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	<title>Dados &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Amrec tem o melhor abril dos últimos cinco anos na geração de emprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre janeiro e abril, os 12 municípios que compõem a Região Carbonífera acrescentaram 4.628 postos de trabalho com carteira assinada, o que significa média mensal superior a 1,1 mil novos empregos gerados. É também o melhor desempenho desde a instituição do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), estatística oficial do Ministério do Trabalho [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e abril, os 12 municípios que compõem a Região Carbonífera acrescentaram 4.628 postos de trabalho com carteira assinada, o que significa média mensal superior a 1,1 mil novos empregos gerados. É também o melhor desempenho desde a instituição do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), estatística oficial do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, primeiro ano do Novo Caged, a região teve saldo negativo de 1.504 vagas no período, sob a influência da suspensão das atividades econômicas em decorrência da pandemia de coronavírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a recuperação da economia a partir do segundo semestre daquele ano, o saldo voltou a ficar positivo em 2021, quando a região contabilizou 4.530 empregos adicionados de janeiro a abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, o mercado formal continuou aquecido, embora a soma de novas vagas na região tenha reduzido para 3.756 no primeiro quadrimestre de 2022 e para 2.960 no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mercado de trabalho vem demonstrando um dinamismo forte neste ano de 2024, tanto no Brasil como em Santa Catarina, sendo que a taxa de desemprego marcou 7,5% no país e 3,8% no Estado, uma das menores dos últimos anos. Desta forma também, isso vem se refletindo em Criciúma e região&#8221;, explica o economista Leonardo Alonso Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Seguindo a tendência dos últimos meses, abril foi mais um mês com números positivos sobre o mercado de trabalho formal no Sul do Estado, com o fechamento do primeiro quadrimestre agregando 1.812 novos trabalhadores em Criciúma; 4.628 na Região Carbonífera e 9.402 na mesorregião Sul catarinense&#8221;, acrescenta o também economista Alison Fiúza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultores da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), os especialistas elaboram o Boletim Mensal de Empregos, no qual os dados são compilados e analisados. O documento completo está disponível para consulta no site da entidade empresarial, nos&nbsp;<a href="https://www.acicri.com.br/indicadores/saldo-empregos-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Indicadores Socioeconômicos</a>. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Municípios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os municípios da Região Carbonífera obtiveram resultados positivos com relação à geração de empregos nas três bases de comparação, sendo o comparativo realizado frente ao mês anterior; mesmo mês do ano anterior e por último, no acumulado do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao último comparativo (acumulado do ano), Criciúma foi o município que mais gerou empregos (1.812) e Treviso o de menor quantidade (70). Com isso, ao fim do primeiro quadrimestre de 2024 a região acumulava estoque total de 157.301 empregos formais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A geração de empregos na região é liderada pela indústria, que no primeiro quadrimestre acrescentou 2.025 postos de trabalho. Quando desagregado, o segmento que registrou maior saldo de vagas foi o de fabricação de produtos de material plástico (366 no período) e, por outro lado, laticínios (-102) foi o que registrou maior saldo negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também houve destaque nos serviços, com o acréscimo de 1.772 vagas formalizadas na região, de janeiro a abril. &#8220;Os números vinculados às atividades setoriais refletem também a melhora do crescimento catarinense. Como exemplo, o setor industrial cresceu 3,5% em termos de produção; o de comércio avançou 4,1% e o de serviços cresceu 5,9%, ambos em volume de vendas&#8221;, exemplifica Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas comparações levam em consideração os dados do primeiro trimestre de 2024 em relação ao primeiro trimestre de 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perspectiva de melhora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Fiuza, para os próximos meses a tendência é que o mercado de trabalho continue melhorando. &#8220;De todo modo, é importante considerar o cenário de riscos que passamos também, como o cenário das contas públicas nacionais que estão no radar, os impactos devido aos desastres ocorridos no Rio Grande do Sul, que possuem influência direta tanto no Sul brasileiro como no país como um todo, e ainda um ambiente internacional com conflitos geopolíticos e política monetária ainda restritiva&#8221;, ressalva.&nbsp;</p>
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		<title>Taxa de desemprego fica em 7,9%; índice é o menor em 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 12:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil.]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2024 foi de 7,9%, uma queda de 0,9 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2023 (8,8%), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2024 foi de 7,9%, uma queda de 0,9 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2023 (8,8%), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a mais baixa da série histórica do primeiro trimestre em 10 anos &#8211; até então, o menor índice tinha sido registrado no primeiro trimestre de 2014, com 7,2%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1595534&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1595534&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na&nbsp;comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a taxa de desocupação caiu em 21 estados e no DF. As unidades da federação que registraram menor nível de desocupados foram: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Goiás e DF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento na desocupação foi registrado em quatro estados: Rondônia (3,2% a 3,7%), Roraima (6,8% &nbsp;a 7,6%), Rio Grande do Sul (de 5,4% a 5,8%) e Mato Grosso do Sul (4,8% a 5%). Em Santa Catarina, a taxa se manteve estável em 3,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A trajetória de queda anual, que já vem sendo observada em outros trimestres, se manteve”, analisa Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostras de domicílios do IBGE, em nota.