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	<title>Amrec &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Infraestrutra e desenvolvimento são as prioridades da Amrec em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Anderson de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Fontanella]]></category>
		<category><![CDATA[Posse]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amrec vai voltar a ser protagonista das principais pautas da região. Quem garante é o prefeito de Lauro Müller, Valdir Fontanella. O empresário assumiu na manhã desta terça-feira (30) o comando da entidade e já apresentou uma lista de prioridades que devem ser tratadas ao longo do ano. &#8220;Não há uma mais importante que [&#8230;]]]></description>
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<p>A <strong>Amrec</strong> vai voltar a ser protagonista das principais pautas da região. Quem garante é o prefeito de Lauro Müller, <strong>Valdir Fontanella</strong>. O empresário assumiu na manhã desta terça-feira (30) o comando da entidade e já apresentou uma lista de prioridades que devem ser tratadas ao longo do ano.</p>



<p><strong>&#8220;Não há uma mais importante que a outra. Todas são fundamentais para o desenvolvimento da região&#8221;,</strong> argumentou.</p>



<p>Fontanella terá como vice na <strong>Amrec</strong> o prefeito de Criciúma, <strong>Vagner Espíndola</strong>. Juntos, eles têm a missão de recuperar o prestígio da entidade, que se perdeu ao longo do último mandato por divisões e brigas políticas. A julgar pelo prestígio registrado no evento de posse, esse primeiro passo parece já ter sido dado. Além de todos os prefeitos da <strong>Amrec</strong>, a cerimônia contou com a presença dos deputados <strong>Rodrigo Minotto (PDT), Tiago Zilli (MDB) e Zé Milton Scheffer (PP)</strong>. Vereadores, secretários municipais e autoridades de diversos setores da sociedade civil também fizeram questão de marcar presença.</p>



<p>Se não há uma prioridade número um, como garante o próprio presidente, a infraestrutura e o desenvolvimento ganham destaque entre as demandas. <strong>&#8220;Os prefeitos vão bater nas portas do Governo do Estado e do Governo Federal para assegurar recursos que possam desenvolver a região. Vamos mobilizar novamente. Temos questões estruturantes importantes, como levar a duplicação da SC-108 até Orleans, concluir o Anel Viário, estender a Via Rápida até o Rincão, a SC-442 em Morro da Fumaça, a obra da SC-445 em Içara, a Genésio Mazon entre Urussanga e Morro da Fumaça e a própria questão do Morro dos Cavalos&#8221;,</strong> destaca o presidente.</p>



<p>Fontanella também quer reforçar o turismo e tratar de questões ligadas à prevenção de cheias. <strong>&#8220;Tem o desassoreamento do Rio Urussanga, do Rio Mãe Luzia, temos o turismo regional, que precisa de uma melhor atenção também. O tempo é curto, são muitas pautas, mas vamos começar, porque o que não tem começo nunca vai ter meio ou fim&#8221;.</strong></p>
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		<title>Serviços e indústria lideram geração de empregos no primeiro semestre</title>
		<link>https://sulnoticias.com/servicos-e-industria-lideram-geracao-de-empregos-no-primeiro-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 07:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[sponderam por mais de 80% dos empregos formais gerados no primeiro semestre deste ano na mesorregião Sul de Santa Catarina. Das 10.824 vagas adicionadas de janeiro a junho na região, os serviços contribuíram com 4.657 e o setor industrial com 4.128. No período, houve ainda o acréscimo de 1.069 postos de trabalho com carteira assinada [&#8230;]]]></description>
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<p>sponderam por mais de 80% dos empregos formais gerados no primeiro semestre deste ano na mesorregião Sul de Santa Catarina. Das 10.824 vagas adicionadas de janeiro a junho na região, os serviços contribuíram com 4.657 e o setor industrial com 4.128.</p>



<p>No período, houve ainda o acréscimo de 1.069 postos de trabalho com carteira assinada no comércio, 853 na construção e 116 na agropecuária (uma vaga não teve o setor identificado), conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.acicri.com.br/upload/images/Caged%20-%20primeiro%20semestre%20de%202024%20-%20por%20setor.png" alt=""/></figure>



<p>O desempenho dos setores segue tendência verificada também no Estado, que teve 42.299 vagas adicionadas em serviços e 35.693 na indústria, no primeiro semestre – Na Região Carbonífera, esses números são de 2.079 para serviços e 2.096 para a indústria.<br>&nbsp;</p>



