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	<title>Ciência &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Parque Astronômico de Criciúma recebe palestras de ex-engenheiro da Nasa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 09:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa da Secretaria Municipal de Educação iniciou na última segunda-feira (15) e segue até domingo (21)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo de Criciúma, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realiza, nesta semana, no Parque Astronômico Municipal Albert Einstein E=mc², uma sequência de palestras ministradas pelo ex-engenheiro da National Aeronautics and Space Administration (Nasa), o norte-americano Gabe Gabrielle. Entre a última segunda-feira (15) e esta sexta-feira (19), a iniciativa é voltada aos estudantes da rede municipal de ensino de Criciúma. No sábado (20) e domingo (21), a palestra será gratuita e aberta ao público, com sessão às 18h.</p>



<p>A palestra, que tem como objetivo encorajar as pessoas a seguirem seus sonhos, foi bem recebida pelos estudantes. “Nossos estudantes se mostraram muito interessados no conteúdo que o Gabe apresentou durante a palestra”, conta o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro. O ex-engenheiro já esteve na cidade em 2023.</p>



<p>O evento também confere à população a oportunidade de visitar o Parque Astronômico de Criciúma e participar das sessões do planetário digital. “Além de ressaltar ainda mais o interesse de nossos estudantes pela área da astronomia, o evento desperta, também, a curiosidade de quem não faz parte da comunidade escolar das unidades de ensino da rede municipal”, relata a secretária municipal de Educação, Alexsandra Stols Pelegrim.</p>



<p><strong>A história de Gabe Gabrielle</strong></p>



<p>De chapeiro do MC Donald’s a engenheiro da Nasa, o norte-americano Gabe Gabrielle levou 20 anos para concluir o ensino superior. Apesar do longo tempo, ele atuou como diretor de Engenharia do Comando de Operações Espaciais da Força Aérea dos Estados Unidos, engenheiro do Knnedy Space Center e membro da equipe de palestrantes “Speakers Bureau”, da Nasa. Nos dias atuais, Gabe percorre diversos países relatando suas experiências pessoais e profissionais de forma divertida e motivadora, mostrando ao público que é possível alcançar seus sonhos através da dedicação e perseverança.</p>



<p><strong>Parque Astronômico de Criciúma</strong></p>



<p>Localizado no alto do Morro Cechinel, o Parque Astronômico Municipal Albert Einsten E=mc² foi inaugurado no dia 6 de janeiro de 2023. O local é aberto todos os dias, das 9h às 21h, e conta com práticas de observação gratuita nos telescópios, realizadas de quinta-feira a domingo, das 20h às 21h. As sessões no planetário ocorrem de quinta-feira a domingo, às 15h, 17h e 19h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3431-0400 ou pelo Instagram <a href="https://www.instagram.com/parqueastronomicocriciuma">@parqueastronomicocriciuma</a>.</p>
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		<title>Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência: Unesc celebra a excelência feminina na Pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 09:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Unesc]]></category>
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					<description><![CDATA[Na data especial, Universidade reforça o convite para a segunda edição do Prêmio Mulheres na Ciência ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A busca por respostas, impulsionada por perguntas intrigantes, tem sido a mola propulsora de todas as grandes invenções e conquistas ao longo da história. No universo da pesquisa científica esse desafio constante é enfrentado por profissionais dedicados e curiosos, muitos dos quais fazem parte do notável time feminino de pesquisadoras da Unesc, que celebram a excelência no Dia Internacional das Meninas e Mulheres da Ciência, comemorado domingo (11/02).</p>



<p>Composto por 36 profissionais distribuídas em diversas áreas do conhecimento, além de centenas de acadêmicas dedicadas à iniciação científica, esse grupo se destaca não apenas por suas realizações individuais, mas também pelo valor coletivo que adicionam ao cenário científico.</p>



