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	<title>Água &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Comitês do Sul de SC alertam para a conscientização e preservação da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sulnotícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 15:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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					<description><![CDATA[Ano após ano, o Dia Mundial da Água – comemorado nesta sexta-feira, dia 22 – evoca a grande importância dos recursos hídricos, no intuito de mobilizar a sociedade para uma causa que merece atenção contínua. Em 2024, os Comitês de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Sul catarinense, além do alerta para a conscientização e preservação, [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><img alt="" height="auto" width="584"></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Ano após ano, o Dia Mundial da Água – comemorado nesta sexta-feira, dia 22 – evoca a grande importância dos recursos hídricos, no intuito de mobilizar a sociedade para uma causa que merece atenção contínua. Em 2024, os Comitês de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Sul catarinense, além do alerta para a conscientização e preservação, reforçam que cada pequena ação faz a diferença e impacta no ecossistema da região.O fato ganha ainda mais importância quando a rede de abrangência é analisada como um todo, estabelecendo conexões com as três bacias do Sul de SC: Tubarão e Complexo Lagunar, situada na Região Hidrográfica RH9, e Urussanga e Araranguá e Mampituba, na Região Hidrográfica RH10.Nesse cenário, em que a água desempenha diferentes papéis no cotidiano da população, desde o abastecimento doméstico e agricultura até fabricação de produtos e meio transporte, a mobilização social e um olhar atencioso em prol deste recurso se torna imprescindível. Por este motivo, desde o fim de 2022, com o intuito de reforçar as atuações, ações desenvolvidas e demandas diárias, os três órgãos passaram a ter como Entidade Executiva a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), por meio da equipe técnica do ProFor Águas.“Além de celebrar a vitalidade da água, o dia 22 de março também nos leva a refletir sobre a urgência de sua preservação. Esta não é apenas uma data simbólica, mas sim um lembrete contundente de nossa responsabilidade coletiva em proteger e conservar este recurso essencial para a vida em nosso planeta. Na Unesc, reconhecemos profundamente a importância da água em nossas vidas e em nosso ambiente, é por isso que nos comprometemos com diversas iniciativas que visam promover a conscientização, a pesquisa e a ação em prol da preservação dos nossos recursos hídricos”, comenta a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta.“Entre estas iniciativas, destaco com orgulho o ProFor Águas, no qual a Unesc desempenha o papel de Entidade Executiva e que promove uma abordagem holística e interdisciplinar para o entendimento e conservação de nossas águas. Nossa equipe, dedicada e apaixonada, está comprometida em liderar esforços que transcendem as fronteiras acadêmicas, trabalhando em estreita colaboração com os comitês, comunidades, governos e outras instituições para desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios relacionados à água”, acrescenta.O coordenador geral do ProFor Águas, professor Doutor Carlyle Torres Bezerra de Menezes, lembra a importância do papel da entidade. “Estamos conscientes da importância do nosso papel neste novo modelo de gestão e governança da água proposto para o fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas. Queremos contribuir para uma efetiva gestão compartilhada e participativa por parte da sociedade. Este bem comum é muito mais do que um recurso com valor econômico ou a ser utilizado nas nossas atividades, ele é essencial para a qualidade do ambiente e da vida. Almejamos que o acesso a água seja feito de forma justa e equitativa, garantindo, assim, o equilíbrio e a conservação ambiental”, frisa.<br><br><strong>Extensão interestadual</strong><br><br>Somando mais de quatro mil quilômetros quadrados, o Comitê Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba faz a gestão de mananciais que passam por 16 municípios. Diferentemente dos outros órgãos, este tem uma peculiaridade: alguns mananciais continuam seu trajeto no estado gaúcho e o contrário também acontece. Desta forma, ao incentivar práticas sustentáveis, como o manejo adequado do solo, o reflorestamento de áreas degradadas e o tratamento adequado dos efluentes, os resultados positivos ultrapassam as barreiras geográficas do Estado.