<p>A geração de empregos no Sul foi a maior para o período dos últimos três anos. “O mercado de trabalho vem demonstrando um dinamismo forte neste ano de 2024, tanto no Brasil como em Santa Catarina, sendo que a taxa de desemprego marcou 6,9% no país e 3,8% no Estado, uma das menores dos últimos anos. Dessa forma, isso vem se refletindo também em Criciúma e região”, aponta o economista Leonardo Alonso Rodrigues.</p>



<p>Com base nos dados do Caged, Rodrigues e o também economista Alison Fiuza elaboram o Boletim do Emprego Formal, contratado pela Associação Empresarial de Criciúma (Acic) e disponível para consulta no <a href="https://www.acicri.com.br/indicadores-socioeconomicos">site da entidade</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.acicri.com.br/upload/images/Caged%20-%20primeiro%20semestre%20de%202024%20-%20Sul%20acumulado%20do%20ano.png" alt=""/></figure>



<p><strong>Projeção</strong></p>



<p>De acordo com a análise dos especialistas, para os próximos meses a tendência é que o mercado de trabalho continue melhorando, mas com possíveis atenuações em relação ao que se observou até este momento.</p>



<p>“Inclusive, o resultado de junho veio um pouco menor que o esperado. Pairam no radar incertezas sobre o cenário das contas públicas nacionais, que vêm apresentando constantes déficits. Nos últimos meses, isso vem refletindo em projeções futuras mais elevadas sobre a inflação, a manutenção da taxa de juros no atual patamar e uma certa volatilidade ao câmbio”, explica Fiuza.</p>



<p>“O cenário fica um pouco mais desafiador no curto prazo, até que sinais claros sobre o cenário fiscal sejam dados. Outro ponto a considerar é o ambiente internacional, com conflitos geopolíticos vigentes, a dificuldade dos países centrais no controle da inflação e a proximidade das eleições nos Estados Unidos, que trará certa volatilidade aos mercados”, acrescenta Rodrigues.</p>



<p><strong>Região Carbonífera</strong></p>



<p>Na Região Carbonífera, o acumulado do ano mostra 5.336 novos empregos na soma dos 12 municípios, desempenho superior ao do mesmo período do ano anterior (3.724). A região registrou crescimento de 0,16% no estoque de empregos formais, que alcançou 158.009 vagas ocupadas ao final de junho.</p>



<p>Com isso, a região marca participação de 6,18% e 48,65% no estoque total de empregos no Estado e na mesorregião Sul, respectivamente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.acicri.com.br/upload/images/Caged%20-%20primeiro%20semestre%20de%202024%20-%20Amrec%20acumulado%20do%20ano.png" alt=""/></figure>
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		<title>Com 40% da capacidade ociosa, indústria química da região sofre para superar dificuldades</title>
		<link>https://sulnoticias.com/com-40-da-capacidade-ociosa-industria-quimica-da-regiao-sofre-para-superar-dificuldades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 10:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[ociosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Químicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Falta de competitividade, originada pelo incremento dos custos, dificuldades logísticas e capacidade de produção ociosa são alguns problemas enfrentados pelas empresas químicas da região Sul. Esse cenário, aliado à situação econômica que atravessa o país, preocupa os empresários do segmento, especialmente, no que diz respeito à manutenção dos empregos. &#8220;As empresas do segmento químico da [&#8230;]]]></description>
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<p>Falta de competitividade, originada pelo incremento dos custos, dificuldades logísticas e capacidade de produção ociosa são alguns problemas enfrentados pelas empresas químicas da região Sul. Esse cenário, aliado à situação econômica que atravessa o país, preocupa os empresários do segmento, especialmente, no que diz respeito à manutenção dos empregos.</p>



<p>&#8220;As empresas do segmento químico da nossa região estão enfrentando um cenário difícil há mais de um ano e meio. Estamos com dificuldade com relação ao custo do gás natural há mais de três anos. Nós já tivemos o preço do gás natural 15% mais baixo que São Paulo, o que compensava a nossa deficiência logística&#8221;, coloca o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul), Marcos Vefago.</p>



<p>&#8220;Mesmo com os esforços em conjunto com o governo estadual nos últimos meses, ainda temos esse insumo energético com preço mais elevado do que o praticado em São Paulo, principal mercado concorrente&#8221;, completa Vefago.</p>



