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Política

Aplicativos aproximam eleitores a candidatos e políticos

Para conhecer todos os candidatos e candidatas, a propaganda eleitoral, inclusive na internet, está liberada a partir do dia 27 de setembro. De olho neste calendário, partidos políticos e seus candidatos começam a articular as suas estratégias políticas de comunicação e marketing, aumentado a demanda por aplicativos.

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Florianópolis, 16 de setembro de 2020 – A Pandemia do novo coronavírus levou o Congresso a alterar as datas das eleições em 2020, inicialmente programada para outubro. O primeiro turno será realizado no dia 15 de novembro e o segundo, dia 29 de novembro. São esperados mais 147,9 milhões de eleitores nas urnas para escolher 5.568 prefeitos, 5.568 vice-prefeitos e 57.942 vereadores em todo o Brasil, segundo informações da Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

E para conhecer todos os candidatos e candidatas, a propaganda eleitoral, inclusive na internet, está liberada a partir do dia 27 de setembro. De olho neste calendário, partidos políticos e seus candidatos começam a articular as suas estratégias políticas de comunicação e marketing, aumentado a demanda por aplicativos.

De acordo com a pesquisa da Hootsuite com a We Are Social, os brasileiros passam 4 horas e 45 minutos por dia na internet em seus dispositivos móveis. Segundo dados da Adjust, o Brasil é o segundo país que mais cresce em desenvolvimento de aplicativos no mundo. Além disso, 17% dos 23,8 milhões de autônomos do país declararam os aplicativos como principal fonte de renda e 95% dos usuários da internet utilizam aplicativos para se comunicar. 

Ferramenta para transparência e combate à corrupção

Para o CEO da Hugheir Innovations, Augusto Hughes, o objetivo do aplicativo é ser uma solução para aproximar eleitores aos políticos que ganharam o seu voto, além de ser uma forma de aumentar a transparência e fortalecer a democracia, por meio da participação cidadã. “Os aplicativos são uma oportunidade para o político conversar com o seu eleitor, seja por meio de enquetes, para os mesmos votarem naquilo que julgam ser mais urgente, bem como os próprios eleitores darem sugestões de projetos ou até relatarem problemas em sua região. Podem também acompanhar a agenda do político, conferir os projetos de lei propostos, além da execução de projetos aprovados”, sugere Hughes.

E quais são as funcionalidades de um aplicativo de marketing político? Segundo Hughes, o próprio político pode definir, no entanto algumas funcionalidades são mais comuns, como enquetes, biografia do político, espaço para sugestão, agenda política, agendamento de reunião com o político, espaço para críticas, informações sobre projetos de lei, e projetos aprovados do político. “O político poderá mostrar os custos que tem e para onde está sendo destinada a verba arrecadada por meio dos nossos impostos, aumentando a transparência e sendo mais uma forma de fiscalizar e combater a corrupção”, avalia Hughes.

Sobre a Hugheir Innovations

Sediada em Florianópolis (SC) a Hugheir Innovations é uma empresa criada pelo empreendedor brasiliense Augusto Hughes. Há três anos no mercado, escolheu

a capital de Santa Catarina devido ao seu ecossistema de inovação: também conhecida como o Vale do Silício da América Latina, é a região onde se concentra grande parte dessas empresas inovadoras e tecnológicas, tendo 5,6% de sua economia ligada à tecnologia. Empresário no segmento de comércio exterior, construção civil, entretenimento, esporte, economia, finanças, e agora, na área de tecnologia. 

O propósito da Hugheir Innovations é apoiar as comunidades, fortalecendo a economia circular, mostrando às pessoas, principalmente às mais vulneráveis, que é possível empreender e ganhar dinheiro com as novas tecnologias e economias. A Hugheir Innovations é signatária do Movimento ODS Santa Catarina e compromete-se com o alcance da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, uma agenda global assinada por 193 países signatários da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o Brasil, para a redução da pobreza, o equilíbrio ambiental e o desenvolvimento econômico sustentável.

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Política

Sexta-feira pode entrar para história política do estado

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Florianópolis

O Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC) comunica que a próxima sessão do Tribunal Especial de Julgamento ocorrerá amanhã, sexta-feira (23/10), a partir das 9 horas da manhã, no plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

Na sessão de amanhã será apreciado o parecer do relator da Representação n. 0001.5/2020, deputado Kennedy Nunes. Em seguida, o plenário do Tribunal Especial deliberará sobre o recebimento da denúncia pela prática de crime de responsabilidade imputado ao governador do Estado e à vice-governadora. Por razões sanitárias, a sessão terá acesso restrito ao corpo técnico. A transmissão será feita pela TV Alesc, no YouTube.

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Política

Coligação Içara Não Para repudia tentativa de agressão de cabo eleitoral de oposição

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Içara

Na tarde desta terça-feira, dia 20, durante visitas na comunidade de Poço 8, em Içara, o candidato a vice-prefeito da Coligação Içara Não Para, Valdelir Darolt, foi surpreendido por um cabo eleitoral de uma candidata de oposição que tentou agredi-lo com um pedaço de madeira. A cena de violência foi registrada em vídeo por uma moradora e viralizou nas redes sociais.

Após o ocorrido, o candidato registrou um Boletim de Ocorrência. “Estou profundamente triste pelo ocorrido. Não podemos acreditar que hoje em dia existam cabos eleitorais que apelem para agressão e violência. Política se faz conversando, apresentando proposta e compartilhando ideias. É assim que estamos fazendo e iremos continuar”, coloca Darolt. 

Informações da Assessoria de Imprensa do Candidato

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Política

Moisés sofre nova derrota e segundo processo de impeachment vai adiante

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Florianópolis

Está aprovada a continuidade de mais um processo de impeachment contra o Governador Carlos Moisés. A ação que julga o envolvimento do Governador no caso dos respiradores foi aprovada ontem por 36 votos favoráveis, 2 votos contrários, uma abstenção e uma ausência. Nenhuma surpresa, o resultado de lavada já era esperado.

Mais uma vez a sessão se alongou demais. Foram discursos intermináveis, repletos de adjetivos rebuscados, alguns inflamados, outros carregados de emoção, mas que convenhamos para pouco serve. Sem entrar no mérito do envolvimento ou não do governador no caso dos 33 milhões, é preciso entender que esse é um processo político. Um processo que ganha força a medida que o governador perde apoio popular.

Agora um novo tribunal de julgamento vai ser formado para avaliar se Moisés deve ser afastado do cargo para que seja julgado. Na sexta-feira a batalha de Moisés é mais ácida. Se perder, e o risco é iminente, ele e a vice deixam o cargo por seis meses para serem julgados.

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