<p>Neste sentido, reconhecendo a importância de incentivar e premiar as mulheres dedicadas à ciência, a Unesc promove a 2ª edição do “Prêmio Mulheres na Ciência”. Com inscrições abertas até a próxima segunda-feira (19/02), a iniciativa visa reconhecer e estimular a participação feminina destacada na pesquisa científica. Três categorias &#8211; Iniciante, Intermediária e Plena &#8211; proporcionam oportunidades para pesquisadoras em diferentes estágios de suas carreiras.</p>



<p>Para a reitora Luciane Ceretta, contar com uma equipe feminina de pesquisadoras e fazer parte do time feminino de cientistas é motivo de orgulho. “A Unesc tem direcionado seus esforços para a promoção do desenvolvimento e aprimoramento da qualidade de vida por meio de investimentos consistentes em ciência e pesquisa. A presença de mulheres dedicadas, talentosas e que se destacam em suas áreas de atuação fortalece ainda mais nosso compromisso. Essas pesquisadoras não apenas contribuem diretamente para o aprendizado de alunos e orientandos, mas também assumem a responsabilidade inspiradora de abrir portas para novos talentos, enriquecendo o cenário científico com suas contribuições valiosas”, observa.</p>



<p>“Neste Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebramos não apenas as realizações individuais das pesquisadoras da Unesc, mas também o impacto coletivo que têm na promoção do avanço científico e no incentivo a futuras gerações de mulheres cientistas”, complementa a reitora.</p>



<p>Nesta data especial, conheça a história de algumas pesquisadoras da Universidade, as vencedoras da primeira edição do Prêmio Mulheres na Ciência Unesc:</p>



<p><strong>Sabrina Arcaro</strong></p>



<p>Sabrina Arcaro atua na Linha de Biomateriais e Materiais Nanoestruturados que desenvolve trabalho relacionado ao uso de nanopartículas superparamagnéticas para promover a hipertermia magnética, que pode ser aplicada para o tratamento de câncer. Conforme a pesquisadora, essas nanopartículas, ao receberem um campo magnético alterado, sofrem um aquecimento que é capaz de causar danos a células de câncer. Seu trabalho é conduzido no Laboratório de Cerâmica Técnica (CerTec), situado no Parque Científico e Tecnológico da Unesc (Iparque).</p>



<p>Desde a infância, Sabrina demonstrou uma curiosidade intrínseca, desmontando e explorando dispositivos como fornos de cozinha para compreender seu funcionamento. A descoberta da vocação como pesquisadora ocorreu durante sua trajetória universitária. “A pesquisa diária proporciona uma constante jornada de descobertas e me sinto plenamente realizada em sua atuação”, ressalta.</p>



<p>Sabrina reconhece as diversas dificuldades enfrentadas por mulheres ao longo do tempo, apesar das mudanças positivas ocorridas. “A Universidade desempenha um papel fundamental ao trazer prêmios que destacam as realizações femininas. Essa iniciativa do Prêmio Unesc, por exemplo, é um reconhecimento das contribuições das mulheres ao longo da vida, servindo como um espelho inspirador para outras. Prêmios como este oferecem visibilidade e possibilitam que mais pessoas se identifiquem e se reconheçam nesse contexto, ampliando o impacto das conquistas femininas”, fala.</p>



<p><strong>Eduarda Behenck&nbsp;</strong></p>



<p>Eduarda Behenck concentra sua pesquisa nas áreas de doenças neurodegenerativas e envelhecimento, desempenhando suas atividades no Laboratório de Neurologia Experimental, na Universidade. Ao ingressar no curso de Fisioterapia, recebeu um e-mail sobre oportunidades de pesquisa relacionadas a doenças neurodegenerativas, especialmente o Alzheimer. Com um histórico pessoal envolvendo Alzheimer, sentiu o desejo de compreender mais sobre o tema. Desde então, são oito anos dedicados à Pesquisa, uma jornada que responde a muitos &#8220;porquês&#8221; e instiga um constante desejo de descoberta.</p>



