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Política

Ex-ministro: Reforma vai ampliar as desigualdades

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Criciúma

Ex-ministro da previdência e Trabalho, Miguel Rosseto cumpriu agenda na região.Veio ao Sul do Estado para debater a reforma da previdência em ato promovido por movimentos sociais e sindicais. Em entrevista à Difusora ele falou sobre a proposta de reforma da previdência e garantiu que a proposta apresentada por Bolsonaro e Guedes vai apenas ampliar as desigualdades.

“Da economia que o presidente afirma que terá com a reforma da previdência 90% será retirada dos mais pobres. Isso é fazer justiça, é acabar com os privilégios? Esse dinheiro vai é sair da economia, vai deixar de circular e só ampliará a crise”, pondera.

Rosseto lembrou que a proposta altera também a rotina de quem já está aposentado. “Retira o item que obriga a correção dos salários todos os anos, reduz o valor pago para pensões e acidentes de trabalho, acaba com PIS”, pontua.

O ex-ministro petista disse ainda que a grande dificuldade dos trabalhadores não será a idade mínima. “A dificuldade são os 20 anos com carteira assinada. A média de carteira assinada do brasileiro é de 18 anos. Pela nova regra só se aposenta com no mínimo 20 anos. Salário integral só com 40 anos de contribuição. Não sou contra a reforma, sou contra essa qe está apresentada. A proposta vai sepultar a previdência e ampliar as desigualdades. Estou convidando as pessoas a ler a proposta”, desafia.

Rosseto também não acredita que a reforma da previdência vai resolver os problemas econômicos do país. “Resolve nada. O que resolve a economia é emprego, dinheiro nas mãos das famílias. Emprego também resolve a própria previdência que vai ter arrecadação ampliada. O resto é história”

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Política

Decretada a prisão domiciliar de Júlio Garcia

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O deputado Júlio Garcia foi preso nesta manhã pela Polícia Federal e levado para a sede da PF na Capital do estado onde presta depoimento. A prisão é desdobramento da Operação Alcatraz. A informação foi confirmada por César Abreu, advogado do parlamentar.

Segundo o advogado a prisão será domiciliar. A defesa também não vai se manifestar sobre o caso até ter mais informações sobre a decisão.

Batizada de “hemorragia” a nova fase da operação apura contratos formados com empresas do setor de tecnologia. Nas fases anteriores o deputado já declarou reiterada vezes não ter qualquer envolvimento com atividades ilícitas e que tem décadas de vida pública ilibada

Com informações da NSC

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Política

Prefeito de Orleans, Jorge Luiz Koch, é o 38º presidente da AMREC

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O Prefeito de Orleans, Jorge Luiz Koch (MDB) tomou posse como presidente da Associação de Municípios da Região Carbonífera, em cerimônia ocorrida nesta quinta-feira à tarde (14/01). O prefeito de Orleans vai suceder o ex-prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin.

Em seu discurso de posse, o prefeito anunciou a apresentação da Unesc do plano de desenvolvimento regional, que deve acontecer no dia 28, final deste mês. “Temos que a missão de buscar as pautas positivas para nossa região. Os 12 prefeitos, mensalmente, vão se reunir aqui na AMREC e vão discutir aquilo que é importante”, afirmou o presidente da AMREC, que colocou a vacina contra a Covid como a primeira pauta.

“O Governo Federal e Estadual tem a responsabilidade. Mas se não dar resultado, a FECAM e a AMREC já estiveram no Butatan apresentando a carta de intenção de compra”, comentou Jorge. Ele ainda disse que a pauta da AMREC é enorme, pontuando sobre a cadeia produtiva do carvão; o projeto Recuperar, de manutenção das rodovias estaduais; o selo Sisbi, para que as agroindústrias consigam vender seus produtos para todo o Brasil.
O ex-prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin, conduziu a reunião, por ter sido o último presidente. Ele reforçou a importância da associação na busca das pautas regionais. “Os problemas são quase todos os mesmos. E é aqui que vamos em busca da solução desses problemas”, ele agradeceu os colegas e os servidores da AMREC e desejou sucesso aos prefeitos que vão estar a frente da AMREC.

Jorge será o quarto prefeito de Orleans na presidência da AMREC e o 38º a ocupar o cargo de presidente. Antes dele foram Valmir José Bratti (2008); Jacinto Redivo (2012); e Marco Antonio Bortoncini Cascaes (2013).

Eleição na AMREC

A eleição na AMREC funciona num rodizio entre os partidos. No primeiro ano de mandato o partido com maior número de prefeitos. No caso o MDB, com cinco (Orleans, Balneário Rincão, Treviso, Lauro Muller e Cocal do Sul). No segundo ano o partido com maior número de prefeitos e assim sucessivamente. No caso PSDB e PP tem três prefeituras de casa, mas a soma da população favorece ao PSDB (Criciúma, Nova Veneza e Siderópolis), que deve assumir em 2022; o terceiro ano será do PP (Morro da Fumaça, Urussanga e Içara) e depois será o PSD, que tem a prefeitura de Forquilhinha.

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Política

Em Brasília, Salvaro busca manutenção do Complexo Jorge Lacerda e a continuidade do Canal Auxiliar

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Depois de passar a terça-feira buscando recursos na capital do Estado, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, passou esta quarta-feira (13), na capital federal, também com agenda cheia de solicitações para projetos importantes para a cidade. Uma das reuniões foi no Ministério de Minas e Energia, onde foi dada continuidade na busca da manutenção do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. 

Em reunião com o ministro Bento Albuquerque, o prefeito argumentou os motivos da necessidade de continuidade do complexo para o Estado e para os municípios do Sul. “Ele é o ponto principal de toda uma cadeia produtiva de carvão mineral. Quase tudo que é produzido no Sul é encaminhado para a usina. O carvão também é a principal carga transportada pelas ferrovias e o setor carbonífero envolve mais de 20 mil empregos. Além disso temos a SATC, toda uma comunidade escolar que também é dependente do setor”, destacou o prefeito, que acompanhou o Grupo de Trabalho, formado por deputados estaduais, federais, senadores e o governador Carlos Moisés.

No encontro ficou definido que o grupo, que objetiva o desenvolvimento e o fortalecimento do setor energético do Sul, tem até 180 dias para analisar passivos tributários, passivos ambientais, viabilidade econômico-financeira e o programa para Uso Sustentável do Carvão Mineral. O relatório final deve ser apresentado em junho, quando serão dados os próximos passos para a continuidade do complexo de Capivari de Baixo.

Ainda em Brasília, Clésio Salvaro, acompanhado da deputada federal, Geovânia de Sá, e do secretário do Comitê Gestor, Vagner Espíndola Rodrigues, reuniu-se com o Secretário Nacional de Saneamento, Pedro Ronald Maranhão, para quem solicitou a extensão do Canal Auxiliar, após apresentar as etapas já executadas e os resultados positivos para o município, que resolveram históricos problemas de cheias na região central.

Pedro Maranhão elogiou a obra e os benefícios proporcionados e comprometeu-se em buscar recursos ainda para 2021, já que a Lei Orçamentária Anual não foi votada e aprovada. Ele também irá construir uma parceria junto com a deputada Geovânia, para, da mesma forma, buscar emendas de bancada para atender a solicitação. O secretário ainda colocou-se à disposição para ajudar no que for necessário para viabilizar a continuidade do Canal Auxiliar, dada a importância da obra para Criciúma.

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