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	<title>Crescimento &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Empresa de Içara cresce com embalagens plásticas e aposta no mercado pet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 09:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Pet]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis está em alta, e a empresa Chromoplast Embalagens Plásticas, de Içara, acompanha o movimento. A companhia tem expandido sua atuação para novos segmentos, como o de pet care (cuidados com animais), suplementos alimentares e cafés, para sustentar o crescimento do negócio. Com capacidade produtiva de 800 toneladas por [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis está em alta, e a empresa <strong>Chromoplast Embalagens Plásticas</strong>, de <strong>Içara</strong>, acompanha o movimento. A companhia tem expandido sua atuação para novos segmentos, como o de <strong>pet care</strong> (cuidados com animais), <strong>suplementos alimentares</strong> e <strong>cafés</strong>, para sustentar o crescimento do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com capacidade produtiva de <strong>800 toneladas por mês</strong>, a Chromoplast está atenta às novas tendências. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) mostram que o setor de <strong>pet food</strong> foi o que mais cresceu no consumo de embalagens no primeiro semestre de 2024, com alta de 26,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CEO da Chromoplast, <strong>Cledson Francisconi</strong>, explica que o crescimento desse nicho se deve a uma mudança de comportamento: pets são cada vez mais vistos como membros da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Chromoplast atende vários segmentos, mas vem se consolidando de maneira muito rápida no mercado <strong>pet care</strong>, graças à qualidade dos produtos e segurança de um serviço completo que gera muito valor aos clientes&#8221;, destaca o CEO.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foco em qualidade e diversidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de Içara foca na diversificação para atender demandas específicas de cada mercado. Para a linha pet, por exemplo, que inclui rações e tapetes higiênicos, a prioridade é a tecnologia e a segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O consumidor de produtos pet costuma ser mais exigente, então trabalhamos para atender essa demanda, com <strong>embalagens premium</strong> e preocupação em relação à sustentabilidade&#8221;, ressalta Francisconi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Chromoplast atua desde 2001 e atende clientes em diversos estados do Brasil e em outros países da América do Sul.</p>
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		<title>Brasil cresce em empregos e tem menor taxa de desocupação em dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 06:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, o Brasil registrou um aumento&#160;de&#160;1,7% na força&#160;de&#160;trabalho, alcançando mais&#160;de&#160;109 milhões&#160;de&#160;trabalhadores. Já a quantidade&#160;de&#160;cidadãos ocupados cresceu 3%, totalizando 101,8 mi de pessoas. A taxa&#160;de&#160;desocupação caiu 6,9%, esse é o menor número&#160;desde&#160;2014. O emprego formal também apresentou&#160;crescimento, com uma alta&#160;de&#160;4 % em comparação ao segundo trimestre&#160;de&#160;2023, segundo os dados da PNAD Contínua. Além disso, o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o Brasil registrou um aumento&nbsp;de&nbsp;1,7% na força&nbsp;de&nbsp;trabalho, alcançando mais&nbsp;de&nbsp;109 milhões&nbsp;de&nbsp;trabalhadores. Já a quantidade&nbsp;de&nbsp;cidadãos ocupados cresceu 3%, totalizando 101,8 mi de pessoas. A taxa&nbsp;de&nbsp;desocupação caiu 6,9%, esse é o menor número&nbsp;desde&nbsp;2014.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1614995&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1614995&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O emprego formal também apresentou&nbsp;crescimento, com uma alta&nbsp;de&nbsp;4 % em comparação ao segundo trimestre&nbsp;de&nbsp;2023, segundo os dados da PNAD Contínua. Além disso, o Novo Caged registrou a criação&nbsp;de&nbsp;1,7 mi de novas vagas com carteira assinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (09), pelo IPEA, Instituto&nbsp;de&nbsp;Pesquisa Econômica Aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos setores da economia, os que mais&nbsp;se&nbsp;destacaram foram os&nbsp;de&nbsp;transporte, a informática e os serviços pessoais. Ainda&nbsp;de&nbsp;acordo com o estudo, o&nbsp;crescimento&nbsp;do emprego formal foi observado na maioria dos setores, com exceção da agropecuária, dos serviços domésticos e do setor&nbsp;de&nbsp;utilidade pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>PIB catarinense cresce 3,7% em 2023 puxado pelo setor de serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 08:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia de Santa Catarina em 2023 cresceu 3,7%, uma alta que mais uma vez superou o crescimento do país, de 2,9%. Com isso, o PIB catarinense atingiu R$ 505,3 bilhões. O dado está no Boletim de Indicadores Econômico-Fiscais de Santa Catarina, que será lançado nesta