<p>&#8220;As empresas têm buscado alternativas, investindo em tecnologia e produtividade, mas temos também a preocupação do encarecimento da mão de obra pelo maior custo estrutural e tudo isso nos leva a um cenário cada vez mais difícil de manutenção dos empregos e da competitividade&#8221;, expõe o presidente do Sinquisul.</p>



<p><strong>Situação econômica do país</strong></p>



<p>Conforme o diretor de uma das empresas associadas ao Sinquisul, João Batista Borgert, algumas das dificuldades enfrentadas também são reflexo da situação econômica do país. &#8220;No Brasil pós-pandemia, alguns segmentos notavelmente tiveram desempenho negativo. O país só teve crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por conta do agronegócio, do setor de serviços e outros poucos setores industriais&#8221;, aponta.</p>



<p>&#8220;A indústria da construção civil, na qual nos encaixamos muito e somos participantes, teve recessão e está sofrendo muito; da mesma forma, toda a cadeia produtiva ligada ao setor, como é o caso da cerâmica, que está com 40% dos fornos parados, bem como os colorifícios, que estão na mesma situação&#8221;, expõe.</p>



<p><strong>Capacidade ociosa</strong></p>



<p>&#8220;Devido à estagnação da construção civil desde outubro de 2022, durante todo o ano de 2023 estivemos com uma capacidade ociosa muito grande. Terminamos o ano com 60% dos fornos desligados, e esse cenário continuou até fevereiro. Neste momento, estamos com 40% da capacidade ociosa&#8221;, explica.</p>



<p>Outra dificuldade enfrentada pelo setor refere-se ao encarecimento do crédito oficial. &#8220;Durante a pandemia, a taxa Selic estava abaixo de 4% e favorecia o crescimento do segmento. Ao elevar a taxa acima de 14%, dificultou-se a compra de bens imóveis a longo prazo, custeadas por empréstimos&#8221;, comenta Borgert,</p>



<p>&#8220;Ademais, essa situação favorece o crescimento da economia informal, que dificulta ainda mais a situação das empresas que cumprem com as obrigações fiscais e tributárias, impondo uma disputa desleal e injusta&#8221;, acrescenta.</p>



<p>&nbsp;&#8220;Estamos empenhados em preservar os empregos e continuar a investir na região, porém, o aumento dos custos operacionais, superando a inflação, nos obriga a nos ajustar a uma nova realidade. Isso implica em manter o total de despesas, inclusive com recursos humanos dentro de um limite absoluto, o que inevitavelmente resulta na redução do número de empregos&#8221;, conclui o presidente do Sinquisul.</p>
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		<title>Içara registra o maior crescimento no movimento econômico da Amrec em 2023</title>
		<link>https://sulnoticias.com/icara-registra-o-maior-crescimento-no-movimento-economico-da-amrec-em-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 14:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Anderson de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Içara]]></category>
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					<description><![CDATA[A bola da vez. Assim pode ser definida Içara, a cidade que mais cresce no Sul de Santa Catarina. A Capital do Mel encerrou 2023 registrando o maior crescimento no movimento econômico da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), cuja pujança é atestada pelo Índice de Participação dos Municípios (IPM). Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A bola da vez. Assim pode ser definida Içara, a cidade que mais cresce no Sul de Santa Catarina. A Capital do Mel encerrou 2023 registrando o maior crescimento no movimento econômico da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), cuja pujança é atestada pelo Índice de Participação dos Municípios (IPM). Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Fazenda.</p>



<p>O indicador é importante, já que determina a parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que será destinada a cada cidade. Em relação ao ano anterior, o crescimento de Içara foi de 5,07%, o que irá gerar mais de R$ 2,5 milhões de ICMS para a Administração Municipal. Considerando os 12 municípios da Amrec, outros cinco também registraram crescimento.</p>



<p>&#8220;Içara subiu R$ 700 milhões de valor adicionado. Isso quer dizer que em um ano, Içara gerou uma riqueza maior do que o valor de toda a economia de Siderópolis, por exemplo. Se somarmos as economias de Treviso e Balneário Rincão, não chegamos ao que Içara cresceu em 2023&#8221;, observa o coordenador do movimento econômico da Amrec, Ailson Piva.</p>



<p>Para a prefeita Dalvania Cardoso, a notícia vem em boa hora. &#8220;Estamos colhendo os resultados do nosso esforço e trabalho. Isso significa mais receita para investirmos em melhorias para a cidade&#8221;, pontua. &#8220;Mas não podemos esquecer que o maior mérito de todo esse crescimento é dos empresários, que arregaçam as mangas para empreenderem aqui. O poder público muito ajuda quando não atrapalha. Queremos que Içara seja cada vez mais atrativa para novos negócios, aproveitando todas as nossas potencialidades&#8221;, completa.</p>