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/9B4FJeLE2NRUVbxXqhXJGb2L_94=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/05/17/gryfico_-_ibge_-_2024-5-17.jpeg?itok=Zwdc2s8d" alt="taxa de desocupação trimestral" title="IBGE"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro trimestre de 2024, havia 1,9 milhão de pessoas que procuravam trabalho durante dois anos ou mais. Esse contingente se reduziu em 14,5% frente ao primeiro trimestre de 2023, quando 2,2 milhões de pessoas buscavam trabalho por dois anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também revelou aumento no rendimento médio real mensal habitual que, no trimestre encerrado em março, foi de R$ 3.123. No mesmo trimestre do ano passado, esse valor era R$ 3.004.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desigualdade&nbsp;de gênero e raça</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas de desocupação seguem maiores para mulheres, pessoas pretas e pardas e aquelas com o ensino médio incompleto. Todos esses grupos ficaram acima da média nacional (7,9%). No primeiro trimestre, essa taxa foi estimada em 6,5% para os homens e 9,8% para as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisada a taxa de desocupação por cor ou raça, a dos que se declararam brancos (6,2%) aparece abaixo da média nacional, enquanto a dos pretos (9,7%) e a dos pardos (9,1%) ficaram acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na análise por nível de instrução, a taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto era de 13,9%. Para os que tinham superior incompleto, a taxa foi de 8,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (4,1%).</p>
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		<title>Caged: Criciúma é líder na geração de empregos na Amrec em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 17:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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					<description><![CDATA[Criciúma foi&#160;o município&#160;da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) que mais gerou empregos em 2023. O acumulado anual apontou 1.957 novos postos de trabalho na cidade. Entre as cidades catarinenses com mais de 100 mil habitantes, Criciúma ocupa a 8º posição. Os dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Criciúma foi&nbsp;o município&nbsp;da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) que mais gerou empregos em 2023. O acumulado anual apontou 1.957 novos postos de trabalho na cidade. Entre as cidades catarinenses com mais de 100 mil habitantes, Criciúma ocupa a 8º posição. Os dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),&nbsp;foram divulgados nesta terça-feira (30).&nbsp;As atividades econômicas que tiveram maior saldo positivo foram: agropecuária, construção, comércio, indústria e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao longo de todo o ano de 2023, oferecemos incentivos aos cidadãos que têm o desejo de trabalhar e crescer em Criciúma. Estamos comprometidos em aumentar esse número em 2024. Essa é uma cidade acolhedora, que busca o desenvolvimento econômico, fortalecendo as ações que proporcionam a criação de novos postos de trabalho, como a nossa Central de Empregos&#8221;, ressaltou o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Central de Empregos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Criciúma, a Central de Empregos reafirma a importância na geração de empregos. O município encerrou&nbsp;o ano de 2023&nbsp;com o total de 12 mil encaminhamentos.&nbsp;Implantado&nbsp;pelo Governo de Criciúma, o serviço possui mais de 800 empresas, de diversas áreas, cadastradas em busca de profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Central de Empregos fica localizada na Galeria do Terminal Central e oferece amparo aos cidadãos que estão em busca de oportunidades de trabalho de uma forma facilitada. Além da sede física, a Central possui uma plataforma virtual, disponível no link&nbsp;<a href="http://empregos.criciuma.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empregos.criciuma.sc.gov.br</a>, onde o cidadão pode cadastrar seu currículo, e as empresas, suas vagas.</p>
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		<title>Desemprego volta a recuar no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 15:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[O desemprego continua em queda no país e a taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em outubro deste ano fechou em 12,2%, índice 0,6 ponto percentual superior ao trimestre anterior. Ainda assim, havia no país em outubro 12,7 milhões de pessoas desempregadas. Foram gerados 868 mil novos postos de trabalho de agosto a outubro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego continua em queda no país e a taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em outubro deste ano fechou em 12,2%, índice 0,6 ponto percentual superior ao trimestre anterior. Ainda assim, havia no país em outubro 12,7 milhões de pessoas desempregadas.</p>
<p>Foram gerados 868 mil novos postos de trabalho de agosto a outubro deste ano. O trabalho doméstico foi o principal item que contribuiu para a queda na desocupação. No entanto, se considerado apenas o trimestre de agosto a outubro, a taxa de desemprego é a maior da série histórica, iniciada em 2012.</p>
<p>Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Se comparada a igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego era de 11,8%, houve aumento de 0,4 ponto percentual.</p>
<p>A população desocupada caiu 4,4% no confronto com o trimestre anterior (menos 586 mil pessoas). Já em relação a igual período de 2016, houve aumento de 5,8% (mais 698 mil pessoas desocupadas).</p>