segunda-feira, 11. O informe do mês de março traz [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A economia de Santa Catarina em 2023 cresceu 3,7%, uma alta que mais uma vez superou o crescimento do país, de 2,9%. Com isso, o PIB catarinense atingiu R$ 505,3 bilhões. O dado está no Boletim de Indicadores Econômico-Fiscais de Santa Catarina, que será lançado nesta segunda-feira, 11. O informe do mês de março traz como destaque a divulgação dos dados do PIB estadual de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez os indicadores da economia catarinense trazem bons resultados, já que houve uma aceleração do crescimento quando comparado com o ano de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É mais uma prova de que Santa Catarina é diferenciada. O empreendedorismo e a inovação do nosso povo sempre se apresentam nesses bons resultados pra economia do nosso estado”, afirma o governador Jorginho Mello. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, os grandes motores foram o setor de serviços, que cresceu 4,7%, com destaque para transportes, comércio, alojamento e alimentação e dos demais serviços prestados a famílias. A agropecuária também representou outra vertente de crescimento com alta de 12,7%, nesse caso influenciada principalmente pela agricultura que cresceu 20%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de atividades turísticas no estado teve também um crescimento de 6,7% no ano passado. Como é o caso do comércio, alojamento e alimentação, transportes, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria de transformação, no entanto, fechou 2023 no negativo pelo segundo ano consecutivo, quando retraiu 1,4%. Retração essa muito influenciada pelas elevadas taxas de juros praticadas no Brasil e no mundo, que retraíram a demanda interna e o comércio mundial, entre outros fatores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menor taxa de desocupação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina voltou a ter a menor taxa de desocupação do país no último trimestre do ano passado, de 3,2%, em comparação com a média nacional de 7,4%. O estado também o maior percentual de trabalhadores do setor privado com carteira assinada, o menor percentual de trabalhadores na informalidade do país, a menor taxa de subutilização da força de trabalho e também o menor percentual de desalentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Boletim ainda traz a evolução dos dados fiscais do governo estadual, entre os quais as receitas e despesas, a evolução da dívida, dos gastos com pessoal, do resultado primário e nominal, entre outros indicadores do governo e da economia estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa edição, destacam-se também o avanço das receitas tributárias do estado que tiveram crescimento expressivo, a redução da dívida consolidada do governo estadual, bem como o crescimento dos superávits primário e nominal do estado, resultado do maior equilíbrio fiscal devido as políticas estaduais observadas no ano passado.</p>
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		<title>Setor de serviços avança 2,3% em 2023, revela o IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[Os serviços cresceram 2,3% em 2023 no terceiro ano seguido de expansão do setor. Em dezembro passado, o volume de serviços no Brasil avançou 0,3%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado nos dois últimos meses do ano representou avanço de 1,2%, o que permitiu a recuperação de parte da perda de 2,1% anotada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os serviços cresceram 2,3% em 2023 no terceiro ano seguido de expansão do setor. Em dezembro passado, o volume de serviços no Brasil avançou 0,3%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado nos dois últimos meses do ano representou avanço de 1,2%, o que permitiu a recuperação de parte da perda de 2,1% anotada entre agosto e outubro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1580347&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1580347&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação a dezembro de 2022 os serviços apresentaram recuo de 2,0%, que é o mais intenso desde janeiro de 2021, quando houve queda de 5,0%. No acumulado dos últimos 12 meses, os serviços diminuíram o ritmo. Eles apresentaram recuo na magnitude de crescimento de 3,1% em novembro para 2,3% em dezembro de 2023. Os números fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série histórica mostrou que, com a alta de 0,3% de dezembro, o setor de serviços ficou 11,7% acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020, e 1,7% abaixo do ponto mais alto da série em dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o IBGE, a última vez que o setor de serviços registrou crescimento por três anos consecutivos foi entre 2012 e 2014. Naquele momento, houve ganho de 11,3%. No triênio atual &#8211; de 2021 a 2023 &#8211; a evolução foi ainda mais expressiva: avanço de 22,9%. O IBGE informou, também, que o crescimento de 2,3% registrado em 2023 foi o menos intenso da sequência. Em 2021, a alta ficou em 10,9% e em 8,3% em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, em 2021 e 2022 houve a construção de uma base de comparação elevada, que pode ser explicada tanto pela retomada do setor após o