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Vereador propõe a criação de uma feira multissetorial para geração de negócios

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Buscando alternativas para fomentar o setor produtivo do município de Içara, o vereador André Mazzuchello Jucoski, o Polakinho (PSDB), sugeriu a criação de uma feira anual multissetorial. Polakinho defendeu que o município realize um estudo de viabilidade para a criação da feira, tornado um espaço para mostrar as potencialidades, incluindo setores comerciais, industriais, agrícolas, de serviços, culturais dentre outros.

“Poderia ser denominada “ExpoIçara”, fortalecendo a economia do município. Possuímos várias empresas na cidade e essa iniciativa ampliaria a divulgação de diversos seguimentos, onde muitos já são destaques nacionais”. O vereador acrescentou que a cidade tem potencial para realizar esse tipo de evento.

“Temos muitos espaços, uma economia crescente e a realização de uma feira multissetorial deste porte, também atraem novos negócios para a cidade”. A proposta foi apresentada via indicação ao Poder Executivo, na sessão ordinária da Câmara Municipal realizada terça-feira, dia 2.

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Pacientes que aguardavam há anos na fila de espera realizam cirurgias ortopédicas

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Após a parceria firmada entre o Governo de Cocal do Sul e o Hospital São Donato, aqueles que aguardavam por longos anos na fila de espera finalmente puderam passar pelas tão sonhadas cirurgias ortopédicas. O convênio é de aproximadamente R$ 500 mil, repassados pela prefeitura ao hospital, para beneficiar 42 sul-cocalenses.

As cirurgias relacionadas a joelho, ombro e quadril, bem como procedimentos pós-cirúrgicos, iniciaram em maio e estão sendo finalizadas no mês de agosto. Ao todo, foram realizadas 11 cirurgias de prótese de quadril, 26 de prótese de joelho, duas de ombro e três de ligamento e retirada de material de síntese e parafuso, totalizando 42 cirurgias ortopédicas.

Os pacientes que foram incluídos nos procedimentos do convênio foram encaminhados pela rede pública municipal, com indicação de cirurgia ortopédica, realizando o procedimento indicado a cada caso já previamente avaliado.

“O convênio, que foi por meio de recursos próprios do município, contribuiu para a diminuição da demanda reprimida em cirurgias de ortopedia, alguns casos de mais de cinco anos na fila de espera, ampliando a oferta e a capacidade de resolução dos casos eletivos”, declara a secretária adjunta, Glícia Pagnan.

O convênio foi aprovado pela Câmara Municipal, sendo a primeira vez em que houve esta parceria com o Hospital São Donato e o município de Cocal do Sul. “Sem sombra de dúvidas, essa ação trouxe dignidade para essas pessoas; em sua grande maioria, na faixa etária dos 50 anos, são pessoas que estão em casa, que não conseguem mais trabalhar, ter uma vida social, por conta da necessidade de cirurgias ortopédicas; ”, pontua o prefeito Fernando de Fáveri.

Ainda de acordo com o prefeito, em várias situações o município tem recursos, mas não consegue realizar os procedimentos por serem de alta complexidade e ter a necessidade de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “A novidade é que já estamos estudando o próximo mutirão de cirurgias com novas especialidades”, declara.

Nesta quinta-feira (4), um dos 42 pacientes que realizou uma cirurgia no joelho, Celso Sartor, esteve na Secretaria de Saúde e na prefeitura para fazer um agradecimento especial à equipe, pois aguardava há muito tempo por esta cirurgia. “Só tenho a agradecer imensamente, pois pude finalmente realizar a minha cirurgia que estava há tanto tempo na fila de espera”, ressalta.

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Campanha de vacinação contra a poliomielite começa segunda-feira

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A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite começa nesta segunda-feira e vai até o dia nove de setembro. Em todo o país, crianças com mais de seis meses de vida e com menos de cinco anos de idade devem ir até um posto de saúde tomar gotinhas de uma doença que corre o risco de voltar.

Conhecida como paralisia infantil ou poliomielite, ela foi erradicada do Brasil em 1989. Mas em fevereiro deste ano, um surto do vírus foi identificado no Malawi, na África, continente que não registrava nenhum caso desde 1992.

E o que preocupa profissionais de saúde e gestores no Brasil é a baixa procura pela vacina, que é tomada em três doses, segundo o Programa Nacional de Imunizações.

Após dez anos de a vacina estar disponível no SUS, o número de imunizados vem caindo. A taxa brasileira está abaixo do parâmetro exigido pela Organização Mundial da Saúde, de 95% do público-alvo. 