<p>“A entrada na Pesquisa foi um acaso, mas me apaixonei pelo trabalho. A busca incessante por conhecimento e a descoberta contínua são as forças motrizes dessa trajetória. A nossa pesquisa está centrada na cognição de idosos longevos, com acompanhamento de idosos das cidades de Treviso e Siderópolis. A avaliação inclui aspectos como cognição, memória, sintomas depressivos e o processo de envelhecimento, visando proporcionar uma melhor qualidade de vida para essas pessoas”, explica.</p>



<p>Eduarda observa a crescente presença de mulheres em premiações voltadas à cientistas e destaca a importância de mostrar à comunidade a produção científica para obter reconhecimento. “Acredito que o reconhecimento é fundamental e que a Pesquisa deve estar em constante contato com a sociedade para impactar positivamente, disseminar conhecimento, pois, as mulheres precisam de ciência e a ciência precisa de mulheres”, conclui.</p>



<p><strong>Andréia Cittadin&nbsp;</strong></p>



<p>Andréia Cittadin concentra suas pesquisas nas áreas de Contabilidade Ambiental,&nbsp; Responsabilidade Social e Ensino em Contabilidade, sendo membro do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos Contábeis (Necon) e atuando no Centro de Práticas Contábeis. Sua trajetória acadêmica teve início em 2005, quando ingressou no mestrado na Unesc, encontrando na Pesquisa uma identificação profunda.</p>



<p>Dentre as ações desenvolvidas, inclui pesquisas sobre o conteúdo dos cursos de contabilidade, análises alinhadas às demandas do mundo do trabalho e ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), além do trabalho na área de sustentabilidade, entre outros tópicos.</p>



<p>Para Andréia, ser cientista é ter uma jornada de aprendizado contínuo, permitindo a disseminação do conhecimento desenvolvido para a sociedade. “Historicamente, a área contábil foi predominantemente masculina, mas atualmente vivenciamos uma realidade diversificada, com a participação significativa de mulheres”, avalia.&nbsp;</p>



<p><strong>Gislaine Zilli Réus&nbsp;</strong></p>



<p>Gislaine Zilli Réus dedica-se ao estudo científico em torno da Depressão e atua no Laboratório de Psiquiatria Translacional. Iniciou sua trajetória na Unesc no curso de Ciências Biológicas, motivada pelo fascínio pela pesquisa e ciência. Ao longo da graduação, participou de diversos projetos, consolidando seu interesse nesse campo. Após concluir o curso, direcionou-se já para o doutorado na área da saúde, mantendo-se fiel à linha de pesquisa que trilha até hoje, focada em encontrar estratégias mais eficazes de tratamento.</p>



<p>“A compreensão aprofundada da depressão é fundamental, uma vez que ela é a segunda causa de incapacitação no mundo. A busca constante por entendimento visa identificar opções de tratamento mais eficazes e rápidas. Nesse sentido, temos feito avanços significativos, e a cada dia surge algo novo. A dinâmica desafiadora da Pesquisa é o que me encanta, pois cada descoberta abre portas para novos horizontes”, sublinhou.</p>



<p>“Fico satisfeita ao notar a crescente presença de mulheres no meio científico. Contudo, reconheço que é necessário continuar incentivando e estimulando a participação das mulheres na ciência, pois ainda existem desafios a superar. Embora tenhamos testemunhado evoluções, há um longo caminho a percorrer. Na Unesc, percebo um ambiente equilibrado e propício, com muitas mulheres desempenhando papéis importantes como professoras, cientistas e gestoras, refletindo um ambiente que valoriza e incentiva”, enfatiza.</p>



<p><strong>Michele Gonçalves Cardoso</strong></p>



<p>A professora Michele Gonçalves Cardoso, dedicada à pesquisa sobre migrações contemporâneas e patrimônio cultural, desenvolve suas atividades no Centro de Memória e Documentação (Cedoc) da Universidade. Desde os primeiros anos da educação básica, o fascínio por pesquisas na área da história despertou sua atenção, motivando-a a explorar temas e fontes, frequentar laboratórios e campus ao ingressar no curso de História.</p>



