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	<title>Desemprego &#8211; SulNotícias</title>
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		<title>Santa Catarina segue com menor índice de desemprego no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 14:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Santa Catarina fechou o quarto trimestre do ano de 2023 com a menor taxa de desocupação do país. O dado é de uma pesquisa do IBGE, a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira, 16. Isso quer dizer que no período, o estado era o que mais tinha pessoas empregadas. Para se ter uma ideia, a taxa [&#8230;]]]></description>
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<p>Santa Catarina fechou o quarto trimestre do ano de 2023 com a menor taxa de desocupação do país. O dado é de uma pesquisa do IBGE, a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira, 16. Isso quer dizer que no período, o estado era o que mais tinha pessoas empregadas. Para se ter uma ideia, a taxa de desocupação em SC, com base na avaliação do quarto trimestre de 2023, ficou em 3,2%, enquanto que no estado onde há mais gente à procura de uma vaga de trabalho esse índice chega a 14,2%. Santa Catarina se destaca ainda como o estado com o maior índice de trabalhadores com carteira assinada.</p>



<p>“Não é ser melhor do que ninguém, mas Santa Catarina é isso, é trabalho, é resiliência. A gente vê no dia a dia, vem a dificuldade e em seguida o povo tá de pé novamente. Vem a crise, o estado é o último a entrar e o primeiro a sair, reconstruindo, trabalhando firme. Ao encontro dessa força, o Governo tá investindo em obras estruturantes, na saúde, na segurança, na educação e principalmente em quem produz e gera emprego. A meta é melhorar sempre”, disse o governador Jorginho Mello.</p>



<p>Segundo a pesquisa, a&nbsp;taxa de desocupação do país no 4° trimestre de 2023 foi de 7,4%. A amostragem por sexo aponta que o índice está em 6,0% para os homens e 9,2% para as mulheres. Já para as pessoas com ensino médio incompleto, a taxa foi de 13,0%, superando a dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 7,6%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,6%).</p>



<p>No ano de 2023, o&nbsp;nível da ocupação<strong>&nbsp;</strong>do país (percentual ocupados na população em idade de trabalhar) foi estimado em 57,6%. Na média anual, o nível da ocupação catarinense (65,9%) foi o maior do país em<br>2023, superando o Mato Grosso e Goiás (64,7%), e avançou ante 2022 (64,6%). A atividade&nbsp;<strong>Outros Serviços (12,8%)</strong>, com 24 mil pessoas ocupadas a mais, teve o maior crescimento percentual e absoluto entre as atividades no 4º trimestre de 2023.&nbsp;<strong>Alojamento e alimentação (12,6%)</strong>, com 20 mil ocupados a mais, veio em seguida.&nbsp;<strong>Serviços domésticos (5,3%)</strong>,&nbsp;<strong>Indústria geral (1,9%) e Transporte, armazenagem e<br>correio (1,5%)</strong>&nbsp;também ganharam população ocupada entre o 3º e 4º trimestres de 2023. Também avançou 1,1% no 4º trimestre de 2023 a ocupação na atividade&nbsp;<strong>Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.</strong></p>



<p>O secretário de Estado do Planejamento, Edgar Usuy, comemora os números da pesquisa e destaca o trabalho estratégico do Governo do Estado em fortalecer setores como o turismo, por exemplo, com ações ao longo de todas as estações do ano. “Isso movimenta a economia e a geração de empregos em diferentes regiões”, observa. Usuy pontua ainda que a pesquisa mostra o bom desempenho no índice de ocupação no Meio Oeste, no Litoral Sul e na Serra Catarinense. “Com isso, o desenvolvimento econômico começa a ficar mais equilibrado geograficamente no nosso estado, o que é, realmente, muito importante para que a gente possa ter todas as regiões com musculatura econômica, com projetos e planejamentos de médio e longo prazo para que a gente consiga elevar cada vez mais a estrutura e a organização da economia catarinense”, completa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Empregados com carteira assinada</h4>



<p>Segunda a PNAD, no quarto trimestre de 2023, Santa Catarina também era o estado com o maior percentual de empregados com carteira assinada – 88,2%. Em seguida, aparecem os outros dois estados do Sul: Rio Grande do Sul com 81,9% e Paraná com 81,7%. O percentual de<strong>&nbsp;</strong>empregados&nbsp;com carteira assinada&nbsp;era de 73,7% dos empregados do setor privado.</p>



<p>A&nbsp;taxa de informalidade&nbsp;para o Brasil foi de 39,1% da população ocupada. Os menores índices ficaram com Santa Catarina (27,6%), Distrito Federal (30,4%) e São Paulo (31,2%).</p>
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		<title>Desemprego volta a cair e vai a 12,8%, influenciado pela informalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 16:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[nfluenciada pelo aumento da informalidade no mercado de trabalho, a taxa de desemprego do país caiu 0,8 ponto percentual, em relação ao trimestre encerrado em abril e fechou o período maio a julho deste ano em 12,8%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados hoje (31) pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>nfluenciada pelo aumento da informalidade no mercado de trabalho, a taxa de desemprego do país caiu 0,8 ponto percentual, em relação ao trimestre encerrado em abril e fechou o período maio a julho deste ano em 12,8%.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica ainda que o país tem 13,3 milhões de desempregados,</p>
<p>No trimestre imediatamente anterior, encerrado em abril, a taxa de desemprego havia sido de 13,6%. Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, houve alta de 1,2 ponto percentual na desocupação.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Leia Também:</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://sulnoticias.com/destaques/depois-de-primeiro-mes-positivo-fort-quer-ampliar-contato-com-fornecedores-regionais/">Depois de primeiro mês positivo, Fort quer ampliar contato com fornecedores regionais</a></strong></span></p>
<p>Os dados representam uma queda de 5,1% no desemprego frente ao trimestre anterior (menos 721 mil pessoas). Mas em relação a igual trimestre 2016, o desemprego cresceu 12,5% (mais 1,5 milhão de pessoas).</p>
<p>A população ocupada do país em julho era de 90,7 milhões de pessoas, aumento de 1,6% em relação ao trimestre encerrado em abril. O dado atual não apresenta alteração em relação ao mesmo trimestre de 2016.</p>
<p><strong>Informalidade</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, no contexto da crise econômica e da consequente falta de oferta de empregos formais, a maioria dos 721 mil brasileiros que deixaram a fila do desemprego no trimestre encerrado em julho o fizeram via informalidade,</p>
<p>“O aumento aconteceu, principalmente, entre os empregados sem carteira assinada, contingente que respondeu por mais 468 mil novos empregos, e entre os trabalhadores por conta própria, que respondeu pelo ingresso de mais 351 mil pessoas no mercado”, diz o IBGE. Já a população com carteira assinada manteve-se estável em 33,3 milhões”, diz a nota do IBGE.</p>
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		<title>Dados do IBGE mostram recuo do desemprego no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Sulnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 15:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Recuo]]></category>
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					<description><![CDATA[O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Houve quedas em todas as grandes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação.</p>
<p>Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.</p>
<p>Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%.</p>
<p>Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre deste ano, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares.</p>
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