Nenhum estado aqui no Brasil atingiu essa meta da Onu. No sul do país, por exemplo, que é a região com maior índice de vacinados, apenas 79% do público alvo está imunizado, enquanto no Norte, os estados atingiram apenas 61% deste público.

No estado do Amazonas, a cobertura vacinal foi de apenas 68%, como relata a enfermeira do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Amazonas, Angela Desirée: “O estado nos últimos quatro anos não alcançou a cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde que era uma cobertura de 95%. O estado vem apresentando um cenário de alto risco para a introdução da doença.”

De acordo com o calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde, a vacina deve ser aplicada, em forma de injeção, em bebês aos dois, quatro e seis meses de vida. Após esse período, as crianças devem receber as doses de reforço que são oferecidas durante as campanhas em forma de gotinhas.

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Por meio do Meliponário, alunos do Colégio Unesc aprendem sobre importância das abelhas

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A chegada de várias abelhas ao pátio do Colégio Unesc despertou a curiosidade dos alunos e, mais que isso, deu origem a um projeto na Instituição: a criação do Meliponário Abelhinha Mel. Inaugurado nesta quinta-feira (04/08), ele é uma parceria entre o Colégio e o Museu de Zoologia.

Os meliponários são abrigos de espécies de abelhas sem ferrão. Para iniciar o projeto o Colégio Unesc ganhou duas caixas com as raças Jataí e Mandaçaia, que serão cuidadas pelos próprios alunos sob supervisão dos professores e especialistas no assunto. “O projeto surgiu da vivência das crianças a partir do momento que as abelhas entraram no nosso colégio. As professoras dos segundos anos tiveram a ideia de fazer o projeto ‘A Abelha Não Faz Mal, Faz Mel’. Depois surgiu a proposta do Meliponário para que as turmas pudessem cultivar e cuidar”, comenta a coordenadora dos Anos Iniciais, Patrícia Cardoso.

Ampliando o conhecimento

Para conhecerem mais sobre as abelhas sem ferrão, os estudantes receberam informações da professora da Unesc, especialista em abelhas, Birgit Harter Marques. “Estou realizando um sonho. Iniciamos o projeto com duas espécies sem ferrão, ou seja, que não picam. A minha paixão sempre foi a abelha sem ferrão, que precisa de cuidados, por isso precisamos trabalhar juntos e eu vou ajudar e colaborar com os alunos para elas se manterem por anos”, diz. Ainda conforme Birgit, a intenção é ampliar o espaço. “A nossa ideia é que o espaço tenha várias caixas, que todos possam retirar o mel”, revela.

O Meliponário foi instalado ao lado do ginásio da instituição e conta com o apoio de professores, funcionários e alunos dos segundos e oitavos anos do Ensino Fundamental. Os estudantes irão alinhar o que aprendem em sala de aula com a prática, possibilitando ainda o cultivo e recolhimento de mel. “É um momento muito importante. Conversamos sobre as abelhas sem ferrão, ouvimos a história da Abelha Mel e a professora Birgit que falou sobre o tema aos nossos alunos. A partir da curiosidade devido às abelhas que ‘invadiram’ o colégio, nós fomos em busca e, por meio da união de conhecimentos que a Universidade nos proporciona, tendo aqui o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, criamos o Meliponário”, ressalta a diretora do Colégio Unesc, Gisele dos Passos Vieira.

Inspiração 

A Abelhinha Mel, citada pela diretora e que dá nome ao Meliponário, é uma personagem criada pela coordenadora do Museu de Zoologia, Morgana Cirimbelli Gaidzinski, parceira na criação do Meliponário. 

A história do livro ‘Mel, Uma Doçura de Abelha’ leva às crianças a conscientização com relação à importância das abelhas para o meio ambiente. “Fico feliz em poder participar de diversas formas e a primeira foi o nome da abelha ser homenageada neste projeto. A abelha teve uma história escrita por conta do desaparecimento na natureza. Este projeto do Meliponário vem para ajudar a salvar estas abelhas que estão ameaçadas. É um projeto maravilhoso porque, além do campus da Universidade, vai voar muito mais longe para salvaguardar colmeias que estão desaparecendo da nossa natureza”, fala Morgana.

A partir de agora os alunos de outras instituições da região que visitam diariamente o Museu de Zoologia da Unesc também poderão ir ao Meliponário do Colégio Unesc para também aprender sobre as abelhas. 

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