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Promessa de iluminação e limpeza na Via Rápida

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Içara

O projeto técnico de infraestrutura para iluminação da Via Rápida está em fase final, com previsão para publicar o edital no início de setembro 2019. E os serviços paliativos de manutenção com roçagem poderão ser realizados em parceria com Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e as prefeituras de Içara e Criciúma. As informações foram apresentadas em reunião na Câmara Municipal de Içara, com a participação do Poder Legislativo de Criciúma e Balneário Rincão, nesta quarta-feira (05/06).

Conforme ofício da Gerente do Núcleo Sul Celesc, Barbara Kelly Cittadin Ceron, a Via Rápida passa pela área de concessão de duas concessionárias-permissionárias de energia elétrica Cooperativa Aliança (Içara) e Coopera (Forquilhinha). Sendo assim o projeto deve ser submetido à apreciação e aprovação de ambas concessionárias.

“Na próxima semana vamos reunir as duas cooperativas, para discutirmos se existe algum impedimento para ligação da iluminação nas suas redes, para encaminharmos as soluções”, informou o Presidente da Câmara Municipal de Içara, Rodrigues Mendes, o Sapinho. O superintendente do Deinfra, Gustavo Taufembach, explicou que a rodovia não consta no Plano Rodoviário do Governo Estadual, por ainda não estar estadualizada, em virtude de processos judiciais, como desapropriações.

“Estamos tentando um termo parcial de entrega da obra para incluir no Plano Rodoviário, para fazer as manutenções. Mas acredito que uma parceria com as prefeituras podemos sim realizar uma medida paliativa de manutenção”, explicou Taufembach. O Presidente do Legislativo de Criciúma Miri Dagostim, mostrou-se preocupado com a segurança da rodovia.

“Daqui a alguns meses começa o movimento em direção ao litoral, às medidas apontadas são fundamentais para a segurança das pessoas que trafegam pela Via Rápida. Estamos à disposição para em conjunto com as cooperativas, reunir esses ramais para conseguirmos a iluminação”. “Foi uma reunião muito produtiva, a confirmação de medidas paliativas para roçagem já contribuirá com a segurança da rodovia. Vamos buscar agora as parcerias necessárias, a fim de solucionar os problemas apresentados”, finalizou Mendes.

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Comitiva da Prefeitura de Criciúma conhece instalações educacionais e econômicas de Medellín na Colômbia

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A comitiva da Prefeitura de Criciúma iniciou agenda em Medellín, na Colômbia, nesta segunda-feira (27). No primeiro dia, a equipe foi recepcionada pela Agencia de Cooperación e Inversión de Medellín (ACI), instituição responsável pelas relações internacionais. Na oportunidade, foram apresentadas algumas ações voltadas ao avanço econômico e sociocultural. A comitiva também visitou a Secretaria de Educação.

No local, a equipe realizou uma reunião com o diretor de relações internacionais de Medellín, Jonatan Ballesteros, e os responsáveis pela educação e cultura e pelo desenvolvimento econômico do município colombiano. “Após a reunião, fizemos uma visita institucional a Plaza Mayor, um complexo internacional de convenções e exposições de Medellín e é um dos mais modernos da Colômbia”, comentou a coordenadora pedagógica, Lívia da Silva.

A comitiva também apresentou o município criciumenses aos responsáveis. “Comparar o modelo de desenvolvimento de Medellín com o de Criciúma está sendo muito bom, pois nos possibilita vermos onde estamos acertando e onde podemos avançar”, ressaltou o secretário de Educação, Miri Dagostim.

Além do secretário de educação e da coordenadora, a comitiva é composta pelo diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Aldinei Potelecki, o diretor de Tecnologia da Informação (TI), Tiago Pavan, coordenadora-geral da Secretaria de Educação, Cristiane Uliana, o presidente da Câmara de Vereadores, Arleu Da Silveira e a vereadora Roseli De Lucca.