<p>O IBGE indica que a população ocupada fechou o último trimestre móvel em 91,5 milhões de pessoas, um crescimento de 1% em relação ao trimestre de maio a julho deste ano – mais 868 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve alta de 1,8% (mais 1,7 milhão de pessoas).</p>
<p>Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, embora a desocupação continue alta, a ocupação está crescendo acima da expansão da população. “A gente está assistindo, desde o trimestre terminado em abril, o aumento da ocupação e a queda da desocupação, que continua alta, embora com força menor. O que muda é que a ocupação está crescendo acima da expansão da população”, disse.</p>
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		<title>Santa Catarina volta a se destacar na geração de empregos</title>
		<link>https://sulnoticias.com/santa-catarina-volta-a-se-destacar-na-geracao-de-empregos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 15:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Com um saldo de 6,1 mil vagas criadas com carteira assinada, Santa Catarina ficou em segundo lugar no ranking da geração de emprego em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados na tarde desta quinta-feira, 21. Leia Também: Marinha autoriza instalação de Radar em Araranguá “São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um saldo de 6,1 mil vagas criadas com carteira assinada, Santa Catarina ficou em segundo lugar no ranking da geração de emprego em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados na tarde desta quinta-feira, 21.</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>Leia Também:</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong><a style="color: #800000;" href="https://sulnoticias.com/destaques/marinha-autoriza-instalacao-de-radar-em-ararangua/">Marinha autoriza instalação de Radar em Araranguá</a></strong></em></span></p>
<p>“São números que mostram a retomada da economia. Santa Catarina foi o último Estado a entrar na crise e está sendo o primeiro a sair. São mais de 6 mil catarinenses que passaram a ter carteira assinada, conquistando a independência pelo trabalho. Está valendo a pena lutar”, comemorou o governador Raimundo Colombo.</p>
<p>O saldo catarinense ficou atrás apenas do resultado de São Paulo, que registrou 17,3 mil novas vagas. Em todo o país, o saldo foi de 35,5 mil postos de trabalho gerados com carteira assinada. Os números não consideram ajustes sazonais.</p>
<p>O saldo líquido catarinense de 6.130 vagas em agosto é resultado do registro de 80.420 admitidos contra 74.290 desligamentos. Entre os resultados por setores, destacaram-se a indústria de transformação (2.718 vagas), serviços (1.525), comércio (1.062) e construção civil (845). Entre os municípios, os melhores desempenhos do mês foram de Joinville (1.483), Blumenau (531) e Chapecó (466).</p>
<p>Os resultados de agosto demonstram também uma significativa melhora em relação aos anos anteriores. Em agosto de 2016 a geração foi de 3.014 vagas, menos da metade do resultado de agora, e em agosto de 2015 o desempenhou foi negativo, com saldo de -6.925 vagas.</p>
<p>No acumulado deste ano, considerando o resultado de agosto, o saldo catarinense foi de 27.441 vagas nos oito meses, também confirmando uma evolução expressiva em relação ao ano anterior. Nos primeiros oito meses de 2016, o saldo era de -10.481.</p>
<p>Considerando os últimos 12 meses (entre setembro de 2016 a agosto de 2017), o resultado catarinense continua positivo, com um saldo de 4,9 mil postos com carteira assinada.</p>
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		<title>Sul: A região mais pobre de Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 15:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Amrec]]></category>
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					<description><![CDATA[Há meses os responsáveis por analisar os números do movimento econômico da Amrec vem alertando sobre a queda na arrecadação registrada no Sul do Estado. Nesta segunda-feira (11), em um encontro realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma, os dados foram detalhados. Eles mostram que o Sul de Santa Catarina é a região mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há meses os responsáveis por analisar os números do movimento econômico da Amrec vem alertando sobre a queda na arrecadação registrada no Sul do Estado. Nesta segunda-feira (11), em um encontro realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma, os dados foram detalhados. Eles mostram que o Sul de Santa Catarina é a região mais pobre do Estado.</p>
<p>&#8220;No passado já fomos uma das regiões mais ricas do Estado e hoje perdemos inclusive para a Serra. Precisamos saber onde erramos&#8221;, explica o presidente da Acic Cesar Smielevisk.</p>
<p>Os dados apresentados na Acic tem como base o registro do movimento econômico da região Carbonífera.  “é com base nestes índices que as cidades têm definido o seu retorno de ICMS. A região está crescendo 1,5 %. Isso quer dizer que o lucro das empresas da região teve apenas essa elevação. Bem abaixo do Estado que está crescendo 5%”, ressalta Ailson Piva.</p>
<p>Para Smielevisk um dos motivos deste empobrecimento pode estar ligado ao modal econômico da região. &#8220;A maior parte das empresas está ligada ao setor de comércio e serviços e não da indústria da transformação. Temos que analisar, encontrar uma alternativa, apostar no setor da tecnologia e começar a reverter esse cenário&#8221;.</p>
<p>Durante o encontro, a reitora da Unesc, Luciane Ceretta proposta a criação de um grupo de trabalho, em parceria com a Satc, para desenhar o caminho para as retomada do desenvolvimento.</p>
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		<title>Dados do IBGE mostram recuo do desemprego no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 15:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Houve quedas em todas as grandes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação.</p>
<p>Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.</p>
<p>Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%.</p>
<p>Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre deste ano, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares.</p>
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