<p>O IPM é calculado anualmente pela Secretaria de Estado da Fazenda, que considera como principal critério o movimento econômico, também conhecido como valor adicionado – para compartilhar com os municípios o ICMS recolhido pelo Estado, o principal imposto estadual. Assim, a repartição do ICMS tem a seguinte proporção: 75% considera o valor adicionado, outros 10% levam em conta o ICMS Educacional e os demais 15% são divididos igualmente entre as 295 cidades catarinenses.</p>
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		<title>Região Carbonífera: Outubro marca a criação de 1,1 mil empregos formais, com destaque para Criciúma. Ano acumula mais de 6 mil novas vagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 05:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas novas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após um período de sete meses, a Região Carbonífera experimentou um crescimento significativo na criação de empregos formais, somando mais de 1,1 mil novas posições no último mês, conforme revelam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta terça-feira, 28, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No mês de outubro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após um período de sete meses, a Região Carbonífera experimentou um crescimento significativo na criação de empregos formais, somando mais de 1,1 mil novas posições no último mês, conforme revelam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta terça-feira, 28, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p>No mês de outubro, foi registrado um acréscimo de 1.116 vagas nos 12 municípios, representando o segundo melhor desempenho do ano, ficando atrás apenas do resultado alcançado em março, quando foram gerados 1.164 empregos com carteira assinada, considerando os ajustes. Comparado a outubro de 2022, que apresentou um saldo de 484 empregos, o resultado deste ano demonstra um avanço significativo.</p>



<p>Criciúma liderou a geração de empregos formais em outubro, com a adição de 604 vagas, enquanto Içara conquistou a segunda posição, somando 355 novos postos de trabalho. Outros municípios também contribuíram positivamente, como Nova Veneza (47), Cocal do Sul (42), Orleans (22), Siderópolis (16), Forquilhinha (13), Urussanga (11), Balneário Rincão (10) e Lauro Müller (9). Treviso registrou o fechamento de uma vaga, e Morro da Fumaça, de 12.</p>



<p>Com esse desempenho, a região encerrou o mês com 153.272 pessoas empregadas com carteira assinada, distribuídas entre os setores, sendo 61.313 na indústria, 53.832 nos serviços, 30.449 no comércio, 7.068 na construção civil e 610 na agropecuária.</p>



<p>Três dos cinco grandes setores econômicos apresentaram saldo positivo em outubro: serviços, com 696; indústria, com 300; e comércio, com 168. Na agropecuária, o número de admissões e demissões foi igual (26), enquanto a construção registrou 48 desligamentos a mais que contratações.</p>



<p>No acumulado do ano, a Região Carbonífera superou a marca de 6 mil empregos formais adicionados. Das 6.079 novas vagas geradas entre janeiro e outubro, Criciúma contribuiu com 2.963, Içara com 979 e Orleans com 510. Outros municípios também apresentaram contribuições positivas, destacando-se Siderópolis (307), Urussanga (304), Morro da Fumaça (258) e Forquilhinha (240). Alguns registraram saldos mais modestos, como Lauro Müller (162), Balneário Rincão (149), Nova Veneza (141) e Cocal do Sul (88). No entanto, Treviso registrou um saldo negativo de 22 empregos no mesmo período.</p>
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		<item>
		<title>Quase 5 mil empregos formais são gerados na região até setembro</title>
		<link>https://sulnoticias.com/quase-5-mil-empregos-formais-sao-gerados-na-regiao-ate-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 09:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com os dados do Novo Caged, foram acrescentadas 4.990 novas vagas desde janeiro, considerando os 12 municípios

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com 485 novas vagas acrescentadas em setembro, a Região Carbonífera acumula 4.990 empregos formais gerados desde janeiro, considerando os 12 municípios. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta segunda-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p>Entre os municípios, a liderança segue com Criciúma, onde foram adicionados 2.354 postos de trabalho com carteira assinada no período, o equivalente a 47,17% do total.</p>



<p>Na sequência, vêm Içara, com 627, e Orleans, com 486. Urussanga e Siderópolis têm desempenhos semelhantes, com 294 e 293 novas vagas adicionadas, respectivamente. Morro da Fumaça soma 271, enquanto Forquilhinha tem 234.</p>