<p>Ao longo do tempo, a essência de sua pesquisa, que busca compreender os motivos subjacentes das migrações contemporâneas, permanece enraizada. A professora do curso de História e do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) destaca a influência marcante das professoras de história, cujo protagonismo deixou uma motivação duradoura. Essa curiosidade, segundo ela, é fundamental e serve como uma semente para novas descobertas.</p>



<p>“Essa data é um momento de reflexão, troca de conhecimentos e experiências. Ela não só fomenta a conscientização dos desafios já superados, mas também lança luz sobre aqueles que buscam o cenário científico”, sublinha.</p>



<p>A pesquisadora ressalta a importância do edital como um espaço relevante para dar visibilidade ao que é produzido na Universidade. “Participar do edital da Unesc representa uma oportunidade única de mostrar parte do trabalho desenvolvido na Instituição e contribuir para a disseminação do conhecimento científico”, observa.</p>



<p><strong>Maria Luísa Machado Laureano</strong></p>



<p>A acadêmica Maria Luísa Machado Laureano atua no Laboratório de Psiquiatria Translacional, dedicando-se ao grupo de pesquisa sobre Transtorno Bipolar, como parte de sua formação em Biomedicina na Universidade. Sempre demonstrou grande interesse por toxicologia e análises clínicas, paixões que refletem em sua atuação na área de pesquisa. “Atualmente, observamos um aumento significativo de jovens envolvidos nesta área, o que é positivo para o desenvolvimento desse campo”, disse.</p>



<p>Maria Luísa sempre foi movida por uma intensa curiosidade, sendo este o fator propulsor de sua escolha pela Biomedicina e pela área da saúde em geral. Além de sua participação como acadêmica de iniciação científica, ela destaca os desafios enfrentados, especialmente pelas mulheres, ao ingressar no mundo profissional.&nbsp;</p>



<p>“Essas datas e premiações são uma forma de promover a valorização das mulheres nesse contexto. Nossos trabalhos desenvolvidos têm o propósito de compartilhar conhecimento e motivar outros indivíduos a se engajarem na Pesquisa, contribuindo assim para o avanço científico e o estímulo à participação de mais pessoas nesse campo tão importante”, comentou.</p>



<p><strong>Inscrições para a 2ª edição do Prêmio Mulheres na Ciência</strong></p>



<p>A 2ª edição do Prêmio Mulheres na Ciência está com inscrições abertas. A iniciativa visa reconhecer e incentivar a participação feminina destacada na pesquisa científica. As inscrições estão abertas até o dia 19 de fevereiro de 2024 por meio do site<a href="https://www.unesc.net/premio-mulheres-na-ciencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> www.unesc.net/premio-mulheres-na-ciencia</a>.</p>



<p>O Prêmio, que teve a primeira edição em 2023, busca destacar o papel fundamental das mulheres na produção de conhecimento e na promoção do avanço científico em diversas áreas. As participantes podem se inscrever em três categorias: Iniciante, Intermediária e Plena, proporcionando oportunidades para pesquisadoras em diferentes estágios de suas carreiras. A cerimônia de premiação será realizada no dia 8 de março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher.</p>



<p>As vencedoras em cada categoria terão como prêmio a participação em um congresso nacional nas suas áreas de pesquisa. Já as segundas e terceiras colocadas terão a participação em congressos Sul brasileiros e estaduais, respectivamente, viabilizadas pela Universidade. As mais bem colocadas, até a 10ª posição, irão receber ainda o Certificado de Menção Honrosa.</p>
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		<title>Reitora Luciane Ceretta recebe Prêmio Mulheres na Ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 05:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ceretta]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[O destaque da reitora Luciane Bisognin Ceretta no campo científico nacional foi evidenciado nesta quarta-feira (5/07) na entrega do Prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger. A honraria concedida pela Câmara dos Deputados homenageou três pesquisadoras do país, elegendo entre estas a reitora da Unesc, com cerimônia de entrega em Brasília. Por indicação da deputada [&#8230;]]]></description>
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<p>O destaque da reitora Luciane Bisognin Ceretta no campo científico nacional foi evidenciado nesta quarta-feira (5/07) na entrega do Prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger. A honraria concedida pela Câmara dos Deputados homenageou três pesquisadoras do país, elegendo entre estas a reitora da Unesc, com cerimônia de entrega em Brasília.</p>