“Possuímos algumas singularidades, como por exemplo dois Planos de Recursos Hídricos para implementarmos, um da Bacia do Rio Araranguá e outro do Rio Mampituba. Nesse sentido, planejar ações conjuntas entre os dois Comitês, por meio da gestão compartilhada, é uma das propostas que já está em execução. Temos como foco a proteção e conservação dos mananciais, garantindo, assim, o uso adequado e sustentável da água”, reforça a presidente do Comitê Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba, Eliandra Gomes Marques.Entre os principais rios da bacia, além do próprio Rio Araranguá, destacam-se: Rio Itoupava e seus afluentes (Rio Amola Faca, Rio da Rocinha, Rio da Figueira, Rio Pinheirinho, Rio da Pedra, Rio Engenho Velho e outros), Rio Manuel Alves e seus afluentes (Rio Morto, Rio do Meio, Rio do Salto, Rio Pilão e outros) e Rio Mãe Luiza e seus afluentes (Rio São Bento, Rio Sangão, Rio Criciúma, Rio do Cedro e outros).Já no que diz respeito à Bacia do Rio Mampituba, 1.224 quilômetros estão em território catarinense e abrangem nove municípios. Em Santa Catarina, os principais afluentes do Rio Mampituba são: Arroio Faxinalzinho, Rio Pavão, Rio Malacara, Rio Canoas, Rio Barro Preto, Rio Sertão, Rio da Laje, Rio Caverá e Sanga da Madeira, possuindo ainda um complexo lagunar composto pela Lagoa do Sombrio e Lagoa do Caverá.Para o vice-presidente do Comitê, Juliano Mondardo Dal Molin, a situação da qualidade e quantidade de água é motivo de preocupação, uma vez que uma série de atividades humanas comprometem alguns trechos desses cursos d’água. Entre um dos problemas já detectados, por meio de um dos projetos executados pelo órgão em 2023, está o desmatamento das matas ciliares, encostas e nascentes.“Nós temos a grande responsabilidade de tomar decisões que impactam toda a bacia hidrográfica. Por isso, em nossas ações, buscamos sempre a garantia da qualidade e quantidade de água. Como no caso deste e de outro projeto, que tinha como objetivo promover a educação ambiental nas escolas, visando conscientizar os adultos de amanhã”, destaca Dal Molin.<br><br><strong>Enchentes constantes</strong><br><br>Responsável pela gestão dos recursos hídricos de 22 municípios, o Comitê Tubarão, Complexo Lagunar e Bacias Contíguas luta incansavelmente por iniciativas que minimizem o impacto das cheias que, somente no último ano, afetaram a região mais de uma vez. Com as nascentes localizadas na encosta da Serra Geral, tendo como principais formadores os rios Rocinha e Bonito, o Rio Tubarão é o principal da Bacia, com aproximadamente 119 quilômetros de extensão.Outro importante curso d’água é o Rio Duna, que possui cerca de 60 quilômetros de comprimento. Neste sentido, na visão do presidente do órgão, Woimer José Back, todos os mananciais, independentemente do tamanho, são importantes e merecem o devido cuidado. “Água é vida. Parece uma frase clichê, mas ela é muito verdadeira. Viemos de uma cultura de abundância dos recursos naturais e temos a falsa impressão de que eles são infinitos. Precisamos reforçar o viés da preservação, principalmente quando vemos a grande importância deles em nossa vida”, enfatiza.Além disso, o Complexo Lagunar Sul Catarinense, que integra a bacia, é formado por diversas lagoas, entre elas as principais que drenam o Rio Tubarão e o Rio D’Una são: Mirim, Imaruí, Santo Antônio e Santa Marta, entre outras pequenas. “Nossas lindas praias também carecem de preservação, de maneira ainda mais intensa pela poluição daqueles que visitam os locais, principalmente no verão. Temos que ter em mente que toda ação em prol do meio ambiente é bem-vinda, desde não poluir esses locais, até o tratamento do esgoto residencial da maneira adequada e o cuidado com a contaminação química das indústrias”, reforça.<br><br><strong>Problemas de quantidade e qualidade</strong><br><br>Abrangendo 10 municípios, o Comitê Urussanga tem como principal rio aquele que dá nome ao órgão. Formado a partir da confluência do Rio Maior com o Rio Carvão, recebe pela margem direita os rios América, Caeté, Cocal, Ronco D&#8217;Água, Linha Torrens, Linha Anta, Três Ribeirões; e pela margem esquerda, os rios Barro Vermelho, Ribeirão da Areia e Vargedo.Ademais, em sua área de influência encontra-se um sistema lagunar, composto pela Lagoa Bonita, Lagoa do Réu, Lagoa Urussanga Velha e outras menores, bem como vários arroios, como os da Cruz e do Réu.“Apesar desta bacia ser a menor do Sul catarinense, em relação à área, ela está entre as piores de todo o Estado. A gravidade da situação aumenta ainda mais quando se trata da qualidade. Precisamos colocar o conhecimento em prática e usar a água de forma sustentável, além de implementarmos ações que corroborem para a preservação. A união dos três Comitês é essencial, principalmente para mobilizarmos de maneira mais intensa toda a população”, evidencia a presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler. </td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>ProFor Águas Unesc reúne Comitês e SEMAE para reunião de alinhamentos</title>
		<link>https://sulnoticias.com/profor-aguas-unesc-reune-comites-e-semae-para-reuniao-de-alinhamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 09:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[Unesc]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro abordou conceitos e competências de cada parte na atuação pela promoção da gestão e governança hídrica no território das bacas hidrográficas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com objetivo de alinhar conceitos e conversar sobre competências pelas Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos, o ProFor Águas Unesc reuniu integrantes dos três Comitês de Bacia Hidrográfica do Sul catarinense e técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) na última semana. A reunião aconteceu na sexta-feira, 23, propiciando um importante debate entre todas as partes.</p>