período de isolamento da pandemia de covid-19, como, sobretudo, por conta dos ganhos extraordinários dos segmentos de serviços de tecnologia da informação e o do transporte de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dessa forma, apresentar expansão sobre dois anos que cresceram substancialmente é algo relevante”, informou o IBGE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro das cinco atividades da Pesquisa Mensal de Serviços tiveram taxas positivas em 2023. A pesquisa apontou ainda que 55,4% dos 166 tipos de serviços analisados tiveram crescimento. Os destaques ficaram por conta dos serviços de informação e comunicação (3,4%) e de profissionais, administrativos e complementares (3,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No primeiro, os principais impactos foram do aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de telecomunicações; desenvolvimento e licenciamento de&nbsp;<em>softwares</em>; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet; e portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet”, detalhou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão de locação de automóveis; de serviços de engenharia; de cobranças e informações cadastrais; de atividades de intermediação de negócios em geral; e de agências de viagens favoreceu o resultado dos serviços profissionais, administrativos e complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atividades que se fortaleceram no contexto do pós-pandemia colocaram o setor de serviços em patamares elevados. Houve, por exemplo, aumentos consideráveis nos serviços voltados às empresas, notadamente os serviços de TI [tecnologia da informação]”, observou o gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, ele ressaltou o transporte rodoviário de carga, que influenciou o avanço de 1,5% nas atividades de serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e Correios. “É um segmento que cresceu, num primeiro momento na esteira do aumento do comércio eletrônico e que ganhou novos impulsos com a expansão da produção agrícola, na medida em que se cria a necessidade de transporte de insumos, como adubos e fertilizantes, além de operar o próprio escoamento da colheita”, explicou.</p>
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		<title>Brasil salta duas posições e se torna 9ª maior economia global em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 06:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Com previsão de crescimento de 3,1% no Produto Interno Bruto neste ano, o Brasil saltará duas posições e se tornará a 9ª economia do mundo em 2023. Foi o que divulgou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira (19). Segundo a instituição, o país deverá encerrar o ano com o PIB nominal de U$ 2,1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com previsão de crescimento de 3,1% no Produto Interno Bruto neste ano, o Brasil saltará duas posições e se tornará a 9ª economia do mundo em 2023. Foi o que divulgou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira (19).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573465&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573465&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a instituição, o país deverá encerrar o ano com o PIB nominal de U$ 2,1 trilhões, ultrapassando o Canadá. No ano passado, o Brasil estava na 11ª&nbsp;posição. Segundo o FMI, até 2026,&nbsp;o Brasil pode subir mais uma posição e tornar-se a oitava maior economia do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estados Unidos, com quase U$ 27 trilhões, China com U$ 17,7 trilhões,&nbsp;e Alemanha com U$ 4,4&nbsp;trilhões, são as 3 maiores economias do mundo, de acordo com projeções do FMI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra boa notícia para o mercado externo do Brasil foi divulgada nesta terça-feira. Pela primeira vez em 12 anos a agência de classificação de riscos Standard &amp; Poor&#8217;s (S&amp;P) elevou a nota da dívida soberana brasileira. O país saiu da nota BB-, três níveis abaixo do grau de investimento, para BB,&nbsp;dois níveis abaixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a S&amp;P destaca a aprovação da reforma tributária e melhores perspectivas de crescimento econômico neste ano como pontos positivos do cenário. A última vez em que a agência havia elevado a nota da dívida brasileira, tinha sido em 2011. Desde então, o país havia sofrido sucessivos rebaixamentos, perdendo o grau de investimento em setembro de 2015.</p>
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		<title>Consumidores de Santa Catarina Planejam Gastos Recordes em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 09:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fecomércio]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa recente conduzida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio) revelou que os consumidores catarinenses estão preparados para desembolsar uma média de R$ 689,18 em suas compras, um notável aumento de 30,5% em comparação com os dados de 2022. O panorama se torna ainda mais impressionante ao considerar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa recente conduzida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio) revelou que os consumidores catarinenses estão preparados para desembolsar