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Doação de órgãos: Um gesto de amor ao próximo

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Instituída pela Lei nº 11.584/2.007, o dia nacional de doação de órgãos foi criado para conscientizar a sociedade sobre a importância da doação e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto. Foi por meio deste gesto de conscientização da sociedade, que a vida do Antenor de Jesus, 47 anos mudou e hoje ele sorri e celebra um novo começo.

O supervisor de qualidade de confecções, descobriu em 2013 que era portador de um problema chamado nefropatia por IGA (problema que atinge os rins); por oito anos realizou inúmeros tratamentos entre eles hemodiálise e uso de medicações para controlar o problema. Durante todo este tempo, Jesus precisava vir todos os dias ao Hospital realizar seu tratamento.

Mas no dia oito de agosto de 2021, a vida do supervisor mudou, quando recebeu uma ligação do serviço de transplante renal do HSJosé dizendo que havia chego um “presente” para ele. “Recebi a ligação da doutora Cassiana Mazon Fraga, perguntando como eu estava e que tinha chego um presente para mim (05/08/21 às 16h30), foi muita felicidade. Fiz o transplante no mesmo dia; iniciamos às 22h30 e acabou 1h30 do dia 06/08/21, que considero meu novo aniversário. A equipe do HSJosé, minha família e amigos foram muito importantes para minha recuperação e são até hoje”, relatou emocionado.

Apesar da dor dos familiares por ter perdido um ente querido, a doação de órgãos é um ato de amor e de generosidade.

O que é o transplante de órgãos:

Transplante é o ato de transferir um órgão, tecido ou célula de uma pessoa/doadora para outra/receptor.

A doação de órgãos pode acontecer de duas maneiras; por meio de doadores vivos ou falecidos. Em vida, as pessoas podem doar rins, parte do fígado ou do pulmão e medula óssea. Por lei, familiares podem ser doadores até o quarto grau de parentesco, quem estiver fora deste parâmetro, poderá ser doador somente com autorização judicial.

A doação de órgãos para pessoas falecidas já é diferente. Para ser um doador, a pessoa precisa ter deixado claro em vida, sua intenção de ser um doador; após a morte, a família precisa concordar com a doação.

O doador falecido é a pessoa com dano cerebral irreversível, a morte encefálica (ME), que é causada por traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral. Quando acontece a morte encefálica, uma série de exames para constatar o dano cerebral precisa ser realizado. Somente após o resultado destes exames, o médico neurologista pode dar o diagnóstico de que a pessoa é um possível doador.

Muito já se sabe sobre a doação de órgãos, nos últimos anos, houve no mundo todo uma ampla discussão a respeito do tema, mas de acordo com as comissões que realizam a entrevista com os familiares, ainda há um difícil entendimento, o que resulta em um alto índice de recusa familiar.

“Dentro do Hospital São José, temos uma Comissão Hospitalar de Transplante muito ativa. Sempre que somos comunicados sobre a Morte Encefálica (ME) de algum paciente, após todos os exames necessários realizados, entramos em contato com os familiares. Explicamos todo processo da ME, e falamos sobre a importância da doação de órgãos e para que outras famílias não passem por este sofrimento e que mesmo na dor eles podem ajudar outras pessoas autorizando a doação de órgãos. Explicamos que mesmo na dor é um dever do profissional da saúde estar explicando sobre isso. É doloroso sim, mas precisamos tentar ajudar as pessoas e nos colocamos a disposição da família que está sofrendo naquele momento”, explica Renata Mendes Machado, enfermeira do HSJosé e participante da CHT do HSJosé.

Quem pode ser um doador e o que pode ser doador de órgãos:

Todas as pessoas podem ser doadores de órgãos. O importante é sempre deixar a família avisada sobre a intenção de se tornar um doado. A compatibilidade de cada pessoa será avaliada por médicos e exames complementares.

O ser humano pode doar rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado, intestino, córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias. A avaliação sobre a doação dos órgãos será sempre antes de realizar a captação de órgãos.