<p>Lauro Müller chegou a 156, uma a mais que Balneário Rincão. Já Nova Veneza acumula saldo positivo de 94 e Cocal do Sul, de 46. Apenas Treviso somou mais demissões que contratações no intervalo de nove meses – foram fechadas 20 vagas formalizadas no município, no período.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.acicri.com.br/upload/images/Caged%20-%20setembro%20de%202023%20-%20Amrec%20por%20munic%C3%ADpio.png" alt=""/></figure>



<p><strong>Serviços ampliam vantagem entre os setores</strong></p>



<p>Entre os grandes grupamentos econômicos, os serviços ampliam mês a mês a vantagem sobre os demais setores. Até setembro, o setor gerou 3.535 novos empregos formais na região, o que representa 70,84% do total. Ainda assim, continua com o segundo maior número de vagas ocupadas, 53.130.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.acicri.com.br/upload/images/Caged%20-%20setembro%20de%202023%20-%20Amrec%20por%20setor%20-%20acumulado%20do%20ano.png" alt=""/></figure>



<p>Nesse quesito, a liderança continua com a indústria, que emprega 61.036 pessoas com registro em carteira na região. Desse quantitativo, 669 vagas foram adicionadas este ano. Com 30.286, o comércio vem em terceiro, após acumular 407 novos empregos formalizados entre janeiro e setembro.</p>



<p>Nos demais setores, o saldo entre admissões e desligamentos também é positivo, de 377 na construção e de dois na agropecuária, setores que têm estoque de 7.121 e 610, respectivamente, na região.</p>
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		<title>Ricardo Guidi reúne prefeitos e vices do PSD no Sul para reafirmar apoio ao presidente Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Anderson de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Guidi]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal criciumense, Ricardo Guidi &#8211; reeleito no último domingo, reuniu os prefeitos e vice-prefeitos do PSD do Sul, na manhã desta quarta-feira, 5, para reafirmar o posicionamento de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições. A decisão do grupo se repete ao primeiro turno, onde partido já esteve junto ao [&#8230;]]]></description>
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<p>O deputado federal criciumense, Ricardo Guidi &#8211; reeleito no último domingo, reuniu os prefeitos e vice-prefeitos do PSD do Sul, na manhã desta quarta-feira, 5, para reafirmar o posicionamento de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições. A decisão do grupo se repete ao primeiro turno, onde partido já esteve junto ao candidato.</p>



<p>A reunião, no gabinete de Guidi, contou com a presença dos prefeitos de Braço do Norte (Beto Kuerten), Armazém (Luiz Mendes), Forquilhinha (Neguinho) e Maracajá (Brambila). Estiveram também os vices de Balneário Rincão (Luiz Laurindo), Lauro Müller (Soraya Librelato), Urussanga (Jair Nandi), Araranguá (Tano) e Nova Veneza (Elzio Milanez).</p>