uma média de R$ 689,18 em suas compras, um notável aumento de 30,5% em comparação com os dados de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O panorama se torna ainda mais impressionante ao considerar o impacto da inflação acumulada nos últimos 12 meses. Com um aumento real de 24% na intenção de gasto médio, os consumidores do estado estão demonstrando uma confiança notável em sua situação financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcelo Gevaerd, vice-presidente do varejo da Fecomércio, expressou otimismo diante dos resultados da pesquisa, destacando que os dados superaram as expectativas. Segundo ele, a melhoria na situação financeira das famílias é um indicativo positivo para o cenário econômico local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa revela que 48,5% dos 2,1 mil entrevistados afirmam estar em uma situação financeira melhor em relação ao mesmo período do ano anterior. Este percentual representa um recorde significativo, sinalizando uma notável melhora na estabilidade financeira das famílias catarinenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento nas intenções de gastos e a percepção positiva sobre as finanças pessoais refletem uma retomada econômica no estado. Com consumidores mais confiantes, o comércio local pode esperar uma movimentação expressiva nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse panorama positivo não apenas impulsiona o setor varejista, mas também pode ter impactos benéficos em toda a economia catarinense. À medida que os consumidores se sentem mais seguros em suas finanças, a tendência é que haja um aumento nas atividades de consumo, beneficiando diversos segmentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desses números promissores, fica claro que Santa Catarina está trilhando um caminho sólido rumo à recuperação econômica. O desafio agora é manter esse momentum positivo e continuar fomentando um ambiente propício para o crescimento financeiro e o desenvolvimento sustentável no estado.</p>
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		<title>Turismo catarinense prevê alcançar saldo de 163 mil empregos formais até o fim de 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 09:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom O turismo catarinense prevê geração de 5 mil novos empregos formais até o fim de 2023, totalizando 163 mil oportunidades no setor. Os números estão se aproximando do período de pré-pandemia e constam no Almanach, sistema de inteligência turística desenvolvido pela Secretaria do Turismo de Santa Catarina (Setur). Em 2020, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom</p>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo catarinense prevê geração de 5 mil novos empregos formais até o fim de 2023, totalizando 163 mil oportunidades no setor. Os números estão se aproximando do período de pré-pandemia e constam no Almanach, sistema de inteligência turística desenvolvido pela Secretaria do Turismo de Santa Catarina (Setur).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, por causa da pandemia, o setor turístico de Santa Catarina foi um dos mais impactados, com um déficit de aproximadamente 20 mil empregos. A expectativa é que para o segundo semestre ocorra a geração de 5 mil empregos, fechando, então, em 2023 um saldo de 15 mil postos recuperados para o setor. Nos últimos dois anos, houve a recuperação de 10 mil vagas. Os dados de empregos levam em conta em torno de 60 Cnaes (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) características do turismo, separadas em hospedagem, transportes, agências de viagens, alimentação e atividades recreativas e de entretenimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados trazem ótimas notícias, já que o turismo é de extrema importância para todos os catarinenses. Santa Catarina tem uma vocação natural para o turismo, tem paisagens que agradam a todos, tem as estações bem definidas, é bom no calor e no inverno. E apostamos nisso para fazer o setor crescer ainda mais, gerando mais oportunidades e renda em todas as regiões”, observa o governador Jorginho Mello. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o secretário Silvio Dreveck, a recuperação do turismo é um trabalho que deve reunir poder público, iniciativa privada e terceiro setor. “Com a recuperação&nbsp; da pandemia vamos aos poucos criando novas oportunidades de emprego aos catarinenses. A Organização Mundial do Turismo (OMT) já anunciou que 2023 deve ser o ano da recuperação total do turismo mundial e nosso estado não será diferente, aliás deve até superar as expectativas”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os números são um reflexo direto dos esforços conjuntos do Governo e da Secretaria de Estado do Turismo de Santa Catarina. Além disso, essas informações foram validadas pelo nosso Almanach, um sistema de inteligência turística desenvolvido pela Secretaria, que nos auxilia na tomada de decisões estratégicas. Estamos confiantes de que o turismo continuará a prosperar em nosso estado, proporcionando benefícios significativos para nossa economia e comunidades&nbsp;locais”, complementa &nbsp;o secretário de Estado do Turismo (Setur),&nbsp;Evandro Neiva.</p>