A Comissão Hospitalar de Transplantes no HSJosé

O HSJosé possui uma Comissão Hospitalar de Transplantes-CHT desde 2005. A equipe é composta por médicos e enfermeiros dedicados e experientes na área. Os profissionais divididos em equipes e plantões, auxiliam em conjunto no reconhecimento da morte encefálica e abordagem da família do paciente explicando sobre a ME e também fornecendo todas as informações e atendimento necessários para os familiares, bem como, auxiliando no processo de captação.

“Todos os casos de ME são acompanhados por esta equipe que dá suporte a família, dá suporte ao diagnóstico da morte, sempre supervisionado pela Central Estadual de Transplantes. Quando um paciente é identificado com ME a equipe auxilia no diagnóstico efetivo da ME, dá suporte à família neste processo juntamente com a equipe assistente. A medida em que se confirma a morte, a equipe aborda a família do paciente para determinar a vontade ou não da família em doar os órgãos”, explica o médico dr. Felipe Dal Pizzol (CRM- 10643/RQE-8822), médico intensivista, e coordenador da Comissão Hospitalar de Transplantes do HSJosé.

O serviço que funciona 24h no HSJosé, já realizou este ano, 37 notificações de morte encefálica, destas, 24 entrevistas com familiares, 18 captações de órgãos foram autorizadas e seis pessoas recusaram a doação de órgãos de seus familiares. “Em qualquer lugar do Brasil, existe uma lista de espera de pessoas que necessitam de transplante de alguma natureza, rim, fígado, pulmão, coração, córneas; mas a demanda é sempre maior que a oferta, então é uma lista que dificilmente é zerada. A doação de órgãos permite que se possa ajudar essas pessoas, melhorar a qualidade de vida delas, como um gesto de doação, um gesto de amor ao próximo”, finalista Dal Pizzol.

Em Santa Catarina existe atualmente 1224 pessoas na fila de espera por um órgão. Em 2021 em todo Estado foram realizadas 71 notificações de possíveis doadores, destas, 49 doações foram efetivadas, e somente no Sul 26.

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Pela primeira vez, comunidades terapêuticas terão apoio do Governo de Içara

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O Governo Municipal de Içara assinou um termo de cooperação com as comunidades terapêuticas da região. Pela primeira vez, o município vai colaborar com oito vagas mensais em clínicas cadastradas na prefeitura para acolhimento voluntário de dependentes de álcool e drogas. Inicialmente foram assinados os convênios com a Associação de Famílias para Assistência ao Indivíduo Carente (AFASSIC), Centro de Reabilitação Humana Fazenda São Jorge Feminina, Centro de Reabilitação Humana Fazenda São Jorge ll, Associação Anti-Álcool e Dependência Química de Apoio às Famílias do Extremo Sul Catarinense, além do Centro de Reabilitação e Tratamento de Adicção (CETRAD).

“Eu sempre digo, nossa cidade cresce muito em números, mas se não melhorar a qualidade de vida de quem vive aqui, não adianta nada. Queremos dar um suporte para essas casas, que elas possam acolher bem os nossos içarenses que precisam da reabilitação do álcool e das drogas e também as famílias que precisam deste apoio na hora de internar o seu ente querido. É o início de uma parceria que estamos apostando muito”, disse a prefeita de Içara, Dalvania Cardoso.

Os convênios serão administrados pela Subsecretaria de Políticas Sobre Drogas de Içara. “Esse momento está sendo muito especial para o município. É uma alegria saber que agora vamos poder apoiar quem mais precisa. Eu sempre pedia uma vaga, muitas vezes não tinha como, não tinha espaço, mas eles davam um jeito, agora estamos retribuindo o apoio de longos anos”, disse emocionada Mara Rubia Scremin, coordenadora da Subsecretaria.

Outras comunidades que tiverem interesse podem procurar a secretaria. “A dependência química é um problema de saúde que precisa ser tratado de forma adequada. Com isso as comunidades terapeutas oferecem um atendimento especializado para que os cidadãos consigam retornar ao convívio social, depois do tratamento. Cada comunidade terapeuta é voltada para um público e faixa etária de idade, por isso estamos abertos para apoiar todas”, completou o secretário de saúde do município, Sandro Ressler.

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