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	<title>Aedes &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Santa Catarina registra aumento nos focos de Aedes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 08:29:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aedes]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados esta semana pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina mostram que o Estado tem hoje quase 10 mil focos do mosquito  Aedes aegypti. O principal problema está no Oeste de Santa Catarina, onde existem 61 municípios infestados pelo inseto. A preocupação aumenta a medida que a temperatura sobe e torna o clima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados divulgados esta semana pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina mostram que o Estado tem hoje quase 10 mil focos do mosquito  <em>Aedes aegypti.</em><em> O principal problema está no Oeste de Santa Catarina, onde existem 61 municípios infestados pelo inseto. A preocupação aumenta a medida que a temperatura sobe e torna o clima propício para a rápida proliferação do Mosquito, responsável pela transmissão da Dengue, Zika e febre Chikungunya.</em></p>
<p>No período de 01/01 a 11/11 de 2017, foram identificados 9.953 focos do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, em 142 municípios. Neste mesmo período, em 2016, haviam sido identificados 6.498 focos em 133 municípios O número de focos de 2017 é 53,2% maior quando comparado ao mesmo período do ano de 2016</p>
<p><strong>Dengue</strong></p>
<p>No período de 01 de janeiro a 11 de novembro de 2017, foram notificados 2.240 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 13 (1%) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), 150 (6%) estão inconclusivos (classificação utilizada no SINAN nos casos em que após 60 dias da data de notificação, ainda estiverem sem encerramento da investigação), 1.994 (89%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 83 (4%) casos suspeitos estão em investigação pelos municípios.</p>
<p>Do total de casos confirmados (13) até o momento, dois são autóctones, com transmissão dentro de Santa Catarina, seis são importados (transmissão fora do estado), dois são indeterminados, por não ser possível determinar o Local Provável de Infecção (LPI) e três permanecem em investigação de LPI</p>
<p><strong>Febre de chikungunya</strong></p>
<p>No período de 01 de janeiro a 11 de novembro de 2017, foram notificados 320 casos de febre de chikungunya em Santa Catarina. Desses, 248 (78%) foram descartados e 40 (13%) permanecem como suspeitos. Até o momento, 29 casos confirmados são importados (transmissão fora do estado) e 03 casos permanecem em investigação de LPI</p>
<p><strong>Zika vírus</strong></p>
<p>No período de 01 de janeiro a 11 de novembro de 2017, foram notificados 76 casos de febre do zika vírus em Santa Catarina, sendo que 61 casos (80%) foram descartados, 6 (8%) permanecem em investigação e 8 (11%) estão inconclusivos. Até o momento, um caso importado foi confirmado (transmissão fora do estado), com residência no município de Florianópolis</p>
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		<title>Cresce número de casos de chikungunya em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 16:39:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Santa Catarina segue registrado aumento nos casos de doenças transmitidas através do Aedes Aegypti, em especial a Febre chikungunya. Em apenas 15 dias, 121 novos focos foram identificados no estado, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado hoje, 15.08, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive/SES/SC) em comparação com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina segue registrado aumento nos casos de doenças transmitidas através do Aedes Aegypti, em especial a Febre chikungunya. Em apenas 15 dias, 121 novos focos foram identificados no estado, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado hoje, 15.08, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive/SES/SC) em comparação com o boletim anterior.</p>
<p>No total, 8.147 focos foram identificados este ano, em 137 municípios, volume 25% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. “Desses, 60 municípios são considerados infestados, o que aumenta o risco de transmissão, tanto neles próprios quanto nos demais, em função do trânsito de pessoas e da dispersão do mosquito transmissor”, alerta João Fuck, coordenador do programa de controle da dengue em Santa Catarina.</p>
<p>Das três doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, febre do zika vírus e febre de chikungunya – essa última é a que vem apresentando o maior número de casos. De 1 de janeiro a 29 de julho, conforme o boletim epidemiológico, 27 casos de febre de chikungunya foram confirmados, sendo 25 importados. Outros 2 casos confirmados estão em investigação de local provável de infecção. Outros 31 permanecem como suspeitos, aguardando resultado laboratorial.</p>
<p>Em relação às demais doenças transmitidas pelo <em>Aedes aegypti</em>, foram confirmados 10 casos de dengue, sendo 6 importados, 1 autóctone, 1 indeterminado e 2 em investigação de local provável de infecção; e 1 caso de febre de zika vírus, importado. Na comparação com o boletim epidemiológico anterior, foram 3 novos casos de febre de chikungunya e 1 de dengue.</p>
<p>&nbsp;</p>
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