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		<title>PIB cresce 4,6% em 2021 e supera perdas da pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 13:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. O&#160;PIB&#160;per capita&#160;alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% em relação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. O&nbsp;PIB&nbsp;<em>per capita</em>&nbsp;alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% em relação ao ano anterior (-4,6%).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1446226&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1446226&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB, soma dos bens e serviços finais produzidos no país, está 0,5% acima do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia de covid-19, mas continua 2,8% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado&nbsp;hoje&nbsp;(4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Setores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o crescimento da economia foi puxado pelas altas nos serviços (4,7%) e na indústria (4,5%), que juntos representam 90% do PIB do país. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,2% no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, todas as atividades que compõem os serviços cresceram em 2021, com destaque para transporte, armazenagem e correio (11,4%). Segundo ela, o transporte de passageiros também subiu bastante, principalmente&nbsp;no fim do ano, com o retorno das pessoas às viagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A atividade de informação e comunicação (12,3%) também avançou, puxada por internet e desenvolvimento de sistemas. Essa atividade já vinha crescendo antes, mas com o isolamento social e todas as mudanças provocadas pela pandemia, esse processo se intensificou, fazendo a atividade crescer ainda mais”, disse, em nota, Rebeca Palis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras atividades de serviços (7,6%) também tiveram alta no período. “São atividades relacionadas aos serviços presenciais, parte da economia que foi a mais afetada pela pandemia, mas que voltou a se recuperar, impulsionada pela própria demanda das famílias por esse tipo de serviço”, acrescentou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cresceram ainda comércio (5,5%), atividades imobiliárias (2,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais (1,5%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da construção que, após cair 6,3% em 2020, subiu 9,7% em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As indústrias de transformação (4,5%), com maior peso no setor, também cresceram, influenciadas&nbsp;principalmente&nbsp;pela alta nas atividades de fabricação de máquinas e equipamentos; metalurgia; fabricação de outros equipamentos de transporte; fabricação de produtos minerais não metálicos; e indústria automotiva. As indústrias extrativas avançaram 3% devido à alta na extração de minério de ferro”, informou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A única atividade que não cresceu foi a de eletricidade, gás, água, esgoto, gestão de resíduos, que teve variação negativa de 0,1%, que indica estabilidade. “A crise hídrica afetou negativamente o desempenho da atividade em 2021”, explicou Rebeca Palis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) avançaram 17,2%, favorecidos pela construção, que no ano anterior teve uma queda, e pela produção interna de bens de capital. A taxa de investimento subiu de 16,6% para 19,2% em um ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A balança de bens e serviços registrou alta de 12,4% nas importações e de 5,8% nas exportações. Em 2020, tinham recuado 9,8% e 1,8%, respectivamente. “Como a economia aqueceu, o país importou mais do que exportou, o que gerou esse déficit na balança de bens e serviços. Isso puxou o PIB um pouco para baixo, contribuindo negativamente para o desempenho da economia”, disse Rebeca Palis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtos da pauta de exportações, os destaques foram extração de petróleo e gás natural; metalurgia; veículos automotores; e produtos de metal. No caso dos serviços, as viagens subiram mais. Entre as importações, os destaques positivos foram produtos químicos; máquinas e aparelhos elétricos; indústria automotiva e produtos de metal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agropecuária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A agropecuária, que havia crescido em 2020, recuou 0,2% em 2021, em decorrência da estiagem prolongada e de geadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do crescimento anual da produção de soja (11,0%), culturas importantes da lavoura registraram queda na estimativa de produção e perda de produtividade em 2021, como a cana-de-açúcar (-10,1%), o milho (-15,0%) e o café (-21,1%). O baixo desempenho da pecuária é explicado, principalmente, pela queda nas estimativas de produção dos bovinos e de leite”, afirmou a pesquisadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Demanda interna</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa, ao contrário do que ocorreu em 2020, todos os componentes da demanda avançaram em 2021, contribuindo positivamente para o crescimento do PIB. O consumo das famílias&nbsp;avançou 3,6% e o do governo subiu 2%. No ano anterior, esses componentes haviam recuado 5,4% e 4,5%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Houve&nbsp;recuperação da ocupação em 2021, mas a inflação alta afetou muito a capacidade de consumo das famílias. Os juros começaram a subir. Tivemos também os programas assistenciais do governo. Ou seja, fatores positivos e negativos impactaram o resultado do consumo das famílias no ano passado”, afirmou Rebeca Palis.</p>
