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	<title>Clima &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Tempo vai firmar a partir de amanhã na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 07:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de mais de uma semana de chuva e frio o tempo vai mudar e mudar para melhor a partir desta terça-feira. A informação é do meteorologista Piter Scheuer. Segundo ele a segunda-feira ainda será marcara por muita umidade, mas na terça-feira a situação vai gradativamente melhorando. &#8220;Vamos ter uma semana um pouco mais aquecida, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois de mais de uma semana de chuva e frio o tempo vai mudar e mudar para melhor a partir desta terça-feira. A informação é do meteorologista Piter Scheuer. Segundo ele a segunda-feira ainda será marcara por muita umidade, mas na terça-feira a situação vai gradativamente melhorando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vamos ter uma semana um pouco mais aquecida, mais confortável com as máximas subindo para além dos 20 graus. Na segunda ainda chove, na terça-feira ainda vamos ter muita nebulosidade, mas já com períodos de melhora&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário deve se repetir na quarta. &#8220;Na quinta, sexta e fim de semana vamos ter sol e a temperatura subindo um pouco mais&#8221;</p>
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		<title>Unesc realizará o 14º Congresso Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 09:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Unesc]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem se destacado como um líder mundial em estudos de Etnobiologia e Etnoecologia, campos que exploram as interações entre diferentes culturas e o meio ambiente. Ao longo dos anos, o país tem sediado eventos de destaque que impulsionam o avanço do conhecimento nessas áreas, tanto em âmbito regional quanto internacional, enriquecendo a compreensão [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil tem se destacado como um líder mundial em estudos de Etnobiologia e Etnoecologia, campos que exploram as interações entre diferentes culturas e o meio ambiente. Ao longo dos anos, o país tem sediado eventos de destaque que impulsionam o avanço do conhecimento nessas áreas, tanto em âmbito regional quanto internacional, enriquecendo a compreensão sobre a relação entre sociedade e natureza, e fortalecendo a posição do Brasil como um centro de excelência acadêmica e colaboração intercultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema &#8220;Diversidade biocultural: aquilombar, aldear e reflorestar a vida&#8221;, o Congresso Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, que chega na sua 14ª edição, já tem data marcada e local. Será na Unesc, nos dias 14 a 17 de julho e reunirá especialistas, professores, pesquisadores, estudantes, empresas e representantes de instituições públicas e privadas, representantes de associações e entidades comunitárias representantes de ONGs e Movimentos Sociais, agricultores familiares e população em geral para debater como diferentes sociedades interagem com o meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reitora Luciane Bisognin Ceretta, esta edição do congresso constitui-se como um marco para a Universidade, sendo o primeiro evento desse porte realizado em uma universidade comunitária, reforçando o compromisso com a promoção da ciência, da diversidade cultural e da conservação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este evento será uma oportunidade para a socialização dos avanços científicos mais recentes, mas também um espaço para debater temas pertinentes à sociedade. Serão discutidas alternativas de desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões, refletindo o nosso compromisso coletivo com um futuro mais justo e equilibrado”, observa a reitora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Espera-se que este fórum proporcione a socialização dos avanços científicos recentes em articulação com o conhecimentos dos povos e comunidades tradicionais, abordando temas pertinentes, proporcionando o diálogo com o conhecimento ecológico tradicional e os desafios contemporâneos para a sociobiodiversidade do planeta. Além disso, serão discutidas alternativas de desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões, refletindo o compromisso coletivo com um futuro mais justo e equilibrado para todas as formas de vida”, comentou o presidente da comissão organizadora do Congresso, Carlyle Torres Bezerra de Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Universidade, em colaboração com a Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE), e grupos de pesquisa das Universidades Federais de Santa Catarina do Rio Grande do Sul.