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	<title>Brasil &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Energia mais cara puxou aumento de 0,44% na inflação em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 08:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inflaçã]]></category>
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					<description><![CDATA[Em setembro, a inflação do país acelerou 0,44%. O resultado é maior que o do mês anterior, quando a inflação estava negativa em -0,02%. A alta do IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, é fruto do aumento dos preços da energia elétrica residencial. O serviço teve alta de aproximadamente 8% em relação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em setembro, a inflação do país acelerou 0,44%. O resultado é maior que o do mês anterior, quando a inflação estava negativa em -0,02%. A alta do IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, é fruto do aumento dos preços da energia elétrica residencial. O serviço teve alta de aproximadamente 8% em relação ao mês de agosto. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1614977&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1614977&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o gerente da pesquisa, André Almeida, as bandeiras tarifárias explicam a alta da energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de alimentação e bebidas também registrou alta em setembro, após dois meses seguidos de queda. O aumento do preço da carne bovina e de algumas frutas, como laranja e limão, é consequência do clima seco e da forte estiagem durante o mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas despesas pessoais, o valor dos cinemas caiu mais de 8% em setembro. Mesmo período em que ocorreu a semana do cinema pelo país, em que foram oferecidos diversos descontos nos ingressos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, a inflação acumulada é de 3,31%. Nos últimos 12 meses, o acumulado sobe para 4,42%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que abrange apenas as famílias com rendimento entre um e cinco salários mínimos, teve alta de 0,48%. O resultado também ficou acima do de agosto.</p>
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		<title>Brasil cresce em empregos e tem menor taxa de desocupação em dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 06:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, o Brasil registrou um aumento&#160;de&#160;1,7% na força&#160;de&#160;trabalho, alcançando mais&#160;de&#160;109 milhões&#160;de&#160;trabalhadores. Já a quantidade&#160;de&#160;cidadãos ocupados cresceu 3%, totalizando 101,8 mi de pessoas. A taxa&#160;de&#160;desocupação caiu 6,9%, esse é o menor número&#160;desde&#160;2014. O emprego formal também apresentou&#160;crescimento, com uma alta&#160;de&#160;4 % em comparação ao segundo trimestre&#160;de&#160;2023, segundo os dados da PNAD Contínua. Além disso, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o Brasil registrou um aumento&nbsp;de&nbsp;1,7% na força&nbsp;de&nbsp;trabalho, alcançando mais&nbsp;de&nbsp;109 milhões&nbsp;de&nbsp;trabalhadores. Já a quantidade&nbsp;de&nbsp;cidadãos ocupados cresceu 3%, totalizando 101,8 mi de pessoas. A taxa&nbsp;de&nbsp;desocupação caiu 6,9%, esse é o menor número&nbsp;desde&nbsp;2014.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1614995&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1614995&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O emprego formal também apresentou&nbsp;crescimento, com uma alta&nbsp;de&nbsp;4 % em comparação ao segundo trimestre&nbsp;de&nbsp;2023, segundo os dados da PNAD Contínua. Além disso, o Novo Caged registrou a criação&nbsp;de&nbsp;1,7 mi de novas vagas com carteira assinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (09), pelo IPEA, Instituto&nbsp;de&nbsp;Pesquisa Econômica Aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos setores da economia, os que mais&nbsp;se&nbsp;destacaram foram os&nbsp;de&nbsp;transporte, a informática e os serviços pessoais. Ainda&nbsp;de&nbsp;acordo com o estudo, o&nbsp;crescimento&nbsp;do emprego formal foi observado na maioria dos setores, com exceção da agropecuária, dos serviços domésticos e do setor&nbsp;de&nbsp;utilidade pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Agricultura familiar terá R$ 85 bilhões em créditos e investimentos</title>
		<link>https://sulnoticias.com/agricultura-familiar-tera-r-85-bilhoes-em-creditos-e-investimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 08:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção agrícola familiar terá R$ 85 bilhões em ações no Plano Safra 2024/2025. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo Governo Federal. Esse Plano Safra da Agricultura Familiar tem taxas que variam de 0,5% a 6%, com redução para duas linhas de financiamento de custeio e oito de investimento. Dos R$ 85 bilhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A produção agrícola familiar terá R$ 85 bilhões em ações no Plano Safra 2024/2025. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo Governo Federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1602640&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1602640&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse Plano Safra da Agricultura Familiar tem taxas que variam de 0,5% a 6%, com redução para duas linhas de financiamento de custeio e oito de investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos R$ 85 bilhões em ações, R$ 76 bi são em crédito rural. Esse valor representa para as famílias rurais um aumento de 6% em relação ao plano 2023/2024 e 43% em relação a 2022/2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os produtores familiares foram contemplados com a redução de juros de financiamento de 4% para 3%, no caso dos alimentos da cesta básica: feijão, frutas, legumes, leite e arroz, que ganhou um apoio extra pra redução de preço.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de produtos da agroecologia, de baixo carbono, como guaraná, açaí e babaçu, os juros caem de 3% para 2%. Além disso, o apoio à transição agroecológica vai contar com um R$ 135 milhões. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução dos juros para a agricultura familiar, segundo o ministro, foi possível por meio da injeção de R$ 10 bilhões do Tesouro Nacional no setor. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E pela primeira vez, um fundo vai garantir o acesso ao crédito rural aos agricultores familiares e às próprias cooperativas. &nbsp;</p>