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		<title>Desenvolvimento econômico da Amrec é pauta na ACIC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 15:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, recebeu na noite desta terça-feira, 20, a visita do novo presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Hélio Roberto Cesa, o Alemão, prefeito de Siderópolis. Alemão, recém empossado como presidente da Amrec, pretende unir forças para aumentar o crescimento econômico da região Sul. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, recebeu na noite desta terça-feira, 20, a visita do novo presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Hélio Roberto Cesa, o Alemão, prefeito de Siderópolis.</p>
<p>Alemão, recém empossado como presidente da Amrec, pretende unir forças para aumentar o crescimento econômico da região Sul. De acordo com o coordenador do movimento econômico da Amrec, Ailson Piva, que também acompanhou o encontro, a região Sul está empobrecendo com relação ao restante do Estado. “Há alguns anos não estamos conseguimos acompanhar o crescimento do Estado. Temos que crescer ao menos dentro da média estadual. No ano passado o crescimento econômico da região foi de 3,89% do valor adicionado em relação a 2016, enquanto o Estado está em 8,79%”, explica Piva.</p>
<p>Dagostin convidou Cesa para participar da reunião Plenária da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) do Extremo Sul, no próximo dia 28, às 19h, na Acic, onde as bandeiras da entidade serão explanadas, buscando também o apoio dos demais presidentes das associações da região. O presidente da Acic reforçou as bandeiras do Centro de Inovação de Criciúma, Região Metropolitana Carbonífera e a estadualização do Hospital Materno Infantil junto ao presidente da Amrec.</p>
<p>Conforme Cesa, nesta quinta-feira, 22, será realizada a primeira reunião com os prefeitos também para alinhar as reivindicações e encaminhamentos dos gestores municipais. “Também quero solicitar ao presidente da Acic uma reunião com a diretoria da entidade, juntamente com a presença de todos os prefeitos”, destaca. “Quero colocar a Amrec à disposição da Acic para efetivamente discutir o que podemos trabalhar em conjunto”, acrescentou. O encontro também contou com a presença do diretor executivo da Amrec, José Roberto Madeira.</p>
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		<title>Incentivos mantém competitividade de Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A manutenção dos incentivos fiscais de ICMS do Governo do Estado para as indústrias catarinenses para garantir a competitividade e os empregos foram os assuntos abordados em audiência, nesta quinta-feira, 7, entre o governador Raimundo Colombo, secretário da Fazenda, Renato Lacerda, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Côrte, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A manutenção dos incentivos fiscais de ICMS do Governo do Estado para as indústrias catarinenses para garantir a competitividade e os empregos foram os assuntos abordados em audiência, nesta quinta-feira, 7, entre o governador Raimundo Colombo, secretário da Fazenda, Renato Lacerda, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Côrte, e representantes de sindicatos de indústrias de Santa Catarina. A reunião aconteceu no Centro Administrativo, em Florianópolis. O setor da indústria emprega 734 mil trabalhadores e é composto por 50 mil indústrias, conforme dados da Fiesc.</p>
<p>“Sem dúvida não aumentar impostos foi uma forma de proteger e gerar empregos. Esta realidade faz com que Santa Catarina tenha um bom desempenho e uma retomada da economia mais forte do qualquer outro Estado do Brasil. Estamos mais competitivos. E para 2018, a retomada será muito mais forte. O mais difícil passou”, disse o governador.</p>
<p>O presidente da Fiesc destacou os efeitos positivos das políticas fiscais colocadas em prática pelo Governo do Estado nos últimos anos, determinado a manter a competitividade da indústria, não só dos produtos importados, mas de benefícios da mesma natureza previstos na legislação de outros Estados.</p>
<p>“Sem os incentivos fiscais, as empresas não estariam em SC e os empregos não existiriam, de maneira que a perda é incremento de receitas indiretas. Sem benefício fiscal, muitas indústrias já teriam se transferido para o Paraguai e para outros estados”, disse o presidente.</p>
<p>Diante deste contexto, Glauco Côrte destacou que é vital, portanto, que o Estado preserve a atual política fiscal sustentando o crescimento econômico-social do Estado, inclusive no campo das finanças públicas, no qual é um exemplo para todo o país. “Sem emprego não há renda, que é sinônimo de capacidade de consumo. Reduzida a capacidade de consumo da população catarinense, aí sim, teremos decréscimo da receita pública”, explicou.</p>
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