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Prefeitura inicia operação tapa-buracos em Cocal do Sul

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O município de Cocal do Sul iniciou nesta terça-feira (19) uma operação tapa-buracos, com o objetivo de melhorar as condições de tráfego e segurança em vias municipais, motivo de muitas reclamações pelos condutores. A ação está sendo executada pelos trabalhadores da Secretaria de Obras do município e os serviços começaram pelas ruas Edson Gaidzinski e Paulino Búrigo, na área central da cidade. Vale ressaltar que o trânsito está interrompido em meia pista na Rua Paulino Búrigo.

Somente nessa área, a prefeitura utilizou cinco toneladas de massa asfáltica. A operação vai continuar na área central do município ao longo do dia e deve contemplar diversos bairros da cidade.

“Assim que assumimos a administração nos deparamos com alguns equipamentos e máquinas quebradas, além disso o nosso consórcio de asfalto está de férias até o fim do mês. Por isso, a cidade está com muitos buracos no perímetro urbano; assim que consertamos as máquinas pegamos a massa asfáltica emprestada com o objetivo de ser uma solução imediata para não deixar a cidade a mercê desses buracos”, explica o prefeito e também atual secretário de Obras de Cocal do Sul, Fernando de Fáveri.

A prefeitura realizou um diagnóstico de todas as ruas que precisam ser reparadas na cidade e após esse estudo, está realizando efetivamente a operação tapa-buracos. Conforme Fernando, a prefeitura está priorizando neste primeiro momento os buracos de maior impacto e na sequência, serão reparados os buracos menores.

“Estamos aproveitando que hoje o tempo está propício, tendo em vista que a previsão para os próximos dias é de chuva e a população não iria mais aguentar a situação nos moldes que estava. Esse é um compromisso que assumimos com a cidade e depois que o consórcio estiver aberto, essa manutenção preventiva será mais rápida e eficaz”, finaliza o prefeito.

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Governo de Siderópolis investe mais de R$ 150 mil em exames e consultas

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Nos primeiros dois meses de Governo, a gestão Franqui Salvaro e Adriano Teixeira destinou mais de R$ 150 mil para o custeio de exames e consultas via  Consórcio Intermunicipal de Saúde da Amrec (Cisamrec). Entre os dias 4 de janeiro e 4 de março de 2021 foram empregados R$ 150.968,60 para agilizar a liberação de procedimentos que estão no aguardo da liberação pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo foram 1750 atendimentos viabilizados aos munícipes.

De acordo com a secretária de Saúde, Janaína Bertan Warmling, o recurso empregado visa contribuir com outras demandas da saúde do município neste momento em que o foco principal tem sido o coronavírus. “Estamos atentos à evolução da pandemia, entretanto outras doenças também podem trazer agravos à saúde das pessoas. Se o procedimento precisa ser feito, o município vai trabalhar para isso”, comenta. 

O Cisamrec é uma associação pública, composta pelos doze municípios da região carbonífera, com o objetivo de implementar de forma compartilhada, ações e serviços públicos de saúde especializados, complementares aos procedimentos oferecidos pelo SUS.  “O consórcio é uma alternativa que permite a otimização de recursos na região e sobretudo nos permite auxiliar à população que precisa de determinados procedimentos e que não tem a devida celeridade pelo SUS”,  esclarece o prefeito, Franqui Salvaro.

Neste dois primeiros meses, foram contempladas 23 especialidades: colonoscopia, endoscopia digestiva alta, ecocardiografia transtorácica, teste ergométrico, ecodoppler fluxometria venoso (2 membros), consulta médica especializada em cardiologia, ultrassonografia, ortopedia, oftalmologia, otorrino, endocrinologista, procedimento pequenas cirurgias, ultrassonografia obstétrica morfológica, ressonância, fluxometria, anatomopatológico, ecocardio transesofágico, contraste de ressonância, consultas pequenas cirurgias, infectologista, reumatologista, reumatologista, serviços médicos de pediatria e psiquiatria.

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Vigilância Sanitária intensifica ações em Morro da Fumaça

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Nos últimos dias, os fiscais estiveram nos estabelecimentos repassando todas as orientações e fiscalizando o cumprimento das normas sanitárias. “A ação é importante e necessária, uma vez que em nossa região a matriz de risco potencial está no nível gravíssimo. Com isso precisamos reforçar as orientações de prevenção à Covid-19 e notificar os estabelecimentos que não estão adequados”, explica a coordenadora da Vigilância Sanitária, Patrícia Satiro Zanette.