<p>Além da equipe técnica da Entidade Executiva, fizeram parte do encontro presidentes, vice-presidentes e secretários executivos dos Comitês de Gerenciamento das Bacias do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba; do Rio Urussanga; e do Rio Tubarão, Complexo Lagunar e Bacias Contíguas.</p>



<p>“A iniciativa da equipe do Profor Águas, de alinhar conceitos junto às diretorias de todos os Comitês do Sul do Estado, mostrou ser uma grande ideia. Revisar conceitos e entender bem as competências de cada ente do sistema de gestão das águas é fundamental evitar que os comitês, assim como a sua entidade executiva, desperdicem um tempo preciso atuando em atribuições que pertencem a outros organismos”, avalia o engenheiro da SEMAE, Tiago Zanatta.</p>



<p>Para o coordenador geral do ProFor Águas Unesc, prof. Dr. Carlyle Torres Bezerra de Menezes, a reunião significou mais um passo importante no processo de fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas. “A Unesc, enquanto Entidade Executiva vem trabalhando e realizando esforços no sentido de contribuir entre outros aspectos, para o aperfeiçoamento dos procedimentos de comunicação e articulação nos diversos níveis entre os diversos atores envolvidos na busca da gestão e governança das águas no território formado pelas três bacias hidrográficas da região Sul de Santa Catarina”, reforça.</p>



<p><strong>A visão dos Comitês</strong></p>



<p>Para o presidente do Comitê Tubarão e Complexo Lagunar, Woimer José Back, a reunião foi muito proveitosa. “É sempre bom relembrar, reforçar as funções de cada um na estrutura da governança dos recursos hídricos. Continuamos firmes em nosso propósito de conquistar melhorias para a nossa bacia hidrográfica&#8221;, ressalta.</p>



<p>Já para a presidente do Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba, Eliandra Gomes Marques, foi um momento de reconhecer os papéis não só do Comitê e Entidade Executiva, mas também das Câmaras Técnicas, bem como da interlocução com a SEMAE. “Contudo, o foco especial foi o da participação ativa de todos os membros para que o Comitê tenha sua gestão descentralizada, democrática, equitativa e integrada”, completa.</p>