<p>“Nossa postura não poderia ser diferente, olhando para futuro de Santa Catarina e do Brasil. Acreditamos que o presidente já provou que é capaz. Estamos todos juntos, pensando na nossa gente, nos nossos filhos e na nossa família. No dia 30, somos todos Bolsonaro 22”, enfatizou o deputado, que desde o início do mandato já apoia Bolsonaro na Câmara dos Deputados.</p>
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		<title>Desenvolvimento econômico da Amrec é pauta na ACIC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 15:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[região]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, recebeu na noite desta terça-feira, 20, a visita do novo presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Hélio Roberto Cesa, o Alemão, prefeito de Siderópolis. Alemão, recém empossado como presidente da Amrec, pretende unir forças para aumentar o crescimento econômico da região Sul. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, recebeu na noite desta terça-feira, 20, a visita do novo presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Hélio Roberto Cesa, o Alemão, prefeito de Siderópolis.</p>
<p>Alemão, recém empossado como presidente da Amrec, pretende unir forças para aumentar o crescimento econômico da região Sul. De acordo com o coordenador do movimento econômico da Amrec, Ailson Piva, que também acompanhou o encontro, a região Sul está empobrecendo com relação ao restante do Estado. “Há alguns anos não estamos conseguimos acompanhar o crescimento do Estado. Temos que crescer ao menos dentro da média estadual. No ano passado o crescimento econômico da região foi de 3,89% do valor adicionado em relação a 2016, enquanto o Estado está em 8,79%”, explica Piva.</p>
<p>Dagostin convidou Cesa para participar da reunião Plenária da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) do Extremo Sul, no próximo dia 28, às 19h, na Acic, onde as bandeiras da entidade serão explanadas, buscando também o apoio dos demais presidentes das associações da região. O presidente da Acic reforçou as bandeiras do Centro de Inovação de Criciúma, Região Metropolitana Carbonífera e a estadualização do Hospital Materno Infantil junto ao presidente da Amrec.</p>
<p>Conforme Cesa, nesta quinta-feira, 22, será realizada a primeira reunião com os prefeitos também para alinhar as reivindicações e encaminhamentos dos gestores municipais. “Também quero solicitar ao presidente da Acic uma reunião com a diretoria da entidade, juntamente com a presença de todos os prefeitos”, destaca. “Quero colocar a Amrec à disposição da Acic para efetivamente discutir o que podemos trabalhar em conjunto”, acrescentou. O encontro também contou com a presença do diretor executivo da Amrec, José Roberto Madeira.</p>
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		<title>Sul: A região mais pobre de Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 15:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Pobre]]></category>
		<category><![CDATA[Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Há meses os responsáveis por analisar os números do movimento econômico da Amrec vem alertando sobre a queda na arrecadação registrada no Sul do Estado. Nesta segunda-feira (11), em um encontro realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma, os dados foram detalhados. Eles mostram que o Sul de Santa Catarina é a região mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há meses os responsáveis por analisar os números do movimento econômico da Amrec vem alertando sobre a queda na arrecadação registrada no Sul do Estado. Nesta segunda-feira (11), em um encontro realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma, os dados foram detalhados. Eles mostram que o Sul de Santa Catarina é a região mais pobre do Estado.</p>
<p>&#8220;No passado já fomos uma das regiões mais ricas do Estado e hoje perdemos inclusive para a Serra. Precisamos saber onde erramos&#8221;, explica o presidente da Acic Cesar Smielevisk.</p>
<p>Os dados apresentados na Acic tem como base o registro do movimento econômico da região Carbonífera.  “é com base nestes índices que as cidades têm definido o seu retorno de ICMS. A região está crescendo 1,5 %. Isso quer dizer que o lucro das empresas da região teve apenas essa elevação. Bem abaixo do Estado que está crescendo 5%”, ressalta Ailson Piva.</p>
<p>Para Smielevisk um dos motivos deste empobrecimento pode estar ligado ao modal econômico da região. &#8220;A maior parte das empresas está ligada ao setor de comércio e serviços e não da indústria da transformação. Temos que analisar, encontrar uma alternativa, apostar no setor da tecnologia e começar a reverter esse cenário&#8221;.</p>
<p>Durante o encontro, a reitora da Unesc, Luciane Ceretta proposta a criação de um grupo de trabalho, em parceria com a Satc, para desenhar o caminho para as retomada do desenvolvimento.</p>
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		<title>Amrec supera os 430 mil habitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 21:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
		<category><![CDATA[Habitantes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Região Carbonífera já tem 430,202 habitantes. Os dados foram divulgados na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União pelo IBGE. Criciúma, cidade mais populosa da Amrec chegou aos 211.3 6 9 habitantes. A segunda maior cidade é Içara com mais de 54 mil habitantes. Com pouco mais de 3 mil moradores, Treviso segue [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Região Carbonífera já tem 430,202 habitantes. Os dados foram divulgados na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União pelo IBGE. Criciúma, cidade mais populosa da Amrec chegou aos 211.3 6 9 habitantes. A segunda maior cidade é Içara com mais de 54 mil habitantes. Com pouco mais de 3 mil moradores, Treviso segue tendo a menor população da região.</p>
<p>O instituto apurou que, no Brasil, já são 207.660.929 habitantes.  Santa Catarina tem 7.001.161 habitantes. Em 2016, a população do estado era estimada em pouco mais de 6,9 milhões habitantes. O crescimento foi de 1,31% (cerca de 90,6 mil de pessoas a mais). Os dados também mostram que 1/3 das cidades catarinenses teve redução nos dados populacionais.</p>
<p>Confira os números da Amrec:</p>
<p>Criciúma 211.3 6 9<br />
Cocal do Sul 16.446<br />
Balneário Rincão 12.403<br />
Siderópolis 13.870<br />
Urussanga 21.177<br />
Tr e v i s o 3.863<br />
Nova Veneza 14.837<br />
Morro da Fumaça 17.532<br />
Lauro Muller 15.149<br />
Içara 54.845<br />
Forquilhinha 25.988<br />
Orleans 22.723</p>
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