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	<title>Casos &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Criciúma registra aumento de casos de coqueluche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 06:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo de Criciúma, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, lançou nesta sexta-feira (25) um alerta sobre a ocorrência de casos de coqueluche no município. Dois casos dentre nove suspeitos foram confirmados, os cinco restantes aguardam a confirmação, mas já estão sendo tratados em isolamento. Em todo o estado de Santa Catarina, o aumento [&#8230;]]]></description>
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<p>O Governo de Criciúma, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, lançou nesta sexta-feira (25) um alerta sobre a ocorrência de casos de coqueluche no município. Dois casos dentre nove suspeitos foram confirmados, os cinco restantes aguardam a confirmação, mas já estão sendo tratados em isolamento. Em todo o estado de Santa Catarina, o aumento registrado no último ano foi superior a 5.000%. A queda na procura pela vacina é apontada como a principal razão para o crescimento dos casos, registrados especialmente entre crianças de até um ano de idade.</p>



<p>“É muito importante alertar a população sobre essa doença, que pouco se ouvia falar nos últimos tempos. Já estamos planejando campanhas para fortalecer o cuidado e a prevenção com a coqueluche, para que chegue a toda população”, reforçou o prefeito em exercício, Ricardo Fabris.<br><br>Neste sábado (26), 13 Unidades Básicas de Saúde (UBS) estarão abertas, das 8h às 17h, para atualização do calendário vacinal, são elas: Metropol, Rio Maina, Wossocris, Boa Vista, Pinheirinho, Santa Luzia, São Sebastião, São defende, Quarta Linha, Centro, Próspera, Santa Bárbara e Mina do Mato. A vacina contra a coqueluche estará disponível para crianças, gestantes, trabalhadores da saúde, profissionais de creches, além de babás e domésticas. No entanto, as demais vacinas disponíveis também podem ser aplicadas.</p>



<p>De acordo com o secretário de Saúde de Criciúma, Deivid Freitas, a cobertura vacinal contra a coqueluche no município é de 73% para crianças menores de um ano e 68% para maiores de um ano de idade. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde (MS) é de 95% de cobertura. “Estamos vendo muitas doenças que estavam indicadas voltarem à tona, a coqueluche é uma delas. O estado de Santa Catarina não tinha registro dessa doença há dez anos, e agora temos mais de 100 casos e dois óbitos no estado. Por isso, é tão importante ressaltar a vacinação”, explicou Freitas.<br><br>A forma mais eficaz de prevenir a doença é por meio da vacina, que faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), disponível nas UBSs. O imunizante pentavalente (DTP/HB/Hib) é uma composição combinada que previne contra cinco doenças: difteria, tétano, hepatite B e infecções causadas pela bactéria <em>H. influenzae</em> tipo B.</p>



<p><strong>Confira o esquema vacinal para crianças:</strong><br><br>&#8211; Aos 2, 4 e 6 meses de idade, a vacina pentavalente, que protege contra coqueluche, difteria, tétano, hepatite B e infecções causadas pela bactéria <em>H. influenzae</em> tipo B;<br><br>&#8211; Aos 15 meses, a vacina DTP, que reforça a proteção contra difteria, tétano e coqueluche;<br><br>&#8211; Aos 4 anos, a vacina DTP, que reforça a proteção contra difteria, tétano e coqueluche.<br><br><strong>Demais grupos que podem receber o imunizante (dTpa):</strong><br><br>&#8211; Gestantes, a partir da 20 semanas de gestação, com a vacina tríplice bacteriana acelular tipo adulto (dTpa);<br><br>&#8211; Profissionais de saúde, estagiários e parteiras tradicionais, considerando o histórico vacinal de difteria e tétano;<br><br>&#8211; Trabalhadores da saúde que atuam em serviços públicos e privados, em ginecologia e obstetrícia, parto e pós-parto, UTI, UCI neonatal, berçários e pediatria;<br><br>&#8211; Trabalhadores que atuam em escolas infantis, com atendimento de crianças até quatro anos de idade.</p>



<p><strong>Sobre a Coqueluche</strong><br><br>A coqueluche, conhecida como “tosse comprida” é uma infecção respiratória altamente contagiosa, causada pela bactéria <em>Bordetella Pertussis</em>, que atinge as vias aéreas. Tem como principal sintoma crises de tosse seca e contínua. Em casos graves, a tosse passa de leve pra intensa, podendo comprometer a respiração. A infecção pode ocorrer em qualquer idade, mas se manifesta com mais frequência e intensidade em crianças abaixo de um ano e mais letal em crianças abaixo de seis meses.</p>