<p>Por fim, a presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler, destaca que a reunião foi bastante esclarecedora. “Os representantes do SEMAE abordaram desde a estruturação dos comitês até o funcionamento prático dos mesmos, como eleição e representatividade dos membros”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Legislativo recebe representantes do Samae e do Cisam-Sul</title>
		<link>https://sulnoticias.com/legislativo-recebe-representantes-do-samae-e-do-cisam-sul/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 19:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
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					<description><![CDATA[Criciúma Os vereadores destinaram o horário político da Sessão Ordinária desta segunda-feira (8/4) para seguir a série de esclarecimentos relacionados a um possível rompimento de contrato entre o Município de Criciúma e a Casan. A proposta de municipalização é cogitada pelo prefeito Clésio Salvaro, caso a Companhia não atenda aos pedidos, como o repasse de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><strong>Criciúma</strong></em></p>



<p>Os vereadores destinaram o horário político da Sessão Ordinária desta segunda-feira (8/4) para seguir a série de esclarecimentos relacionados a um possível rompimento de contrato entre o Município de Criciúma e a Casan.</p>



<p>A proposta de municipalização é cogitada pelo prefeito Clésio Salvaro, caso a Companhia não atenda aos pedidos, como o repasse de 7% de royalties para investimentos, além da redução de 40% da taxa de esgoto, que é de 100% do valor da tarifa de água.</p>



<p>Para debater o assunto, estiveram no plenário o superintendente Antonio Willeman da Cisal-Sum (Consórcio Intermunicipal de Saneamento Ambiental) e o diretor do Samae de Orleans, Fabio Echeli Bett.</p>



<p><strong>Agência reguladora</strong></p>



<p>Na última semana, a Câmara aprovou o PE Nº 19/2019 que regulamenta a contratação de nova agência reguladora, a Cisam-Sul. A entidade é responsável pela regulação e pela fiscalização dos serviços prestados no âmbito da gestão associada de saneamento básico do Município.</p>



<p>A agência foi criada em 2006 e tem sua sede no município de Orleans. &#8220;O Cisam é uma autarquia, um consórcio público baseado na Lei Federal 11.107 e tem hoje 21 municípios integrados&#8221;, apontou Willeman.</p>



<p>Como principais atividades do consórcio, o superintendente destacou a regulação e fiscalização do saneamento; análises de potabilidade da água; análises de efluentes lançados, além da estruturação tarifária de água e esgoto.</p>



<p>A Cisam tem ainda papel na fiscalização dos Planos Municipais de Saneamento, verificando o cumprimento das metas estabelecidas pelo governo federal.</p>



<p>Os valores cobrandos pela reguladora giram em torno de R$0,14 mensais por habitante para regulação dos serviços de água e esgoto. Um total de R$ 29.823,22 por mês.</p>



<p><strong>Samae</strong></p>



<p>O Samae de Orleans opera há 47 anos no Município com quadro de 39 funcionários. O serviço atende hoje todo o perímetro urbano e a 11 comunidades rurais. A captação do abastecimento e realizada no Rio Laranjeiras.</p>



<p>Para atender a cidade, o sistema conta com um reservatório de cerca de 1,2 milhão de litros em sua Estação de Tratamento de Água (ETA), além de 12 estações de bombeamento.</p>



<p>O esgotamento sanitário do Município deve chegar a 99% de tratamento ainda neste ano, com coleta e tratamento do esgoto.</p>



<p>Os valores pagos pelos consumidores foram apresentados pelo diretor do Samae, Fabio Echeli Bett. São R$ 30,56 para residência e Orleans com consumo de até 10 mil litros e R$ 44,88 pagos por comércios com consumo de até 15 mil litros de água. A arrecadação do Samae, em 2018, foi de quase R$ 6 mi.</p>