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		<title>Dívidas de famílias atingem maior nível desde novembro de 2022: 78,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 12:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
		<category><![CDATA[famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1599101&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1599101&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado de maio, divulgado hoje (10) no Rio de Janeiro pela CNC, o percentual de famílias com dívidas no país atingiu o maior patamar desde novembro de 2022. A pesquisa considera endividados aqueles que possuem qualquer dívida, ainda que ela não esteja em atraso, como, por exemplo, compras no cartão de crédito ou financiamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CNC, o dado mostra que as famílias continuam aumentando sua demanda por crédito, aproveitando o menor custo com os juros. A meta da taxa básica de juros (Selic) vem caindo a cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), desde agosto do ano passado (quando recuou de 13,75% para 13,25%). Atualmente, está em 10,50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual de famílias que se consideram muito endividadas chegou a 17,8% em maio último, acima dos 17,2% de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as pessoas com dívidas ou contas em atraso são consideradas inadimplentes. O percentual de inadimplência entre as famílias brasileiras ficou em 28,6% em maio deste ano, o mesmo nível de abril, mas abaixo dos 29,1% de maio do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o total de famílias, aquelas que não terão condições de pagar suas dívidas, o percentual ficou em 12% em maio, abaixo dos 12,1% do mês anterior, mas acima dos 11,8% de maio de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dívidas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores de endividamento das famílias destacam-se o cartão de crédito, (86,9% dos casos), os carnês (16,2%) e o crédito pessoal (9,8%). Um dos destaques positivos foi o cheque especial, que estava presente nas dívidas de apenas 3,9% das famílias, o menor percentual desde o início da pesquisa em 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão da CNC é que o percentual de endividados siga crescendo até dezembro, quando deverá atingir a parcela de 80,4%.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIB do Brasil cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2024, aponta IBGE</title>
		<link>https://sulnoticias.com/pib-do-brasil-cresceu-08-no-primeiro-trimestre-de-2024-aponta-ibge/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 05:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O destaque é o setor do Comércio, que avançou 3% entre janeiro e março
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto do Brasil subiu 0,8% nos três primeiros meses do ano. Os dados da pesquisa do IBGE, divulgados nesta terça-feira, apontam que, em relação ao primeiro trimestre de 2023, o crescimento ficou em 2,5%. A alta deste início de ano foi puxada pelo setor de serviços, que cresceu 1,4% no período.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1598274&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1598274&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque é o setor&nbsp;do Comércio, que avançou 3% entre janeiro e março, como explica Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. Ainda sobre o crescimento do consumo das famílias, a pesquisadora destaca a melhoria do mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desempenho positivo foi dos investimentos, alavancados pela alta na importação de bens de capital, no desenvolvimento de software e na construção civil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medicamentos ficam mais caros a partir desta segunda-feira</title>
		<link>https://sulnoticias.com/medicamentos-ficam-mais-caros-a-partir-desta-segunda-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 22:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) fixou o teto de reajuste para remédios em 4,5% neste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Ministério da Saúde (MS). O percentual de aumento, o menor desde 2020, poderá ser aplicado a partir do dia 1º de abril e não implica em reajuste automático: &#8220;O percentual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) fixou o teto de reajuste para remédios em 4,5% neste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Ministério da Saúde (MS).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1588049&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1588049&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual de aumento, o menor desde 2020, poderá ser aplicado a partir do dia 1º de abril e não implica em reajuste automático:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste&#8221;, alertou a pasta.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“Para chegar ao índice, a CMED observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos, custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado, conforme determina o cálculo definido desde 2005”, informou o ministério.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice para reajuste dos preços dos remédios coincidiu com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/ibge-inflacao-oficial-sobe-083-em-fevereiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">variação do Índice</a> Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses, que registrou alta de 4,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil hoje adota uma política de regulação de preços focada na proteção ao cidadão, estabelecendo sempre um teto para o percentual do aumento para proteger as pessoas e evitar aumentos abusivos de preço”, comentou Carlos Gadelha, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do MS</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara que regula o preço dos remédios no Brasil é um órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos no país. O colegiado é formado por representantes dos ministérios da Saúde, Cada Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e do Desenvolvimento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também participa do órgão, fornecendo suporte técnico às decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A CMED estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas. É responsável também pela fixação e monitoramento da aplicação do desconto mínimo obrigatório para compras públicas”, informa a Câmara.</p>
