. Quem nunca se pegou pensando em ao menos uma dessas questões? Esses e tantos outros motivos que envolvem a vida humana podem ser gatilhos para crises de ansiedade, depressão e diversos outros quadros que necessitam de acompanhamento psicológico. Diante desta realidade e, alinhando o ensino ao papel comunitário da instituição, a Unesc oferece, por meio das suas Clínicas Integradas, o serviço de Psicologia, no qual acadêmicos, sob orientação de professores especialistas, realizam atendimento à comunidade.

Neste início de março estão abertas as inscrições para os atendimentos gratuitos na Clínica de Psicologia. Para participar o paciente deve entrar em contato com a Clínica por meio do Whatsapp no telefone (48) 99699.5461 ou pelo e-mail [email protected].

Conforme a professora Denise Nuernberg, integrante da equipe da Clínica de Psicologia, nesta etapa de triagem o grupo fará o levantamento sobre as necessidades de cada paciente e a classificação entre os casos, priorizando os pacientes com situação mais grave.

Para a inscrição o paciente deve apresentar Carteira de Identidade, CPF e Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais informações podem ser obtidas na Clínica de Psicologia da Unesc pelo telefone (48) 3431.2752.

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ACTU emite comunicado sobre os serviços de transporte na pandemia

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O transporte coletivo de Criciúma, bem como de todo o Estado de SC, foi um dos setores econômicos que mais foi atingido pela pandemia da Covid-19. Foram 114 dias de paralisações intercaladas, medida esta única no Brasil, e que não trouxe comprovações da sua efetividade no que diz respeito ao combate ao coronavírus.

Mesmo com o retorno das atividades, durante todos os meses em que vivemos na pandemia, o transporte coletivo atendeu às restrições impostas pelos decretos do Governo do Estado e Governo Municipal, absorvendo custos e prejuízos. Ainda solidárias ao momento, as empresas se mantiveram operando com a mesma tarifa desde 2017, mesmo com o setor parado, transportando apenas 25% da demanda anterior à pandemia.

Como medida de adaptação a esse novo momento, e também por conta da baixíssima demanda de passageiros em muitas linhas, as empresas cumpriram, os ajustes de horários e linhas determinados pelo poder concedente, salvaguardando a sustentabilidade financeira, manutenção dos postos de trabalho e pagamento das suas obrigações financeiras. Além disso, diferente das capitais, onde as operadoras de transporte coletivo receberam incentivos fiscais, nas cidades do interior, esse benefício não foi recebido.

Coube ao setor de transporte coletivo, onde todos os protocolos de higienização são mantidos, a responsabilidade de gerenciar com a capacidade de 50%, um dia a dia normal de movimento da economia de Criciúma. Escolas abertas, comércio funcionando a pleno vapor, indústrias operando normalmente e ainda gratuidades acessando também o sistema. Em paralelo, uma tarifa de R$ 3,90 que é atraente ao usuário e se apresentou muito mais viável financeiramente do que outras formas de deslocamento. É bom ressaltar que em tempos normais essa alta demanda de passageiros seria a melhor notícia para as empresas de transporte, não fosse a situação de pandemia em que vivemos.

Por conta disso, empresas novamente foram ao Poder Executivo pedir medidas que permitissem uma melhor distribuição desse grande público dos horários de pico, para que sejam atendidas o maior número de pessoas, observando todas as regras sanitárias.

Tais ajustes viriam a ajudar a mitigar o impacto do sistema de transporte neste momento em que, mais uma vez, a responsabilidade recai nas empresas de transporte coletivo. É necessário que uma readequação com a contribuição de todos os setores, especialmente comércio, construção civil, indústria do vestuário e das instituições de ensino.

Essa é a análise do momento em que vivemos e que precisa ter o entendimento da sociedade. As empresas de transporte coletivo seguem fazendo o seu papel neste momento tão difícil. Porém, assim como ocorre com os serviços de saúde, os ônibus seguem para um momento de colapso, pois não conseguirão atender à demanda nas atuais condições, tão pouco os empregos do setor e o bom atendimento aos nossos clientes, que sempre foi e continuará a ser o nosso maior objetivo.

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Cocal do Sul encaminha plano de habitação para atender famílias carentes

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O sonho de ter a casa própria está mais perto de se tornar realidade para muitas famílias em Cocal do Sul. O prefeito Fernando de Fáveri recebeu nesta quinta-feira (4) o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Claudinei Marques. O objetivo do encontro foi para tratar da elaboração de um plano de habitação para famílias de baixa renda, que irão se enquadrar nos critérios estabelecidos por um estudo socioeconômico que ainda será explanado. Além do secretário, o prefeito também recebeu o deputado estadual Sérgio Motta (Republicanos).

“Vamos colocar em prática a construção de casas populares no município, através de uma parceria entre Cocal do Sul e o Governo do Estado, beneficiando muitas famílias; esse foi o primeiro passo e nos sentimos muito honrados pela visita do secretário e pela sinalização positiva quanto ao projeto”, salienta Fernando. O secretário Claudinei afirmou durante o encontro que o projeto habitacional será realizado em diversos municípios de Santa Catarina, porém Cocal do Sul será prioridade, firmando compromisso com a cidade.

O secretário apresentou um modelo japonês de casas populares, com tecnologia e ponta, sendo que as casas não precisam receber pintura e podem ser concluídas em apenas quatro dias. A administração municipal fornecerá o terreno para a construção, que já foi obtido, além das ruas pavimentadas, e o Governo do Estado instalará as residências. “O segredo nisso tudo será o dono das casas, que será o município, portanto a pessoa que for morar na casa não poderá vendê-la e nem alugá-la, se ela sair terá que devolver ao município, que irá cedê-la a outra pessoa dentro dos critérios socioeconômicos que serão avaliados criteriosamente”, explica o prefeito.

De acordo com o prefeito, agora serão feitas as tramitações para colocar o projeto habitacional em prática, que não trará custo para as pessoas. “Quando a pessoa de baixa renda consegue deixar o aluguel de lado, ela vai ter uma condição de vida melhor e é isso que a gente preza para o povo sul-cocalense, o bem-estar de cada um”, finaliza o prefeito.


Texto e foto – Amanda Farias/PM Cocal do Sul

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