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conferência de abertura, marcada para o dia 14 de julho às 18h, no Auditório Ruy Hülse, contará com a presença de Eliel Benites, professor da Faculdade Intercultural Indígena (FAIND/UFGD). Benites, que possui vasta experiência na formação de professores indígenas Guarani e Kaiowá, abordará questões essenciais como Educação Escolar Indígena e cosmologias, lançando luz sobre a importância do conhecimento tradicional na conservação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os quatro dias do Congresso, os participantes terão a oportunidade de participar de uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas-redondas, seminários, minicursos e oficinas, conduzidos por especialistas de destaque nacional e internacional. Dentre os temas abordados, estão “Territórios e cosmologia andina”, “Diálogo de Saberes e educação intercultural” e “Diálogos na perspectiva do Bem Viver e dos Povos e Comunidades Tradicionais: alternativas ao desenvolvimento econômico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bezerra, que também é professor do PPGCA e do curso de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária, enfatiza a importância deste evento para promover o diálogo intercultural e interdisciplinar, além de fortalecer os laços entre a academia e as comunidades tradicionais. “Este congresso não apenas visa impulsionar a pesquisa científica, como também reconhecer e valorizar os saberes tradicionais dos povos indígenas e comunidades tradicionais”, afirma Bezerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além das atividades acadêmicas, o Congresso oferecerá aos participantes a oportunidade única de vivenciar a diversidade cultural e ambiental da região. No último dia do evento, está programada uma visita a uma aldeia indígena local, proporcionando um contato direto com as tradições e práticas dessas comunidades”, adianta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inscrições</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acadêmicos interessados em apresentar seus trabalhos têm até o dia 30 de maio para submissão, enquanto as inscrições para ouvintes no evento estão abertas até o dia 14 de julho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e inscrições, os interessados podem acessar <a href="http://www.unesc.net/cbee2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.unesc.net/cbee2024</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Histórico do evento</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia foi criada em julho de 1996, durante o I Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, em Feira de Santana, Bahia. Na ocasião, os profissionais reunidos reafirmaram a importância do avanço das “etnociências” no país, para que o Brasil adote modelos de desenvolvimento fundados no respeito à diversidade dos povos e comunidades tradicionais e ao meio ambiente. Um fato histórico que contribuiu fortemente para a criação desta Sociedade foi o primeiro Congresso Internacional de Etnobiologia, organizado em Belém, Pará, no ano de 1988.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela oportunidade, foi criada a International Society of Ethnobiology (ISE), e foi elaborada a “Carta de Belém”, documento que fundamentou a construção do Código de Ética da ISE e orienta, desta maneira a atuação profissional dos etnobiólogos e etnoecólogos. Para suas atividades, a SBEE adota o Código de Ética da Sociedade Internacional de Etnobiologia (ISE) (1996) e o Código de Ética da Sociedade Latinoamericana de Etnobiologia (SOLAE) (2016). Ao longo de seus mais de 20 anos de existência a SBEE congregou diversos pesquisadores renomados nas etnociências, contribuindo com a consolidação da Etnobiologia e Etnoecologia como ciência no Brasil e no mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua história, a Sociedade tem promovido com regularidade a organização de simpósios nacionais a cada dois anos e incentivado a realização de encontros regionais periódicos, assim como a organização de eventos internacionais. Nos últimos anos, assumiu como missão a aproximação política aos movimentos e representações dos povos e comunidades tradicionais e campesinos, assumindo suas lutas e demandas como próprias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 2018 o evento teve como sede a cidade de Belém do Pará, e ocorreu conjuntamente com o Congresso Internacional de Etnobiologia e Etnoecologia, coincidindo com os 30 anos da primeira edição deste evento. No ano de 2022 a edição 13º do evento ocorreu na cidade de Cáceres, Mato Grosso, e foi sediado no campus da Universidade de Mato Grosso.</p>
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		<title>Há 20 anos o Furacão Catarina deixa pânico e destruição no Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 08:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Furacão Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Há duas décadas, entre 27 e 28 de março de 2004, o Brasil, em especial o Sul de Santa Catarina e o Litoral Norte do Rio Grande do Sul, testemunharam um evento meteorológico de grande proporção e sem precedentes: o Furacão Catarina. Este fenômeno meteorológico deixou uma marca na história brasileira e, 20 anos depois, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Há duas décadas, entre 27 e 28 de março de 2004, o Brasil, em especial o Sul de Santa Catarina e o Litoral Norte do Rio Grande do Sul, testemunharam um evento meteorológico de grande proporção e sem precedentes: o Furacão Catarina. Este fenômeno meteorológico deixou uma marca na história brasileira e, 20 anos depois, é hora de refletir sobre o impacto e as lições aprendidas com esse evento inédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Furacão Catarina foi o primeiro e até agora único furacão a ser oficialmente registrado no Atlântico Sul. Sua formação e trajetória desafiaram a todos, desde especialistas, autoridades do Governo Federal e Estadual, técnicos e, principalmente, a própria população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era madrugada de sexta-feira, 27 de março, para sábado, 28 de março de 2004, quando o Furacão Catarina atingiu a costa sul do Brasil, causando danos significativos para a região Sul catarinense e o Litoral Norte do estado gaúcho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a equipe de meteorologia da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SDC), o furacão&nbsp; provocou ventos de até 180 km/h na região continental de Balneário Arroio do Silva, e fortes chuvas, deixando um rastro de destruição em sua passagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, 11 pessoas morreram, 14 municípios decretaram situação de Estado de Calamidade Pública e sete decretaram Situação de Emergência. Além disso, segundo dados do <a href="https://www.ceped.ufsc.br/wp-content/uploads/2022/04/GRD_Panorama_VF.pdf">Banco Mundial e do Centro de Estudos e Pesquisas em Engenharia e Defesa Civil (CEPED UFSC)</a>, 250 mil pessoas foram afetadas, 26.443 desabrigados e desalojados, caracterizando 211,4 milhões de danos e prejuízos.