<p>Por indicação da deputada federal criciumense Geovânia de Sá, a reitora da Unesc e presidente da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) recebeu a premiação, sendo a única representante das Universidades Comunitárias do país.</p>



<p>Ao lado de Luciane, receberam a premiação as cientistas Deborah Carvalho Malta e Eliete Bouskela.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Trajetória de dedicação</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/07/mulheres-na-ciencia-camara-federal-8-400x267.jpg" alt="Reitora Luciane Bisognin Ceretta recebe Prêmio Mulheres na Ciência" class="wp-image-89605"/></figure></div>


<p>Ao receber a homenagem, a reitora fez questão de compartilhar o mérito da honraria com todos os pesquisadores, em especial os colegas da Unesc, Instituição na qual atua desde 1994 e, desde então, constrói sua carreira que reúne atuação em sala de aula, laboratórios, junto à comunidade, gestão e espaços de liderança estadual e nacional na defesa da educação superior das Universidades Comunitárias.</p>



<p>“É a Unesc que me permite todos os dias construir essa trajetória na defesa à educação e à ciência. E não se faz isso sozinho. Se faz com uma rede de colaboração. Este momento é representado por mim, mas é de todos os pesquisadores da nossa Universidade, que fazem pesquisa de qualidade e nos dão orgulho por seus resultados”, agradeceu.</p>



<p>O fazer diário na ciência, para Luciane, é desafiador e, como em tantos outros cenários, a busca pela equidade de gênero também é uma realidade nesta área. “Apenas 28% dos cientistas do mundo são mulheres. Diante disso, precisamos, sim, demarcar com ritos importantes como esse, plenos de significado ao premiar três mulheres cientistas. No meu caso, representando as mais de 300 Universidades Comunitárias deste país, este marco serve como oportunidade de mostrar o trabalho que as cientistas mulheres fazem nestas instituições e compartilhar com todas esse reconhecimento”, acrescentou Luciane.</p>



<p>No acúmulo histórico de funções e constante necessidade de demonstrar potencial acima dos demais, para a homenageada, as mulheres demonstram ainda mais garra ao alcançar resultados expressivos. “Ter a referência neste ato, fazendo tudo o que fazemos enquanto mulheres, me parece que nos mostra que somos muito potentes. A mulher precisa colocar ainda mais esforços para ser reconhecida. Isso, portanto, me representa muito. Não pela homenagem em si, mas pelo significado a partir de todo o contexto”, disse, aproveitando a oportunidade ainda para evidenciar a importância dos investimentos em Pesquisa e a necessidade deste reconhecimento na destinação de recursos.</p>



<p>Em seu currículo Luciane conta com participação em 300 pesquisas; 151 artigos científicos; 28 livros como autora ou organizadora; 16 capítulos de livros; e 18 produtos tecnológicos que impactam a educação universitária e a saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Indicação premiada</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="http://noticias.unesc.net/wp-content/uploads/2023/07/mulheres-na-ciencia-camara-federal-12-400x267.jpg" alt="Reitora Luciane Bisognin Ceretta recebe Prêmio Mulheres na Ciência" class="wp-image-89609"/></figure></div>


<p>Responsável pela indicação de Luciane ao prêmio que elegeu três entre dezenas de cientistas de destaque no Brasil, a deputada Geovânia de Sá destacou o extremo respeito e a imensurável admiração a todas as mulheres que atuam na ciência, em especial ao importante papel de Luciane nas áreas da saúde e da educação não só regionalmente, mas também em âmbito nacional.</p>