Ela também reforça o pedido para que a população colabore e tenha consciência do momento delicado. “Pedimos mais uma vez que a população esteja consciente que estamos passando por um momento delicado. É fundamental que as pessoas adotem medidas para a prevenção ao contágio pelo coronavírus, respeitando o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização constante”, salienta

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A história de fé e luta da técnica de enfermagem de Forquilhinha para vencer o coronavírus

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No Dia Internacional da Mulher, comemorado neste dia 8 de março, a personagem de superação de Forquilhinha é a técnica de enfermagem da Vigilância Epidemiológica, Sandra Regina Colonetti, de 55 anos. Com uma fé imensa e esperança de cura, chegou ao hospital há cinco meses atrás, com febre, alteração nos batimentos cardíacos, um cansaço extremo e oxigenação baixa. Acompanhada pelo filho, Diego Nicoski, 29 anos, Sandra precisou ser internada, às pressas, após uma alteração na tomografia.

Os sintomas tiraram de atuação a profissional de linha de frente pela pandemia provocada por um vírus desconhecido, que hoje faz parte da história do mundo inteiro. Após ser hospitalizada começou um mal-estar e falta de ar, depois de alguns dias foi intubada e ali permaneceu por 32 dias. A paciente teve complicações renais, fez hemodiálise e traqueostomia. “Em momento algum eu pensei que iria morrer, eu rezava muito e cantava os hinos da igreja. Eu sentia que eu iria ficar curada. Tinha plena certeza e esperança que iria volta para casa. Pedia ao meu filho quando falava com ele ao telefone que rezasse por mim”.

Com 21 anos de atuação na área da saúde, a técnica de enfermagem nunca imaginou que enfrentaria um ser invisível e teria que lutar pela sua vida. O caminho foi longo e árduo. Foram 52 dias de internação até Sandra conseguir voltar para casa e encontrar a razão de toda a batalha: o seu filho.

A luta

A história de luta da paciente com Covid-19 de Forquilhinha começou em 3 de outubro, quando ela começou com os sintomas da doença. Uma tosse seca fez Sandra procurar o Centro de Triagem. Dias depois os sintomas foram se agravando e começou a febre, alteração dos batimentos cardíacos, enjoo e fraqueza, além da oxigenação baixa. Precisou ser internada, às pressas, no Hospital da Unimed, de Criciúma, após dias do diagnóstico positivo a doença.

No hospital, Sandra foi sedada e intubada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após 11 dias internada. “Fui acolhida por todos os profissionais de saúde, extremamente capacitados em todos os níveis e setores, fez toda a diferença na minha vida”, declara, agradecida.

A recuperação

Nos 52 dias em que permaneceu no hospital, a paciente ficou em coma induzido. “Após os 52 dias de internação eu perdi toda a musculatura. Eu tive que aprender a andar, escovar os dentes, pentear os cabelos e a tomar banho sozinha. Mas Deus me deu uma nova vida e reforço que a fé e esperança foram imprescindíveis na minha recuperação”.

No início de dezembro voltei para casa curada da Covid-19. A partir daí, todos os dias era necessário fazer fisioterapia para recuperar os movimentos e fortalecer os músculos. Sandra também passou pela clínica de reabilitação pós-covid.

A mensagem

A funcionária pública que retornou ao trabalho no dia 22 de fevereiro, redobrou os cuidados e pede a todos que façam o mesmo. “Hoje eu agradecer por ter essa nova chance, mas quero chamar atenção das pessoas que se cuidem com uso de máscaras, higienização, distanciamento social. Ainda vamos ter muito tempo para fazer festas, e que tenhamos todos os cuidados necessários. Que neste Dia Internacional da Mulher seja de esperança de dias melhores. Nós vamos vencer, mas todos precisam se ajudar para não perder as pessoas da nossa família devido a doença. Sinto muita falta do abraço, do beijo, daquele calor humano, mas vai passar e iremos continuar a nossa vida. Se pudermos ajudar aos mais necessitados. Quem tem mais condições ajuda quem tem menos”.

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