<p><a></a> Segundo a gerente de Vigilância em Saúde de Criciúma, Andréa Goulart, a adoção da quimioprofilaxia, estratégia de prevenção de doenças infecciosas, em pessoas com contatos próximos de casos suspeitos ou confirmados de coqueluche, visa prevenir a ocorrência de infecção grave em grupos de alto risco de desenvolver complicações e óbito pela doença.</p>



<p>“Os contatos próximos são também isolados, e esse isolamento precisa ir até o final da quimiprofilaxia. Então, enquanto o paciente estiver tomando antibiótico, ele precisa ficar totalmente isolado, pois essa doença é altamente contagiosa, mais do que a Covid-19”, explicou a gerente.</p>
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		<title>Santa Catarina já registra mais de 366 mil casos prováveis de dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 07:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, nesta quarta-feira (14), Santa Catarina tem 329 óbitos em decorrência de dengue no ano de 2024. E outros 21 permanecem em investigação pela Secretaria Municipal de Saúde com apoio da SES. Além disso, o [&#8230;]]]></description>
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<p>De acordo com o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, nesta quarta-feira (14), Santa Catarina tem 329 óbitos em decorrência de dengue no ano de 2024. E outros 21 permanecem em investigação pela Secretaria Municipal de Saúde com apoio da SES.</p>



<p>Além disso, o informe ainda destaca que SC tem 366.670 casos prováveis de dengue este ano, um aumento de 165,28% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Com 285 dos 295 municípios do estado registrando casos prováveis, o diretor da DIVE, João Augusto Brancher Fuck, destaca que a população tem papel fundamental contra o mosquito Aedes aegypti. “A principal medida de prevenção contra essas doenças, é a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, que são os locais com água parada. E a grande maioria está dentro das residências”, destaca.&nbsp;</p>



<p>A DIVE recomenda que as pessoas tirem 10 minutos de seu dia para limpar o quintal, casa e ambiente de trabalho, para não deixar que o mosquito se prolifere. “Esses cuidados precisam continuar acontecendo ao longo de todo o ano, mesmo com as baixas temperaturas”, finaliza o diretor.</p>
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		<title>Cresce número de casos de chikungunya em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 16:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Casos]]></category>
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					<description><![CDATA[Santa Catarina segue registrado aumento nos casos de doenças transmitidas através do Aedes Aegypti, em especial a Febre chikungunya. Em apenas 15 dias, 121 novos focos foram identificados no estado, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado hoje, 15.08, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive/SES/SC) em comparação com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina segue registrado aumento nos casos de doenças transmitidas através do Aedes Aegypti, em especial a Febre chikungunya. Em apenas 15 dias, 121 novos focos foram identificados no estado, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado hoje, 15.08, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive/SES/SC) em comparação com o boletim anterior.</p>
<p>No total, 8.147 focos foram identificados este ano, em 137 municípios, volume 25% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. “Desses, 60 municípios são considerados infestados, o que aumenta o risco de transmissão, tanto neles próprios quanto nos demais, em função do trânsito de pessoas e da dispersão do mosquito transmissor”, alerta João Fuck, coordenador do programa de controle da dengue em Santa Catarina.</p>
<p>Das três doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, febre do zika vírus e febre de chikungunya – essa última é a que vem apresentando o maior número de casos. De 1 de janeiro a 29 de julho, conforme o boletim epidemiológico, 27 casos de febre de chikungunya foram confirmados, sendo 25 importados. Outros 2 casos confirmados estão em investigação de local provável de infecção. Outros 31 permanecem como suspeitos, aguardando resultado laboratorial.</p>
<p>Em relação às demais doenças transmitidas pelo <em>Aedes aegypti</em>, foram confirmados 10 casos de dengue, sendo 6 importados, 1 autóctone, 1 indeterminado e 2 em investigação de local provável de infecção; e 1 caso de febre de zika vírus, importado. Na comparação com o boletim epidemiológico anterior, foram 3 novos casos de febre de chikungunya e 1 de dengue.</p>
<p>&nbsp;</p>
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