<p>“Sinto muito orgulho por estar aqui entregando este prêmio. Sou testemunha da tua dedicação e do quanto tens contribuído para Criciúma, Santa Catarina e para o Brasil. Você representa as mulheres que acreditam, investem na inovação, na ciência”, destacou.</p>



<p>Para a deputada, o destaque de Luciane envolve não só seu trabalho no desenvolvimento de mais de 150 artigos e livros, mas também pela participação intensa na implementação de programas estruturantes que impactam o desenvolvimento social e econômico muito além da região. “Um dos grandes desafios idealizados e colocados em prática por esta grande pesquisadora é um Laboratório de Realidade Mista, um dos únicos do país, no qual estudantes podem aprender sobre procedimentos de saúde por meio do metaverso”, relembra Geovânia, responsável pela emenda parlamentar que viabilizou o projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Objetivos atingidos ao enaltecer mulheres de destaque</strong></h2>



<p>Quando criou o Prêmio Amélia Império Hamburger, a deputada autora do projeto, Alice Portugal, teve o propósito de dar evidência ao trabalho desempenhado pelas mulheres e, ainda, a necessidade de maior representatividade do público feminino nesta área.</p>



<p>“Apesar dos resultados notáveis, as mulheres representam apenas 10% dos pesquisadores em ciências exatas, segundo pesquisa realizada entre 2014 e 2016 pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo entre os membros da Academia Brasileira de Ciências. Em âmbito mundial o quadro não é diferente. Menos de 3% dos Prêmios Nobel em Ciências e Economia foram concedidos entre 1901 e 2019 a mulheres, evidenciando que, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, as mulheres raramente ganham o reconhecimento que merecem”, pontuou.</p>



<p>“Essas eminentes pesquisadoras estão mudando o panorama da pesquisa no Brasil e no mundo, além de serem exemplo e inspiração para jovens que desejam seguir nesta carreira”, acrescentou.&nbsp;– sugestão de olho</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Orgulho de quem aplaudiu de perto</strong></h3>



<p>Graduada e mestre em Enfermagem e doutora em Ciências da Saúde, Luciane Bisognin Ceretta tem uma trajetória que alia ciência, docência e gestão universitária. Tamanho o reconhecimento ao papel da liderança, que representantes da região Sul, da Universidade, do Município, dos conselhos Estadual e Nacional de educação dos quais Luciane faz parte, entre outras lideranças acompanharam de perto a premiação histórica à reitora.</p>
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		<title>Últimos ajustes para semana da Ciência e Tecnologia da Unesc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 21:10:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mês de outubro começa com grandes expectativas para a área acadêmica de toda região. É que de 16 e 20 de outubro, a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) promove a oitava edição da Semana de Ciência e Tecnologia (SCT). O evento institucional, em comemoração à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de outubro começa com grandes expectativas para a área acadêmica de toda região. É que de 16 e 20 de outubro, a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) promove a oitava edição da Semana de Ciência e Tecnologia (SCT). O evento institucional, em comemoração à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, tem como tema “A Matemática está em tudo”.</p>
<p>A SCT abrange as mais diversas áreas de conhecimento como ciências, tecnologias, engenharias, humanidades, educação, ciências da saúde e ciências sociais aplicadas. Serão cinco dias com intensas atividades voltadas ao conhecimento com apresentações de trabalhos; orais e em pôsteres; de iniciação científica e de extensão resultantes de projetos de pesquisa e de extensão. Além disso, uma série de ações paralelas estão programadas como palestras, minicursos, workshops, oficinas e atrações culturais.</p>
<p>A semana traz o 17º Seminário de Iniciação Científica, o 9º Salão de Extensão, o 7º Salão de Ensino, o 4º Talento Musical, a 4ª Feira de Inovação, a 3ª Feira de Ciências, o 3º Innovation Bootcamp, o 3º Salão de Pós-Graduação e o 2º Workshop de Arqueologia. A programação inicia com a abordagem do tema da SCT, “A Matemática está em tudo”, com atividades das 19h às 22h no Auditório Ruy Hülse.</p>
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