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Unesc inicia pós-graduação em Acupuntura

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Shirley Oliveira atua como enfermeira há 19 anos e sempre se sentiu atraída pelas práticas integrativas. Agora, ela ganhou a chance de ingressar em uma pós-graduação que contribuirá com o seu aprendizado sobre o tema.

Neste sábado (06/08), por volta das 8h, ela já ocupava uma das cadeiras da sala 1, no Bloco O, onde, com mais 35 colegas, iniciou a especialização em Acupuntura. “Sempre tive vontade de fazer, só que estava difícil para encontrar aqui na região, por isso fiquei muito feliz que iniciou na Unesc. Gosto bastante de outras alternativas, além das medicamentosas, gosto da parte fitoterápica, da auriculoterapia“, cita Shirley que revela, ainda, a vontade de atuar na área após concluir os dois anos de curso. “Quero sair daqui preparada para auxiliar as pessoas e mostrar a elas os benefícios das terapias alternativas, contribuindo para a saúde e o bem-estar dos pacientes”, enfatiza.

Esta é a única pós-graduação em Acupuntura entre Florianópolis e Porto Alegre, sendo um grande diferencial para o aperfeiçoamento dos profissionais de saúde da região. “É uma pós-graduação que conta com toda a estrutura e tradição da nossa Unesc, além dos professores altamente capacitados do CIEPH, uma instituição que está no mercado há mais de 30 anos”, destaca a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta.

Parceria

O CIEPH citado por Luciane é o Centro Integrado de Estudos e Pesquisas do Homem, que tem sede em Florianópolis. A procura de um alto número de pessoas do Sul do estado deu origem à possibilidade da parceria. Com a turma formada deu-se início às aulas, que irão ocorrer uma vez por mês, sempre aos fins de semana. 

“A pós-graduação em Acupuntura, em parceria com o CIEPH, é extremamente importante e necessária porque, assim como temos a medicina, temos a terapia homeopática, onde entram as terapias integrativas e a acupuntura uma delas. As pessoas ainda conhecem pouco desta área. Algo importante nesta parceria para os alunos da pós-graduação é a possibilidade de fazer intercâmbio na China, para conhecer de perto o nascedouro desta prática. Destacamos ainda todo o empenho da nossa reitora Luciane Bisognin Ceretta para que o curso fosse viabilizado”, conta a coordenadora de pós-graduação da Universidade, Mágada Tessmann. 

Os professores do curso são os mesmos que lecionam em Florianópolis e possuem vasta experiência na área. “Com certeza a chancela da Unesc fará muita diferença na formação, até porque os professores são altamente qualificados, gabaritados e poderão trazer as suas experiências pessoais para este curso”, reforça Mágada.

Intercâmbio no berço da Acupuntura

Mais que aprender a teoria e a prática da Acupuntura na Unesc, os alunos interessados terão a oportunidade de fazer um intercâmbio na China, onde a técnica nasceu. 

Conforme o diretor-geral do CIEPH e coordenador-geral do curso, Marcelo Fábio Oliva, não há como falar sobre Acupuntura sem citar o país da Ásia Oriental. “Precisamos falar da medicina tradicional chinesa que possui uma forma de compreender e analisar o ser humano a partir de pressupostos energéticos diferentes dos nossos pressupostos bioquímicos. A Acupuntura, por meio da aplicação de agulhas em determinadas áreas, regiões e pontos do corpo, pretende liberar, fortalecer ou dispersar pontos, órgãos e sistemas que estão em desequilíbrio nas pessoas. O que fazemos é trabalhar com uma energia chamada de ‘chi’ na medicina chinesa e, a partir deste estudo, da forma como ela circula, o que fazemos é reorganizar o organismo para que ele se cure sozinho”, explica.

O CIEPH chegou à Unesc por meio da professora da área da Saúde da Universidade, Flávia Rigo, que foi uma das alunas da pós-graduação, na Capital do estado. “Eu possuía muitos colegas que relatavam a dificuldade de ir até Florianópolis, então vi a possibilidade de trazer para a Unesc, pensando na parceria por toda a estrutura da Universidade e o conhecimento do CIEPH”, diz a professora.

Marcelo relata que viu com bons olhos quando Flávia falou em trazer o curso para Criciúma. “Temos muitos alunos do Sul do estado que vão para Florianópolis e isso ajudaria muito. Fazendo a parceria com a Unesc, poderíamos estender o nosso trabalho para uma instituição tão respeitada como a Universidade. Vínhamos trabalhando nesta situação até bater o martelo e como já tínhamos lista de espera foi relativamente fácil iniciar. A ideia é que esta parceria se estenda para mais anos e com mais turmas, de forma que depois a Unesc possa dar continuidade com os seus próprios professores”, ressalta.

Bolsas de estudo com descontos de até 100%

Ainda é possível garantir uma vaga nos diferentes níveis de ensino da Unesc. Os descontos para os ingressantes são de até 100% nas mensalidades.

A Universidade conta com 57 cursos de graduação e 50 cursos de pós-graduação, sendo 38 especializações, sete mestrados e cinco doutorados, além da Unesc Tec, a Escola Técnica que leva ensino técnico de qualidade e baseado nas demandas do mercado regional.

Entre os programas estão o Desconto Volte a Estudar com 25% de desconto durante todo o curso aos acadêmicos da Unesc e 20% para acadêmicos de outras instituições e que estejam evadidos há mais de dois semestres; o Desconto Transferência Externa com 20% de desconto nas mensalidades durante todo o curso; o Desconto 2ª Graduação/Habilitação que poderá ser concedido 25% durante todo o curso se for segunda graduação ou habilitação; e o Desconto Egressos com 30% durante todo o curso se for 2ª graduação ou habilitação.