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		<item>
		<title>Dívidas renegociadas no Desenrola somam R$ 36,5 bilhões</title>
		<link>https://sulnoticias.com/dividas-renegociadas-no-desenrola-somam-r-365-bilhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 09:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Dividas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Desenrola tem ajudado muita gente a voltar a ter o nome limpo e crédito na praça. Mais de 12 milhões de brasileiros já renegociaram com o programa, de acordo com o Ministério da Fazenda. No total, 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas. O que significa um total renegociado de R$ 35,6 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Desenrola tem ajudado muita gente a voltar a ter o nome limpo e crédito na praça.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581967&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581967&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 12 milhões de brasileiros já renegociaram com o programa, de acordo com o Ministério da Fazenda. No total, 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas. O que significa um total renegociado de R$ 35,6 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 31 de março, os acordos continuam para quem é da Faixa 1, ou seja, quem tem renda de até dois salários mínimos ou que estejam inscritas no CadÚnico e que tenham dívidas de até R$ 20 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 18 de fevereiro, foram R$ 9 bilhões em dívidas negociadas por 1,6 milhão de pessoas nessa faixa. E isso inclui acordos com pagamentos à vista ou novos parcelamentos. Os mais de 3,57 milhões de contratos envolvem serviços financeiros, dívidas&nbsp;com o comércio, as companhias de água, gás e telefonia, educação, empresas e demais setores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo é o estado com mais negociações, seguido do Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Desenrola Brasil já pode ser acessado pelo Serasa. Os usuários logados também por meio do site da Serasa Limpa Nome são redirecionados para o <a href="http://desenrola.gov.br">desenrola.gov.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para participar do programa, a gente lembra, que é preciso se cadastrar na plataforma<a href="http://GOV.BR"> GOV.BR</a>. Quem é bronze no portal pode agora ter as dívidas parceladas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Brasil ultrapassa 650 mil casos de dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 09:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil ultrapassou os 650 mil casos de dengue apenas neste início de ano. Cento e treze mortes foram confirmadas e mais de 400&#160;estão em investigação. Lideram o número de casos: Minas Gerais, com 192 mil; São Paulo, com 90 mil; e Distrito Federal, com 67 mil. O DF apresenta a maior incidência de casos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ultrapassou os 650 mil casos de dengue apenas neste início de ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581728&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581728&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cento e treze mortes foram confirmadas e mais de 400&nbsp;estão em investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lideram o número de casos: Minas Gerais, com 192 mil; São Paulo, com 90 mil; e Distrito Federal, com 67 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O DF apresenta a maior incidência de casos prováveis, com 2,4 mil&nbsp;para cada&nbsp;cem mil habitantes. Na sequência aparecem Minas com 900 e Acre com 600.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação contra a dengue já começou no DF e em oito estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Acre, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão é que o Amazonas inicie a imunização nos próximos dias.</p>
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		<title>Setor de serviços avança 2,3% em 2023, revela o IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:09:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Os serviços cresceram 2,3% em 2023 no terceiro ano seguido de expansão do setor. Em dezembro passado, o volume de serviços no Brasil avançou 0,3%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado nos dois últimos meses do ano representou avanço de 1,2%, o que permitiu a recuperação de parte da perda de 2,1% anotada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os serviços cresceram 2,3% em 2023 no terceiro ano seguido de expansão do setor. Em dezembro passado, o volume de serviços no Brasil avançou 0,3%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado nos dois últimos meses do ano representou avanço de 1,2%, o que permitiu a recuperação de parte da perda de 2,1% anotada entre agosto e outubro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1580347&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1580347&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação a dezembro de 2022 os serviços apresentaram recuo de 2,0%, que é o mais intenso desde janeiro de 2021, quando houve queda de 5,0%. No acumulado dos últimos 12 meses, os serviços diminuíram o ritmo. Eles