<p>A tarifa de esgoto é de 60%. &#8220;Se o consumidor gasta, por exemplo, R$ 100 de água, pagará 60% a mais em cima desse valor pelo serviço de esgoto. É proporcional ao consumo gasto&#8221;, destacou Bett. Ao final os convidados responderam aos questionamentos dos vereadores.</p>
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		<title>Fórum discute Romaria da Terra e das águas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 16:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Romaria]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[Na quinta-feira, 10 de agosto, o Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Criciúma promove o Seminário Diocesano em Preparação à Romaria da Terra e das Águas. A atividade será realizada na Casa Mãe Helena, em Forquilhinha, com início marcado para 19h30min e término previsto para 21h. Todas as entidades e pastorais integrantes do Fórum, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira, 10 de agosto, o Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Criciúma promove o Seminário Diocesano em Preparação à Romaria da Terra e das Águas. A atividade será realizada na Casa Mãe Helena, em Forquilhinha, com início marcado para 19h30min e término previsto para 21h.</p>
<p>Todas as entidades e pastorais integrantes do Fórum, párocos e representantes das paróquias que já estão organizando suas caravanas são convocados a participar. A assessoria ficará por conta do Coordenador de Pastoral da Diocese de Tubarão, padre Lino Brunel, que conduzirá o estudo sobre o texto base da Romaria, falará sobre a importância de sua realização e passará orientações para o dia.</p>
<p>O evento, promovido pela CNBB Regional Sul 4, já está em 24ª edição, e neste ano será acolhido pela comunidade de Taquaruçu, da Paróquia São João Batista, no município de Pescaria Brava, Diocese de Tubarão. Com o tema “Mata Atlântica, nossa Casa Comum” e lema “Visitas a terra e a regas, enchendo-a com tuas riquezas” (Sl 65,10a), será realizado no dia 10 de setembro, no CTG do Tio Preto.</p>
<p>Conforme o coordenador do Fórum Diocesano das Pastorais Sociais, Jonathan Velho Búrigo, as seis comarcas da Diocese de Criciúma já estão se mobilizando para participar.</p>
<p>“Esperamos um grande número de pessoas de nossa Diocese no encontro, para vivenciar da mística libertadora das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) e também para olhar melhor para nossa Casa Comum. A Romaria vem em sintonia com a Campanha da Fraternidade, que nesse ano trouxe presente os Biomas Brasileiros, e faz com que voltemos nosso olhar para o bioma em que nos encontramos, que é a Mata Atlântica, e nos instiga a refletir sobre como estamos cuidando de nossa Casa Comum, tanto no campo quanto na cidade. Por ser o Ano Mariano, teremos um olhar todo especial nesta questão, voltado ao cuidado como virtude mariana”, ressalta Búrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Água tratada avança para mais três comunidades de Siderópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 19:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Casan]]></category>
		<category><![CDATA[Siderópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[As comunidades de Santa Luzia, São Martinho Alto e Alto Rio Maina terão rede de abastecimento de água da Casan e as obras devem ficar prontas antes do início do verão. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, Valter José Gallina, na manhã desta quinta-feira, 27, em visita ao prefeito Hélio Cesa, o Alemão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As comunidades de Santa Luzia, São Martinho Alto e Alto Rio Maina terão rede de abastecimento de água da Casan e as obras devem ficar prontas antes do início do verão. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, Valter José Gallina, na manhã desta quinta-feira, 27, em visita ao prefeito Hélio Cesa, o Alemão e ao vice-prefeito, Xande Feltrin. &#8220;Já pedimos para atualizarem o projeto e queremos dar início às obras em setembro, com finalização prevista para o final do ano, antes do início do verão e das estiagens&#8221;, declarou o presidente, em resposta às solicitações feitas pelo prefeito em nome dos moradores. &#8220;Parte de Santa Luzia, Alto Rio Maina e São Martinho Alto não possuem água tratada e em períodos de estiagem o problema se agrava. Essas obras são importantíssimas para a continuidade do desenvolvimento e para a garantia de qualidade de vida&#8221;, afirmou o prefeito, que já havia encaminhado o pedido ainda no primeiro mandato.</p>