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://estado.sc.gov.br/noticias/wp-content/uploads/sites/3/2024/03/032604brazilcyclone_column.jpg" alt="" class="wp-image-287481"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Imagens de satélite</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investimentos depois do Furacão Catarina</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto do Furacão Catarina não se limitou apenas aos danos materiais. Esse evento também destacou a necessidade de melhor compreensão e preparação para fenômenos meteorológicos extremos em Santa Catarina, já que não havia estrutura de Estado preparada para atender o ocorrido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tanto o Furacão Catarina em 2004, quanto o desastre do Morro do Baú em 2008, foram, sem dúvida nenhuma, os grandes responsáveis por toda reestruturação da Secretaria a partir de 2011, como antena para receber imagens de satélite, cobertura de 100% do território catarinense com radares, profissionais trabalhando 24 horas por dia, sete dias na semana”, destacou coronel Fabiano de Souza, secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Centro Integrado De Gerenciamento De Riscos e Desastres (Cigerd) da SDC está equipado e preparado para fornecer os dados que forem necessários em caso de outro fenômeno meteorológico extremo. “A Secretaria possui condições de fazer toda observação do fenômeno, o acompanhamento, emitir os alertas antecipados à população e fazer uma preparação adequada à resposta em referência de todo dano que poderia ser causado”, declarou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O nome do furacão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Central e na América do Norte, o fenômeno furacão é algo frequente, por isso os norte-americanos seguem uma sequência e escala com regras para nomear tempestades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas regras, na época, não valiam por aqui. Por isso, dar nome ao fenômeno que atingiria o Sul catarinense em março de 2004 ficou a cargo da equipe de&nbsp; meteorologia da Epagri/Ciram que nomeou o Catarina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de possíveis nomes foi variada. Mas como a trajetória do furacão seguiria o Litoral de Santa Catarina, a equipe limitou as possibilidades a duas: Anita ou Catarina.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Defesa Civil antes e depois</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil em Santa Catarina foi oficialmente estabelecida e organizada em 1973, no governo de Colombo Machado Salles, por meio da <a href="http://leis.alesc.sc.gov.br/html/1973/4841_1973_Lei.html">Lei nº 4.841</a>. Foi apenas em 2011, no entanto, que a Defesa Civil ganhou, por meio de uma lei complementar, seu <em>status</em> de Secretaria de Estado. “Após um grande evento climático, de chuvas e enchentes em 2008, foi montado um grupo técnico, que estudou as ações a serem realizadas em 2009 e 2010. A elevação [do <em>status</em>] foi fruto do ocorrido em 2008 e desses estudos técnicos”, explica o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, Fabiano de Souza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário, a Defesa Civil atual é resultado dessa reforma administrativa e de uma reformulação do Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil, por meio de legislações posteriores. Mas para ele, o Furacão Catarina, em 2004, já demonstrava a necessidade de instrumentalização mais tecnológica e de técnicos mais capacitados para prever fenômenos como esse. “Santa Catarina foi alertada em 2004 por agências externas. Hoje temos uma capacidade bem maior, inclusive avisando outros estados de impactos que eles podem sofrer, por conta dos instrumentos e investimentos feitos ao longo dos anos”, observa o secretário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário destaca outro aspecto importante na modernização da Defesa Civil estadual: a mudança de cultura. “Hoje é uma estrutura de primeiro escalão de governo, mas além da resposta para eventos climáticos é muito mais voltada para prevenção como forma de proteção do catarinense. A Defesa Civil de Santa Catarina figura, atualmente, como uma das principais, se não a principal estrutura de Proteção e Defesa Civil no Brasil’, afirma o coronel Fabiano de Souza.</p>
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		<title>Mais uma semana sem chuva na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem vive no campo e está esperando por chuva a semana não reserva boas notícias. Uma frente fria até passa pela região ao longo desta terça e quarta-feira. No entanto, ela só provoca chuva no Rio Grande do Sul. “Vamos ter chuva no Rio Grande do Sul. Para nós há apenas indicativo de queda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem vive no campo e está esperando por chuva a semana não reserva boas notícias. Uma frente fria até passa pela região ao longo desta terça e quarta-feira. No entanto, ela só provoca chuva no Rio Grande do Sul. “Vamos ter chuva no Rio Grande do Sul. Para nós há apenas indicativo de queda na temperatura”, explica o climatologista Márcio Sonego.</p>