apresentaram recuo na magnitude de crescimento de 3,1% em novembro para 2,3% em dezembro de 2023. Os números fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série histórica mostrou que, com a alta de 0,3% de dezembro, o setor de serviços ficou 11,7% acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020, e 1,7% abaixo do ponto mais alto da série em dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o IBGE, a última vez que o setor de serviços registrou crescimento por três anos consecutivos foi entre 2012 e 2014. Naquele momento, houve ganho de 11,3%. No triênio atual &#8211; de 2021 a 2023 &#8211; a evolução foi ainda mais expressiva: avanço de 22,9%. O IBGE informou, também, que o crescimento de 2,3% registrado em 2023 foi o menos intenso da sequência. Em 2021, a alta ficou em 10,9% e em 8,3% em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, em 2021 e 2022 houve a construção de uma base de comparação elevada, que pode ser explicada tanto pela retomada do setor após o período de isolamento da pandemia de covid-19, como, sobretudo, por conta dos ganhos extraordinários dos segmentos de serviços de tecnologia da informação e o do transporte de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dessa forma, apresentar expansão sobre dois anos que cresceram substancialmente é algo relevante”, informou o IBGE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro das cinco atividades da Pesquisa Mensal de Serviços tiveram taxas positivas em 2023. A pesquisa apontou ainda que 55,4% dos 166 tipos de serviços analisados tiveram crescimento. Os destaques ficaram por conta dos serviços de informação e comunicação (3,4%) e de profissionais, administrativos e complementares (3,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No primeiro, os principais impactos foram do aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de telecomunicações; desenvolvimento e licenciamento de&nbsp;<em>softwares</em>; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet; e portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet”, detalhou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão de locação de automóveis; de serviços de engenharia; de cobranças e informações cadastrais; de atividades de intermediação de negócios em geral; e de agências de viagens favoreceu o resultado dos serviços profissionais, administrativos e complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atividades que se fortaleceram no contexto do pós-pandemia colocaram o setor de serviços em patamares elevados. Houve, por exemplo, aumentos consideráveis nos serviços voltados às empresas, notadamente os serviços de TI [tecnologia da informação]”, observou o gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, ele ressaltou o transporte rodoviário de carga, que influenciou o avanço de 1,5% nas atividades de serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e Correios. “É um segmento que cresceu, num primeiro momento na esteira do aumento do comércio eletrônico e que ganhou novos impulsos com a expansão da produção agrícola, na medida em que se cria a necessidade de transporte de insumos, como adubos e fertilizantes, além de operar o próprio escoamento da colheita”, explicou.</p>
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		<title>Taxa média de desemprego em 2023 é a menor desde 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 12:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego médio do ano passado foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578661&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578661&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O desemprego médio do ano passado foi 1,8 ponto percentual (pp) menor que o nível de 2022, com 9,6%. O resultado confirma tendência já apresentada em 2022 de recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia da covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento revela que a população média ocupada atingiu um recorde, subindo para 100,7 milhões de pessoas em 2023, com crescimento de 3,8% na comparação com 2022. Na outra ponta, houve redução de 17,6% no número médio de pessoas desocupadas entre 2022 e 2023, chegando a 8,5 milhões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trajetória</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A série histórica do IBGE começa em 2012, quando a taxa de desocupação média ficou em 7,4%. O menor índice já registrado foi em 2014 (7%). Em 2019, último ano antes de começar a pandemia, o desemprego era de 11,8%, e chegou a alcançar 14% em 2021, pico da série.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipo de contratação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2023 terminou com recorde do número de empregados com carteira de trabalho assinada, 37,7 milhões, alta de 5,8% na comparação com o ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado também mostrou aumento (5,9%), chegando a 13,4 milhões de pessoas, configurando o pico da série.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade de trabalhadores por conta própria somou 25,6 milhões no ano passado, subindo 0,9% em 12 meses. A taxa anual de informalidade passou de 39,4% para 39,2% entre 2022 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nível da ocupação do mercado de trabalho brasileiro &#8211; percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar &#8211; foi estimado em 57,6% em 2023. Isso representa alta de 1,6 ponto percentual na comparação com 2022. O maior nível já apontado ocorreu em 2013, com 58,3%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rendimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real de 2023 foi estimado pelo IBGE em R$ 2.979, alta de R$ 199 na comparação com 2022. Esse&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/ipca-encerra-2023-com-alta-de-462-abaixo-do-teto-da-meta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crescimento de 7,2%</a>&nbsp;supera a inflação oficial acumulada no ano passado, de 4,62%. O valor se aproxima do maior registrado na série histórica, R$ 2.989, em 2014.</p>
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