<p>Além da novidade na ampliação da rede de abastecimento de água, Gallina confirmou a aquisição e a instalação durante o mês de agosto, das novas bombas para a adutora, que irão funcionar em sistema de revezamento e dirimir os problemas com os equipamentos existentes. &#8220;Além das bombas estamos fazendo um estudo para nova concepção no sistema de abastecimento e depois de concluído vamos buscar os recursos necessários para viabilizar essas melhorias, podendo inclusive, mudar parte da adutora&#8221;, acrescentou o presidente, que esteve no gabinete do prefeito acompanhado da vereadora Janete Trento.</p>
<p><strong>Turismo e pavimentação até a Barragem –</strong> O prefeito Alemão aproveitou a visita do presidente e solicitou a continuidade da pavimentação até a Barragem do Rio São Bento e estudos da empresa para possível exploração turística. &#8220;Faltam sete quilômetros para serem pavimentados e gostaríamos do apoio para a continuidade. Também precisamos saber o que pode ser feito para aproveitarmos melhor o espaço e suas belezas. Resguardando nossa água, que é para consumo humano, acredito ser possível trazer mais turistas e visitantes e oferecer atrativos aliados à barragem&#8221;, explicou o prefeito. De acordo com o presidente a exploração turística pode ser possível e colocou-se à disposição para parcerias. &#8220;Vamos construir um projeto e verificar sua execução. A região da barragem é lindíssima e merece ser melhor explorada&#8221;, garantiu Gallina. Sobre a continuidade da pavimentação, ele e o prefeito devem discutir a viabilidade juntamente com o vice-governador Eduardo Moreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em dez anos, sul de SC pode não ter água suficiente para todos os setores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 16:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Plano Estadual de Recursos Hídricos identificou cenário em longo prazo, baseado na realidade atual da região Se continuar poluindo e consumindo como atualmente, em dez anos a região sul catarinense provavelmente não terá água suficiente para cobrir a demanda de todos os setores das Bacias Hidrográficas do Rio Araranguá e Urussanga. É o que confirmou, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 class="x_MsoNormal"><i>Plano Estadual de Recursos Hídricos identificou cenário em longo prazo, baseado na realidade atual da região</i></h6>
<p class="x_MsoNormal">Se continuar poluindo e consumindo como atualmente, em dez anos a região sul catarinense provavelmente não terá água suficiente para cobrir a demanda de todos os setores das Bacias Hidrográficas do Rio Araranguá e Urussanga. É o que confirmou, até agora, o Plano Estadual de Recursos Hídricos, em sua segunda fase de produção.</p>
<p class="x_MsoNormal">Estes dados foram apresentados e debatidos em encontro nesta quarta-feira, 12, em Araranguá. “Basicamente, se nada for feito para preservar e recuperar a água que temos, em dez anos já serão registrados conflitos por conta da disponibilidade do recurso, que não será suficiente para todas as áreas de produção e consumo. O estado crítico que já é sentido pode piorar, e, sem dúvidas, há risco real de faltar água”, alerta o engenheiro sanitarista ambiental e gerente do Plano de Recursos Hídricos, Vinicius Ragghianti.</p>
<p class="x_MsoNormal">Há tendência, também, de que até 2023 o setor industrial seja o responsável pelo maior aumento da vazão de retirada de água em Santa Catarina. “Sem esquecer que o maior consumo continuará sendo do setor da irrigação, com 45% do total consumido. Em geral, toda Santa Catarina apresenta um cenário crescente de demanda pela água para a maioria dos setores usuários, e, por isso, evidencia-se ainda mais a necessidade de criação de políticas públicas de preservação”, argumenta Ragghianti.</p>
<p class="x_MsoNormal">A próxima e última fase do Plano Estadual de Recursos Hídricos é, justamente, montar um Plano de Ações a ser executado pelo Poder Público, visando à preservação e recuperação dos recursos hídricos para o futuro.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Desta forma, torna-se cada vez mais importante a participação das entidades e sociedade civil no Comitê de Bacias, para que, juntos, possamos contribuir para a criação dessas medidas, melhorando a realidade da nossa região”, ressalta o presidente do Comitê Araranguá, Sérgio Marini.</p>
<p class="x_MsoNormal">A ação desta quarta-feira foi realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Fundação CERTI e Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Mampituba.</p>
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