Mais informações e os detalhes de cada um dos cursos disponíveis podem ser obtidas no site unesc.net.

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Presidente do Senado reúne líderes para viabilizar piso da enfermagem

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Em reunião com líderes do Senado na manhã desta segunda-feira (19), o presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) apresentou quatro projetos selecionados para tentar viabilizar o piso da enfermagem. A medida – que garantiria o pagamento de ao menos R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras – foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento que os congressistas não apontaram a fonte de recursos para custear os gastos.

Os senadores estimam que o impacto financeiro do aumento salarial será de, no máximo, de R$ 16 bilhões para os cofres públicos. Entre os projetos em análise, o PLP 44/22, de autoria do senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS), é apontado como alternativa mais imediata para tirar a lei do papel. O projeto autoriza estados e municípios a remanejarem recursos parados em fundos de saúde. Se aprovado, o projeto liberaria cerca de R$ 7 bilhões aos cofres públicos.

Vistos como solução no longo prazo, estão sendo estudados o PL 798/21, que reedita o programa de repatriamento de recursos; o PL 458/21, que trata da atualização patrimonial, além do PL 1417/21, que prevê auxílio financeiro emergencial para as santas casas e hospitais filantrópicos.

Para não atrasar muito a solução, propostas mais polêmicas e sem consenso, como a legalização dos jogos de azar e minirreformas tributárias não entrarão no debate. Outra preocupação é com os profissionais que atuam na iniciativa privada. Neste caso, a ideia é desonerar a folha de pagamento da categoria. A expectativa é de que Pacheco se encontre ainda hoje com o ministro da Economia, Paulo Guedes, com o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) e com Célio Faria (Secretaria de Governo) para discutir as propostas apresentadas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também deve sentar com o presidente do Senado na tentativa de destravar o piso. Amanhã, Pacheco também deve se reunir com a presidente do STF, ministra Rosa Weber, para tratar do assunto.

Ainda durante a reunião, o líder da minoria na Casa, Jean Paul Prates (PT-RN) apresentou uma proposta para que as emendas de relator, as RP 9, sejam utilizadas para custear o piso para os servidores municipais e estaduais da categoria. Na avaliação de Prates, a medida é a solução mais rápida para o impasse.

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Educação municipal de Içara conquista a primeira colocação do IDEB na região carbonífera 

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As escolas municipais de Içara conquistaram a primeira colocação da região carbonífera no resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB 2021.  A divulgação foi feita pelo Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais (INEP), nesta sexta-feira (16). 

Os números apontam Içara com o primeiro melhor índice tanto nas séries iniciais (1ª a 4ª), com nota 6,9; quanto nas séries finais (5ª a 8ª), nota 6,0 . Na média geral, o município obteve a nota 6,45 subindo o índice da última edição do IDEB, realizado em 2019, quando a nota foi de 6,35.

“O resultado da avaliação do IDEB é uma conquista de todas as escolas que – na união de pais, professores e alunos – conseguiu melhorar significativamente a qualidade da educação no nosso município”, destacou orgulhosa a prefeita Dalvania Cardoso.

Já a secretária de Educação, Ciências e Tecnologia, Rose Reynaud, salienta que os números são bastante expressivos principalmente por ser conquistado em pleno período pandêmico. “Ao assumirmos o governo, em 2021, nosso primeiro passo foi fazer um diagnóstico dos alunos da rede devido à pandemia. Já no segundo semestre do mesmo ano iniciamos as aulas de reforço não apenas para a recuperação de notas, mas, principalmente, da aprendizagem. O resultado do IDEB, de fato, retrata o esforço que foi feito nesse sentido”, comemora Rose assinalando a emoção de toda a equipe ao conhecer o resultado. As provas do IDEB foram realizadas no final de 2021.

Para chegar aos resultados apontados pelo IDEB, o Ministério da Educação analisa aprovações, reprovações, evasões escolares e as notas da Prova Brasil, com as disciplinas de português e matemática. A avaliação é feita a cada dois anos.

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Hortaliças de projeto experimental são doadas em Araranguá

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Moradores carentes do bairro Jardim das Avenidas e internos do Lar São Vicente, de Araranguá, receberam neste sábado doação de hortaliças da horta comunitária experimental de pesquisa de mestrado. 

O projeto”Agricultura urbana como estratégia de combate à insegurança alimentar: estudo de caso em cidade do extremo sul catarinense” está sendo desenvolvido pelo engenheiro ambiental e sanitarista Eduardo Fernandes Martinello junto ao Programa de Pós-graduação em Ciências e Sustentabilidade, da Universidade Federal do Sul da Bahia.

Trata-se da segunda colheita da produção orgânica, composta por salsinha, cebolinha, rúcula e alface. A primeira ocorreu no último dia 10. A horta conta ainda com outras culturas como manjericão (verde e roxo), cana-de-açúcar, alface, repolho (roxo e coração de boi), brócolis, couve, tomate, beterraba, cenoura, pimentão e alho-poró, além de plantas medicinais como bucha vegetal, mercúrio e ora-pró-nobis.

Orientado pelos professores Wanderley de Jesus Souza e José Carlos Virtuoso (coorientador), o estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade de criação de hortas urbanas comunitárias em espaços ociosos, no município, como estratégia de combate à insegurança alimentar. Alternativa que poderá ser replicada em outras comunidades.

O excedente das hortaliças é vendido a preço social (pague o quanto puderes) pela Associação de Moradores do Bairro Jardim das Avenidas, parceira fundamental para a execução do projeto.

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