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		<title>Decreto veta extração de basalto em Maracajá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 16:43:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A exploração de basalto no Morro Maracajá, que ocorre há mais de 40 anos, está proibida a partir desta quarta-feira (31). O prefeito Arlindo Rocha baixou decreto impedindo a atividade na área e proibindo a circulação de veículos transportando o material (pedra britada e seus subprodutos), utilizado na construção civil e pavimentação.</p>
<p>A atividade econômica, que emprega em torno de 50 trabalhadores, sempre foi alvo de polêmicas no município e região. Uma ação civil do Ministério Público Federal está em andamento, para que as empresas explorem novas áreas somente depois de terem estudos de impactos ambientais e de vizinhança. Os trabalhos ocorrem por força de medida liminar conquistada pelas duas empresas na justiça federal.</p>
<p>Na cidade, o resultado da exploração é uma receita mensal de impostos que gira em torno de R$ 7 mil e danos cada vez mais freqüentes à malha viária. As ruas por onde circulam os caminhões transportando a pedra britada ficam danificadas e o principal prejuízo é à Rodovia Adilton de Medeiros, chamado de acesso norte à BR-101. Neste ano a administração municipal não concedeu a renovação dos alvarás de licença, localização e funcionamento.</p>
<p>“Abrimos um canal de conversação com os representantes das empresas, da sociedade civil organizada e, inclusive com o Sindicato dos Mineiros de Criciúma, que representa os trabalhadores, em busca de consenso; estabelecemos um prazo que expirou nesta semana, sem que chegássemos ao acordo”, resume o prefeito Arlindo Rocha, ao baixar e determinar a publicação das restrições à atividade, com base na legislação em vigor e na Lei Orgânica do Município.</p>
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