<p>A máxima nesta segunda-feira deve bater os 35 graus a sombra. Na terça-feira e na quarta, o calor dá trégua. “Vira o vento para sul e a máxima bate nos 26 e faz até um certo frio. Na quinta-feira volta tudo ao normal e as máximas até domingo voltam a bater nos 33. E se mantém também o vento nordeste”, avisa.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Leia também:</span></strong><br />
<strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://sulnoticias.com/destaques/petrobras-anuncia-mais-um-aumento-na-gasolina/">Petrobrás volta a reajustar a gasolina nas refinarias</a></span></strong></p>
<p>Chuva mesmo só no domingo. A tendência é que seja com volume pequeno. Na terça e na quarta da semana que vem, ai sim a tendência de uma trégua na escassez de água. “Vamos ter um volume razoável e as plantações vão ter uma trégua”.</p>
<p>Sonego lembra ainda que os próximos meses devem ser de escassez de chuva e a orientação é economizar água. “Não posso dizer que vamos ter estiagem, mas a precipitação vai estar no limite e é fundamental que as pessoas economizem água, inclusive no campo”</p>
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		<title>Calor segue marcando presença na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 21:55:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de uma semana de muito frio o calor segue surpreendendo na região. Nesta terça-feira a máxima na região foi de 31 graus. Segundo o climatologista Márcio Sonego, o cenário vai seguir assim pelos próximos oito dias. “Ontem chegou aos 32. Hoje tem uma brisa leve de sul. Amanhã segue com tempo bom. Aliás, até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semana de muito frio o calor segue surpreendendo na região. Nesta terça-feira a máxima na região foi de 31 graus. Segundo o climatologista Márcio Sonego, o cenário vai seguir assim pelos próximos oito dias.</p>
<p>“Ontem chegou aos 32. Hoje tem uma brisa leve de sul. Amanhã segue com tempo bom. Aliás, até quarta-feira da próxima semana segue assim. A chuva chega dia 2 de agosto e traz um pouco mais de frio”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Depois do frio, semana de efeito cebola na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 15:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Elevação]]></category>
		<category><![CDATA[Temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Frio intenso dá espaço para tardes de calor em Santa Catarina Depois de uma semana de muito frio, o cenário muda em Santa Catarina a partir desta segunda-feira. Circulação de ar mais quente provoca uma rápida elevação da temperatura ao longo dia e o tradicional efeito cebola. “Vamos sair de casa com blusa e aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><em>Frio intenso dá espaço para tardes de calor em Santa Catarina</em></h6>
<p>Depois de uma semana de muito frio, o cenário muda em Santa Catarina a partir desta segunda-feira. Circulação de ar mais quente provoca uma rápida elevação da temperatura ao longo dia e o tradicional efeito cebola. “Vamos sair de casa com blusa e aos poucos vamos tirando uma a uma”, explica o climatologista Márcio Sonego.</p>
<p>A segunda-feira já deve ter máxima batendo nos 31 graus. Um cenário que deve se repetir até terça-feira da próxima semana. “ Não há vento nem nebulosidade. O que vamos ter é formação frequente de nevoeiro no amanhecer. Esse cenário segue até terça, quarta-feira da próxima semana quando uma frente fria passa pela região, reduz a temperatura e traz chuva”, comenta.</p>
<p>Sobre o mês de agosto, Sonego explica que a tendência é para um início seco e frio. “Na primeira quinzena chove pouco e isso preocupa porque o solo está bem seco. A temperatura também fica amena nos primeiros dias, mas nada de frio muito intenso”</p>
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		<title>Frio e tempo bom ao longo de toda a semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 17:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Frio]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um domingo com 32 graus na região e de uma queda de 15 graus em uma hora a segunda-feira começou com muito frio na região. Segundo Márcio Sonego, o dia deve ser um dos mais frios do ano. &#8220;Não vai passar dos 14 graus de máxima. Na terça-feira a situação deve se repetir&#8221;. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um domingo com 32 graus na região e de uma queda de 15 graus em uma hora a segunda-feira começou com muito frio na região.</p>
<p>Segundo Márcio Sonego, o dia deve ser um dos mais frios do ano. &#8220;Não vai passar dos 14 graus de máxima. Na terça-feira a situação deve se repetir&#8221;.</p>
<p>A chuva que marcou o início do dia também já deu trégua. Até o próximo domingo não tem mais chance de chuva. &#8220;E o frio segue. Na quinta-feira as tardes começam a ficar mais quentes e seguirá assim até o fim de semana&#8221;</p>
<p>O frio desta manhã fez com que a serra catarinense registrasse pequenos flocos de neve. Foi coisa rápida, em pontos isolados, mas que fez a alegria de quem estava no planalto.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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